sexta-feira, setembro 30, 2011

É por estas e por outras que eu não sou uma pessoa super fashion

Meias de algodão pelo tornozelo com sapatos abertos e saia/vestido?! Really?! E eu a achar que isso era do mais bimbalhão possível, afinal vou a ver e há pessoas super hiper mega in a fazerem destas...

E esta, hein?

Vai um broche para o almoço?





























Em que é que estavam a pensar, suas mentes perversas?!

(Imagem gentilmente cedida pela minha querida ccm ***)

Saudades

do tempo em que a minha grande preocupação era ganhar todos os tazos aos meus colegas durante os intervalos das aulas. E se eu era boa naquilo, ninguém me vencia!

quinta-feira, setembro 29, 2011

Vou levar-te comigo,

vou levar-te comigo sapatinho, vou levar-te comigo!





Numa Stradivarius perto de si!

Eu aqui convencidíssima

que já era sexta-feira e afinal ainda é quinta... Óóóóhhhh!

Maravilhosos

esplêndidos, brutais. São assim os últimos dois livros que li - de rajada, diga-se, porque são realmente fenomenais. Ambos de Chris Cleave.


Coisinha que me tira do sério

Espigões nas unhas.

Tenho um comportamento praticamente obsessivo com espigões: enquanto não os consigo cortar com uma tesoura (desde que tenho o aparelho esmifrador dentário, não consigo arrancá-los à dentada), estou sempre a passar com um outro dedo por cima do espigão. Depois levo a unha à boca para ver se consigo arrancá-lo com os dentes, coisa que não consigo, deixando-me ainda mais frustrada. Mais um pouco, estou outra vez a passar com o dedo em cima do espigão. Não mexas, não mexas!, penso para mim. Mas lá está ele a rir-se de mim, todo espevitado, e lá vou eu mais uma vez mexer no espigão e o ciclo volta a repetir-se all over again.

Um drama.

quarta-feira, setembro 28, 2011

O pânico

Eu não sou a típica rapariga que sempre sonhou em vir a ser mãe. Sempre pensei mais em investir num relacionamento sério, trabalhar numa área que gostasse e em viajar. E, sinceramente, nem sou pessoa de achar grande piada a crianças. São muitas giras, dizem sempre a verdade, umas malandras, umas traquinas, e o mundo é delas. Mas é enquanto forem as dos outros. Até porque nem sei bem o que conversar com elas, tenho uma maior facilidade em comunicar com cães e gatos. Mas lá está, uma pessoa nunca sabe e poderá ser que daqui a uns anos eu acorde com uma bomba biológica dentro de mim prestes a explodir e não descanse até ter uma pequena aldeia para alimentar.

Uma das coisas que me fazem mais confusão nesta aventura que é a maternidade, é todo o processo da gravidez. Acho horrível todas as alterações físicas, hormonais, psicológicas. Não gosto da ideia de olhar para os pés e não os conseguir ver. Passar de hipersensível a odores para hiper-mega-supersensível. Ver o corpo a inchar que nem um foie gras, começar a esguichar leite, a não ter posição para dormir, etc, etc, etc. E o pior de tudo: o parto, principalmente naqueles casos em que não se tratam de crianças pequenas mas antes pequenos monstros a pesarem mais de 4kg, com melancias em vez de cabeças, a rasgarem tudo o que aparece à frente como se um escorrega do AquaShow se tratasse...Sempre que oiço estas histórias fico, no mínimo, com uma expressão facial semelhante à Lady Betty Grafstein a saltar de pára-quedas.

Pois eu acredito que depois de se pegar na criança que tudo valha muito apena, mas visto de fora mais parece um filme de terror do Stephen King.

terça-feira, setembro 27, 2011

Indignada!

Eu sei, é a crise. Há cada vez mais fome, e a comida está cada vez mais cara. Mas daí a ires comer a minha blusa que eu tanto gostava e que tinha sido um achado nos saldos, está mal!

Maldita traça!

Um dia




























New York, New York! Designer gráfica singra na maior cidade do mundo!
Um dia....

segunda-feira, setembro 26, 2011

A minha mãe é melhor que a tua

Já não basta aturar-me (que só por isso merece um prémio nobel qualquer), como ontem ainda fez bombocas. Não, não comprou, fez.

Cá eu só parei de as comer quando fiquei embombocada.

Não têm mais nada que fazer da vida

para além de andar aqui a zucrinar uma data de blogs com vírus?! Gostava de saber o que é que ganham com isso...

domingo, setembro 25, 2011

Érlece

Sexta-feira à noite, num bar aqui da zona. Gambuzino a ver o futebol. Eu entretida com o Sodoku no telemóvel. Às tantas, uma rapariga nova, com ar de ser mais ou menos da minha idade, aparece ao balcão (muito perto de onde estávamos sentados), e pergunta ao dono do bar:

- Desculpe, tem érlece?
- O quê? - pergunta o senhor, com um ar muito confuso.
- Érlece.
- Olhe, peço desculpa, mas não compreendi.
- ÉR-LE-CE... Internet!

Escusado dizer que só parei de rir quando já me doíam as bochechas e já não tinha ar nos pulmões.
Imagino se tentasse dizer Wi-Fi. Talvez fosse oui-fí. Ou i-f. Ou i-fai.

sexta-feira, setembro 23, 2011

Os patunfos da Kelly Rowland

Se eu andasse em cima daqueles bicos de lapiseira, acreditem que não chegava inteira ao fim das escadas. Já com sapatos rasos é o que é, imagino com estes saltos mortais.

O Jamie Oliver é um pouco badalhouco

mas lá que faz com cada receita mais apetitosa, faz! Fico sempre a salivar que nem o cão de Pavlov.

Apertozinho no coração

Vi-a ontem à noite. Passados 4 anos do nosso divórcio pouco amigável, vi a minha ex-amiga de infância. Raramente vou aos cinemas daquele centro comercial, mas ontem fui. E lá estava ela, assolapada com a soupeira da sua mãe, na zona dos restaurantes. Reparei que era ela, apressei o passo e olhei sempre em frente, que nem um burro com palas nos olhos.

O que ela me fez há quatro anos atrás foi muito pouco bonito. Aliás, as suas atitudes que denunciavam os complexos de superioridade - coisa que me tirava do sério - já vinham de muito antes, aquilo foi apenas a gota de água. Vendo bem, algum tempo depois e a uma certa distância, se alguma vez tivesse sido minha amiga, as coisas não teriam acontecido como aconteceram. Mas paciência, verdade seja dita que quem fica a perder é ela, porque eu consigo ser a melhor amiga que alguém pode ter.

Mas mesmo assim. Filha da mãe. Quatro anos depois, voltar a vê-la mesmo que tivesse sido de relance, foi o suficiente para me deixar com a cabeça a bater na parede. Foi um apertozinho no coração. Porque por muito que eu queira convencer-me de que ela nunca foi minha verdadeira amiga, foram 18 anos de amizade que foram à vida.

quinta-feira, setembro 22, 2011

Está aí a chegaaaaaaaaar

o melhor do Outono: as castanhas! Assadinhas, de preferência. Cozidas com erva-doce também pode ser, mas assadas é como eu mais gosto. E antes sabiam ainda melhor, quando comprava nos carrinhos de rua e vinham embrulhadas em papel de jornal - era, de certeza, o que lhes conferia aquele trago tão mágico! Mas a asae não acha muita piada, logo a asae manda tirar. 'Túpidos.


A todos que andam de transportes (e não só):

o perfume não substitui o sabonete. Que é como quem diz, tomem banho, meus texugos. Obrigada.


Momento muito infeliz

Eu sabia que este momento iria chegar, mais cedo ou mais tarde. Mas, por mal dos meus pecados, chegou mais depressa do que eu estava à espera. É um episódio muito triste e infeliz da minha carreira: o momento em que tive de escrever a primeira palavra segundo o novo acordo ortográfico. Custou-me. Parecia que estava a ser envenenada. A palavra soou-me mal, soube-me a fel. Fiquei com algumas náuseas. Ainda resisti. Vou fingir que não reparei. Mas lá teve de ser. Custou-me, não foi assim que aprendi a escrever e este novo (des)acordo ortográfico é uma autêntica chacina à nossa escrita, só mesmo equiparável à escrita de Saramago (nãoooo, eu não gosto nadinha dos livros dele).

Mas pronto. Lá ficou atividade. Que nojo.


quarta-feira, setembro 21, 2011

Facebook

Sempre com alterações. Um minuto está assim, no minuto seguinte está assado. Sempre que lá vou (que não são muitas as vezes, é verdade), deparo-me com algo diferente, não sendo, necessariamente, melhor.

Agora apareceu-me uma barra lateral com actualizações constantes das pessoas (para além do mural propriamente dito). Ou seja, uma pessoa não pode dar um peidinho, que é logo denunciado.

Dislike!

Bigodaças

Não há nada pior, esteticamente falando, que um homem de bigode. Até hoje, nunca vi um único homem a quem eu achasse que aquele tufo de pêlo pregado debaixo do nariz ficasse bem. Por diversas razões. Primeiro: fica feio. Segundo: é feio: Terceiro: não é nada bonito.

Já a barba tem outro encanto: uma barba bonita, bem arranjada, fica bem a muitos homens. E até uma pêra, ou mesmo uma mosca (confere estilo a certos dudes). Mas aquele rectângulo a fazer de sombra à beiçola, não me convence.

Para além dos motivos puramente estéticos, também existem outros factores que me levam a achar muito pouco sexy o uso de bigode: para já, remetem-me logo para o Dr. Phill, com as suas teorias da tanga em que o que ele diz, diz qualquer pessoa com o mínimo de bom senso e sem ter uma licenciatura em psicologia. Depois, porque penso sempre na parte muito pouco higiénica, de se ficar com bocados de comida agarrados aos pêlos. Ora, não é nada agradável de se ver uma farta bigodaça bem peluda e escura por si só, quanto mais com migalhas de pão. Ou de sopa. Ou leite. Ou outra coisa qualquer. Um turn-off, definitivamente. 
Por fim, aquilo deve fazer cócegas. E eu não gosto de cócegas. Só de pensar que vou ficar com cócegas, começo-me a rir e a contorcer-me toda, e a entrar em pânico, com falta de ar, e pronto. É o efeito psicológico que um bigode pode provocar.

Obviamente que isto tudo é igualmente válido para as senhoras. Senhora com buço (nome pomposo para as nossas bigodaças) também é mauzinho.


Isto é assim?!

Vais-te embora assim. Sem dizeres nada. Deixas-me aqui sozinha, abandonada, desamparada. Vai, vai, não te importes. De qualquer das maneiras, não fizeste grande coisa, idiota!

Mas vê lá se para o próximo ano vens mais bem disposto, está bem Verão?! A ver se nos dás mais dias quentes, noites amenas, e muito sol!

terça-feira, setembro 20, 2011

O prazer de comer

Gosto, sinto prazer em comer. Não vivo para comer, é certo, mas é algo que me dá felicidade extrema. De tal maneira que nem sequer sou uma pessoa muito esquisita no que toca a comidas: não gosto de sardinhas (no-jen-tas!), não gosto de azeitonas pretas, nem de leite, odeio mangas e não como carne (por opção, não por não gostar, mas não sinto falta nenhuma) -, faço uma alimentação bastante saudável, com muita verdura, salada (principalmente se forem envinagradas) e em quase todas as refeições tenho um prato de sopa à minha espera. Tenho uma preferência por pratos picantes e não gosto da comida salgada. Sou viciada em coentros, em cogumelos frescos, cebola e alho. Também sou bastante gulosa: desde bolos, queques, folhados, chocolates, gomas, sobremesas, gelados... ponham-nas à minha frente que isto desaparece tudo com alguma rapidez e sem deixar rasto.

Eu gosto de comer. Gosto do ritual de uma refeição. Gosto de estar à mesa com amigos e família a conversar, a rir, a discutir, a confraternizar.

Só não gosto é de ter de ver certas pessoas a comerem de boca aberta, de tal forma que para além de vermos com minuciosa precisão todas as características do seu bolo alimentar - dimensão, textura, cor, alimentos, etc - também conseguimos ver com relativa facilidade o trajecto do bolo alimentar até ao estômago. Epah, não sei... não é muito elegante!


segunda-feira, setembro 19, 2011

Prova provadíssima de que as festas de Natal são sempre uma alegria

Setembro é o mês que conheço mais pessoas a fazerem anos.

domingo, setembro 18, 2011

Querida C.

PARABÉNS (atrasados, mas ontem não vim ao blog)! Espero que tenhas tido um dia super mega hiper brutoni espectacular! Beijo grande e estou ansiosa que chegues para contar tudinho!!! *****

sexta-feira, setembro 16, 2011

O belo do macaco no nariz

Eu, como qualquer pessoa, já me vi naquela situação (deveras) caricata que é ter macacos no nariz. Sim, é chatinho e incomodativo. Uma pessoa quer respirar e sente algo a raspar as paredes nasais ao ritmo da respiração, fazendo comichão, cócegas, deixando-nos muito pouco confortáveis. A vontade, muitas vezes, é de enfiar o dedo e começar a escaranfunchar o nariz como se não houvesse amanhã, agarrar no bicho, arrancá-lo cá para fora e rirmo-nos da desgraça do malvado macaco face ao seu futuro mórbido de ir parar ao caixote do lixo - ou mesmo ao chão, como já vi por diversas vezes.

Mas, como pessoa civilizada que sou, aguento a pressão interior, acalmo aquela vozinha que me diz sem cessar "Kill the bitch! KILL THE BITCH", pego num lencinho e resolvo o assunto com uma valente assoadela. Esse momento é o que podemos de chamar de "momento de graça". Tudo começa a fazer sentido, o nariz divorcia-se daquele mau marido que foi o macaco, e sente-se novamente livre, a respirar como se fosse a primeira vez.

Isto para dizer que eu percebo que o ranho e em particular o macaco no nariz são motivo de grandes arrelias e preocupações. Como tal, deveria ser obrigatório haver pelo menos um pacote de lenços em cada automóvel. Condutores saudáveis, livres de macacada nasal, e acabávamos com esse flagelo que é em todos os semáforos com a luz vermelha, apanhar-se um condutor com o dedo pregado no nariz.

Sugus!!!!!!!!!

Hoje a minha colega trouxe aqui para o estaminé os famosos caramelos de fruta para o pessoal.
Ai a malandra, nem sabe o que fez!

























São tãoooo bons!

quinta-feira, setembro 15, 2011

Preciso disto

Urgentemente. Óh se preciso...

Vantagem de ser míope

Olhar-me ao espelho, dar dois passos para trás e deixar de ver as poucas (3) mas badochas borbulhas que habitam na minha cara.

quarta-feira, setembro 14, 2011

Toddlers and Tiaras

É dos programas mais nojentos que me consigo lembrar.

Miúdas tão pequenas aparecem de tal maneira produzidas que parecem prostitutas dos anos 80, com tanta maquilhagem, com roupas curtas, justas, inapropriadas, com danças provocantes, com gestos adultos. Crianças que deviam estar a brincar, a aprender, a gozar a sua infância mas que em vez disso são metidas em cima de um palco a bambolearem-se como se gente adulta se tratasse, a mostrar os efeitos do solário, as longas horas no cabeleireiro, os dentes postiços, e sabe-se lá mais o quê. E o pior é que há pais a viverem do dinheiro que as filhas ganham nestes concursos de beleza, que em nada reflecte a verdadeira beleza das pequenas.

Absolutamente nojento.

Coisas que não entendo #2

A Paula Bobone. Parece sempre um palhacito!

terça-feira, setembro 13, 2011

Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti

Não ando neste mundo para lixar quem quer que seja, não foi assim que os meus pais me educaram. Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti.

Hoje, pela primeira vez na vida, eliminei e bloqueei uma pessoa do Facebook. Não por me ter tentado tramar directamente, mas por ao defender-se, ter acusado outras pessoas (onde me incluo) que nada têm a ver com as guerrinhas idiotas que enfrenta. Se tem motivos para ter essas guerrinhas?! Até poderá ter. Mas ninguém tem nada a ver com isso, como tal não estava à espera que nos metesse ao barulho.

Se eu não ando aqui para tramar ninguém, o mínimo que eu espero dos outros em relação à minha pessoa é que não me tramem. O que esta pessoa fez só mostra falta de carácter, falta de respeito, falta de amor-próprio. Sinto muita pena desta pessoa, porque pena é o sentimento que tenho em relação a todos que se mostram mesquinhos.

O que é o isto tem a ver com o facto de ter eliminado esta pessoa do Facebook? Era dos poucos elos de ligação que ainda mantinha. Ainda tenho de lidar pessoalmente, mas pelo menos neste sentido, cortei.

O que eu lhe desejo? O mesmo que me desejar a mim.

Maxi clutch.

Muito giras, mas não são para mim. Na na na na. São horrorosamente pequenas para andar com uma no dia-a-dia. E nem estou a falar das clutch pequenas.

Mala minha tem que ser suficientemente grande para transportar:
- porta-moedas;
- porta-cartões;
- telemóvel;
- pelo menos um pacote de lenços - quando chega ao Outono, com as alergias, o ideal é andar mesmo com 2 pacotes de lenços;
- óculos para a pitosguice;
- óculos de sol;
- um pequeno Moleskine;
- uma bolsa onde tenho de ter o baton para o cieiro, o inalador para a falta de ar, pastilhas elásticas;
- uma bolsa com tudo para a higiene dentária - escova, pasta, escovilhão, fio dentário, etc;
- um livro;
- chaves de casa;
- chave do carro;
- postal-free (tenho sempre uns quantos na mala);
- estojo com lapiseira e a pen drive;
- garrafa de água;
- e frequentemente, um disco externo.

Basicamente a mala com que ando durante o dia é o equivalente a uma mala de viagem de porão. E nem sequer ando com pentes e escovas e batons e rimmels e essas coisas todas. Eu até nem me importava de ser uma miúda super fashion só para usar uma maxi clutch. Mas também não me estou a ver a abdicar de nada que leve na mala.


segunda-feira, setembro 12, 2011

Choque de gerações

Não gosto da maneira como a maioria dos adolescentes hoje se veste. Parecem-me todos iguais, todos saídinhos dos Morangos com Açúcar.

Elas, com o seu grande cabelão super volumoso, e a sua franja comprida a fazer uma onda para o lado de tal maneira que há lá surfistas a aproveitar os tunels, com as suas calças e tops curtinhos e tão justinhos que os olhos quase saltam das órbitas. Eles, com a sua crista à mitra e as calças ao fundo do rabo - só dá vontade de gritar "PUXA AS CALÇAS!". Ainda por cima não devem saber como surgiu essa moda: nas prisões norte-americanas, sempre que um presidiário punha as calças ao fundo do rabo queria dizer que estava sexualmente disponível para os seus colegas presidiários.

Quando saem à noite, principalmente elas, apesar de ainda só terem 13 e 14 anos, parecem mulheres de 30 com saltos altos, mini-saias e maquilhagem abusiva. Já para não falar dos seus comportamentos.

Sempre houve e sempre haverá choque de gerações, e obviamente que há sempre excepções, mas questiono-me onde andarão os pais deste geração.

domingo, setembro 11, 2011

Já tenho os bilhetes para ir ver Britney Spears!

Ahahahah! Claro que não!

Mas tenho para estes meninos:

























Ohhh Yes!
Ansiosamente esperando por 8 de Dezembro!

sábado, setembro 10, 2011

Alguém que avise

aos tipos do Extreme Makeover Home Edition que os putos crescem e deixam de gostar daquelas traquitanas todas que metem nos quartos deles.

sexta-feira, setembro 09, 2011

Coisas que não entendo

A adoração que as miúdas de hoje em dia têm pelo Justin Bieber. Simplesmente, não consigo perceber.
Durante a minha adolescência, eu e as minhas amigas gostávamos era de homens bonitos, homens feitos, homens com talento. Com ar de macho, barba rija e pêlo no peito! Passámos, literalmente, de Onda Choc para Nirvana.

Agora as miúdas ficam malucas é com um rapaz ainda a cheirar a leite, que não tem barba, ainda está em crescimento e ainda deve comer kinder délice ao lanche. Já para não falar naquela vozinha fininha meio assexuada típica dos rapazes da sua idade.

Bem... elas lá o acharão buéda sexy!

Vamos lá ver...

As pílulas vão continuar a ser dadas de forma gratuita nos centros de saúde. E porque é que o Estado terá de subsidiar a venda das pílulas na farmácia e ainda oferecê-las no centro de saúde?

Se é chatinho ter de ir ao centro de saúde, é. Se é mais fácil ir à farmácia. É. Mas é mais chatinho e muito mais complicado vivermos num país que tem a mania das grandezas quando na verdade é um país pobre, pobre, pobre. E ainda pior porque as pessoas ainda não se convenceram disso, e ainda pensam que o Estado tem de pagar tudo. Esquecem-se é que, para o Estado pagar tudo, têm de ir buscar dinheiro de algum lado, que é, obviamente aos nossos bolsos.

Acredito que nós, como cidadãos trabalhadores e que pagam os seus impostos, devemos ter direito a certas coisas, nomeadamente direito à saúde e direito à educação. A pílula, como forma de contracepção, não me defende de nada a não ser de uma futura criança, não é algo que se possa considerar fundamental à saúde de uma pessoa, salvo raras excepções em que a pílula é usado como medicamento e não como forma de contracepção. Já o preservativo protege de certas doenças.

Não concordo que deixem de subsidiar vacinas e certos medicamentos - acho poderiam arranjar dinheiro de outras formas como cobrar taxas aos abortos voluntário, pelo menos a partir do segundo aborto (não estou a dizer para tornarem o aborto ilegal, estou só a dizer que sempre que alguém o faz, eu estou a pagar por essa intervenção), que deixem de dar metadona aos drogados, que legalizem a prostituição e ponham as prostitutas a pagar impostos, por exemplo. Mas em relação a toda esta polémica das pílulas, depois de ter lido como as coisas como vão realmente funcionar, não me parece uma medida totalmente descabida.

E eu a pensar que ía ter uma sexta-feira calma...

está bem, está...

A pensar morreu um burro!

quinta-feira, setembro 08, 2011

Ía ficando com falta de ar

quando vi que os preços dos medicamentos para a asma vão aumentar. Mas depois lembrei-me que não podia ficar com falta de ar. Pelo motivo que os preços dos medicamentos para a asma vão aumentar.

Aos peões que ficam parados à frente das passadeiras mas que não têm intenções de a atravessar

F*CK OFF!!!!

É a dar para o irritantezinho uma pessoa parar o carro para deixar a pessoa atravessar a estrada e ela abana a cabeça que não, com um ar muito surpreendido. Vá-se lá saber o porquê, afinal só está à frente da passadeira e esta é apenas um conjunto de riscas brancas no pavimento para tornar a condução muito mais divertida e alegre.


Parabéns Aninhas*

quarta-feira, setembro 07, 2011

Coisas que pensava e achava quando era criança

Bróculos eram árvorezinhas;
As couves de bruxelas eram as "bolas verdes blhec blhec!";
O cone de bolacha do corneto era, na verdade, madeira (sim, eu jurava a pés juntos que seria algum tipo de madeira que se pudesse comer);
À sopa de alho francês chamava de sopa chinesa;
A sopa de feijão era sopa castanha;
Pensava que se dizia pêlos públicos ("Oh mano, porque é que se chamam pêlo públicos quando na verdade eles estão bem escondidos?"... "Púbicos! Púbicos!!!"- escusado que será dizer que fui gozada durante bastante tempo...);
Se puto é rapaz, porque é que não se podiam chamar às raparigas de putas? (a algumas até se pode... cof cof...).

Quando ía de férias para o Algarve, ao passar a ponte de Odeceixe a minha mãe dizia sempre: "filha, chegámos ao Algarve!", ao que eu, de forma muito assertiva respondia logo que não! Só quando o meu pai parava o carro à frente do apartamento, é que eu dizia, muito contente e feliz da vida "Agora sim chegámos ao Algarve!".

 Óhh que saudades desse tempo de santa ignorância!

Dúvida existencial

Como sabem - ou como vão ficar a saber - eu, Karina sem acento, 25 anos, tenho uma dose incrível de cabelos brancos. Não é só um cabelo branco aqui, e um cabelo branco acolá, como podem estar a pensar. É mesmo uma farta cabelereira branca, não tanto como o do Avô cantigas, mas para lá caminha a passos largos.

E, como tal, tendo em conta a minha tenra idade, eu pinto o cabelo com alguma frequência, que isto de me olhar ao espelho e ver o pêlo todo branco é coisa para me deixar irritada e criar ainda mais cabelos brancos. E já pintei o cabelo de várias cores - preto, castanho escuro, castanho claro, vermelho, avermelhado, laranja, alaranjado, etc etc etc - por isso tenho uma noção quais os tons com que gosto mais de me ver: definifivamente com tons mais claros (óhhhhhhh, os tons mais escuros deixam o semblante muito carregado, lá se vai a minha vontadinha de manter aquele ar rockeiro... óhhhhh!). 

Se bem me lembro, a minha cor natural é castanho. Médio. Nem escuro, nem claro. Médio, com tendência a aclarar no verão. Mas as minhas sobrancelhas são escuras. Pretas. Rídiculas.

Eu ando a aclarar o cabelo ("áhhhh, ficas com a cara mais luminosa!"), mas isto de ter cabelos claros e sobrancelhas escuras é outra coisa para me irritar e criar ainda mais cabelos brancos. Agora vem a dúvida existencial: as sobrancelhas também se pintam?!


terça-feira, setembro 06, 2011

Hoje 6/9, é dia do sexo!

Pelo menos é o que uma marca de preservativos brasileiros tenta instituir.

Mais chatinho para quem está com o chico...

O Chico

Quem é que se lembrou de chamar ao período menstrual de chico?! Chamarem de benfica, até que percebo, afinal é um suplício isto de se ser mulher. Agora chico?!

Tem algum jeito o homem virar-se para a mulher, a pedir miminhos, carinhos e amassos, e ela responder: "Hoje não! Hoje estou com o chico!". Se o homem não perceber de imediato, até pode levar a mal e pensar que é o amante, que ainda por cima é do benfica.

Muito mais bonito dizer "por motivos fisiológicos e biológicos inerentes à minha natureza feminina, esta noite, será um pouco nojentinho se alguma coisa acontecer!".

Ou o simples e eficaz: "Período! 'Noite, até amanhã!"

A pedido de muitas famílias

O famoso roupeiro!