Pois é! A querida Anita lançou mais um desafio e desta vez eu vou participar!
Então isto é muito simples: ao longo do mês de Março vamos fazer um post por dia relacionado com a palavra corresponde. Pode ser atráves de fotos nossas, da net, imagens, desenhos, frases, textos que tenham a ver connoco.
Março:
1. Livro
2. Mãe/Pai
3. Local
4. Amuleto
5. Foto
6. Sabor
7. Estação do ano
8. Amor
9. Mania/superstição
10. Parte do dia (manhã, tarde, noite)
11. Sobremesa
12. Cidade
13. Cheiro/Perfume
14. Calçado
15. Local de férias
16. Filme
17. Frase/Poema
18. Feriado
19. Série
20. Objecto
21. Maquilhagem
22. Lingerie
23. Solidão
24. Data
25. Medo
26. Comida
27. Sonho
28. Pessoa
29. Look
30. Sedução
31. Saudade
Quem alinha? :D
Sei que os primeiros dias vão passar a correr. Não, correr é pouco. Vão voar. Viajar à velocidade de luz. Talvez durante o dia não me aperceba disso, mas ao final da noite vou dar por mim a comentar "já passou outro dia?".
E nem vou dar pela chegada desse dia. Quer dizer, vou. Não vou é ter a percepção de como cheguei de forma tão rápida. Tão violenta. Mas esse dia vai chegar. E eu sei que vai ser bom, vai ser o melhor, vai ser pelo melhor. Mas nunca nada é dada de mão beijada e, por isso mesmo, como vai ser pelo melhor, terá de se sofrer algumas consequências que, neste caso em concreto, vêm mascaradas de dias que não têm fim. E entre estes espaços de tempo entre o rápido-lento nem sequer vou ter direito a uma pausa, a um momento em que o tempo pára. Não, vai simplesmente tudo mudar de um segundo para o outro. Num momento tudo corre a uma velocidade vertiginosa, e no segundo seguinte tudo anda em câmara lenta, como se os relógios demorassem o dobro do tempo a empurrar o dia em frente.
"Mantém-te ocupada" é a ordem do momento, o pensamento em voga.
Mas vai ser bom. Vai ser o melhor...
Quem me conhece sabe bem que eu tenho uma preferência por música não muito calma. Metallica, 30 Seconds to Mars, Placebo, Linkin Park, Guano Apes, entre outros. Não quer dizer que não oiça outras coisas, desde que me seja agradável ao ouvido, eu oiço e não discrimino só porque não é rock ou porque é uma música mais calma.
Mas também é verdade que não sou muito dada a pop. Madonnas, Lady Gaga's, e afins. Com a Britney Spears então é que me vomito toda. E também torço um pouco o nariz com R&B's. E com o hip-hop no geral.
Mas gosto tanto do Brun(inho) Mars! É o meu Guilty Pleasure musical, mas ele faz músicas tão bonitinhas e fofinhas. Ele sabe como chamar a atenção a uma mulher, sabe como elogiar, sabe agradar ao público feminino sem ser foleirão. Não há ninguém (que eu esteja de momento a recordar) que diga e saiba dizer tão bem que se torna num drogadito viciado em morfina se a miúda dele se for embora. Fofo!
É horrível, principalmente para aquelas desgraçadas que, como eu, tiveram o período tão cedo. Está uma criança a brincar com os Nenucos, vai à casa-de-banho e... " ÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ MÃÃÃÃEEEEEEEEEEE!". Por muito que se saiba que aquele dia há-de chegar, mais cedo ou mais tarde, uma criança nunca espera que seja assim tão cedo quanto isso. É mau, muito mau, ver as cuecas manchadas de sangue, numa pasta vermelho-acastanhada nojenta e... ok, estou a ser demasiado gráfica. Passando à frente...
Confesso que já estava a ficar assustada. Por onde quer que me virasse, só via todos a comentarem que a Michelle Williams iria ser a vencedora da estatueta para Melhor Actriz. E até entenderia que tal acontecesse se não tivesse a Meryl Streep como adversária. Por isso, a modos que fiquei bastante contente quando soube que a Merylzinha tinha ganho o 3º Oscar da sua carreira - o que já deveria ter acontecido há muito tempo atrás. Por muito boas que fossem as outras adversárias - e até eram, era cada uma melhor que a outra - ninguém conhece chegar aos calcanhares deste fenómeno da representação que é a Meryl Streep.
Em relação às outras categorias, creio que seja o primeiro ano em que concordo com todos (ou praticamente todos) os vencedores.
Bel Porcaria.
Ok, eu estou a ser um pouco radical demais, o filme não é assim tão mau. É, sim, frustrante porque tem tudo para ser um filme maravilhoso, mas simplesmente não o é. Um filme que tinha ganho muito mais se tivesse desenvolvido certas cenas, situações e informações, em detrimento de outras cenas não tão relevantes.
Mas para nós, que não tínhamos nada para fazer ontem à tarde, sempre deu para ocuparmos um pouco do nosso tempo. E é impressão minha ou a Uma Thurman está mais bonita agora do que há 10 anos atrás? Raios a partam, está mesmo radiante!
A verdade é que não era para ser nada disto. Comecei a cozinhar com a intenção de fazer uma sobremesa completamente diferente mas há dias que as coisas, por muito bem planeadas que sejam, ficam muito aquém das expectativas. Isto para dizer que a massa foi ao forno e não ficou como esperado (e ainda estou a tentar descobrir o porquê).
E ainda por cima ía ter pessoas em casa, tinha de ter algo minimamente apresentável para a sobremesa. Então, num rasgo de pura sabedoria e iluminação, já que tinha o recheio de cheesecake feito para a receita originalmente pensada, porque não aproveitar e fazer um cheesecake com massa de chocolate, em vez da tradicional base com bolacha maria.
E ficou óptima, e nada doce, uma vez que a massa foi feita com cacau amargo. O creme-queijo doce, com a sua textura macia, e a massa fofa, nem amarga nem doce. No ponto.
Como se costuma dizer, há males que vêm por bem!
E são 18h48 da tarde. Mas temos de ficar retidas aqui no estaminé até serem 19h00.
Porque Deus (ou whatever) lhe livre deixar sair 12 minutos mais cedo, mesmo que já não se tenha mais nada para fazer.



























































