segunda-feira, abril 30, 2012

domingo, abril 29, 2012

Os Ídolos e a minha epifania

Até começar esta nova temporada, sempre que surgia mais uma cana rachada nos Ídolos, perguntava-me se aquelas criaturas nao tinham familia ou amigos que lhes acordasse para a vida e evitassem certas humilhaçoes.

Mas tive recentemente uma epifania: isto dos pais não quererem destruir os sonhos artisticos dos filhos é mais comum do que pensava. Vejamos o caso de um dos juris dos Ídolos, Tony Carreira. Anda a criticar os filhos dos outros quando, na verdade, nunca teve coragem de mandar calar os seus próprios filhos.

sábado, abril 28, 2012

Um grande motivo para eu adorar a Body Shop

Porque eu não preciso de ser responsável pela tortura de nenhum animal para ficar bonita.


Today...

:)




Bom fim-de-semana***

sexta-feira, abril 27, 2012

Acho que me vou desgraçar na Mango







Ultimato

Ou tu resolves esta treta de tempo de caca, ou eu chateio-me contigo. Percebes, ó S. Pedro?
Tenho um casamento na segunda-feira à noite e pretendo levar os meus sapatos com saltos de 12cm que só por acaso são abertos. 'Tá?

Agradecida.

quinta-feira, abril 26, 2012

Viagens de Sonho #4













Maldivas. Assim, uma semana a estupidificar: dormir, comer, praia. Dormir, comer, praia. Dormir, comer, praia. Dormir, comer, praia...

Esta para mim foi nova. Vá, um upgrade à conversa normal.

Estava eu numa loja a tratar de uma encomenda, quando a menina me pede o meu contacto.

Ela: Pode dar-me o seu nome?
Eu: Karina. Karina com K.
Ela: Cárina?!
Eu: Não não, Ka-ri-na.
Ela: Hmm?
Eu: Karina.

Menina a olhar para mim, com o maxilar inferior ligeiramente descaído, com uns olhos completamente vidrados. Longos segundos de pura confusão naquela cabeça, sempre em silêncio.

Eu: olhe, é cárina. Mas com K. E sem o acento no A. Diz-se como se fosse Catarina mas sem o ta. Está a ver?
Ela: hummm... ka-ri-na... - fala como se tivesse tido um derrame cerebral.
Eu: sim.
Ela: K. A. R. I. N. A.
Eu: sim, exactamente.

Juro, nunca tinha precisado tanto tempo para ensinar o meu nome!

quarta-feira, abril 25, 2012

25 de Abril

Ainda não era nascida aquando do 25 de Abril de '74, nem sequer a minha família mais próxima se encontrava em Portugal, por isso não posso falar com conhecimento de causa. No entanto, conheço uma data de pessoas que se queixam, hoje, da falta de liberdade daquela altura. De conhecerem a Coca-Cola por terem estado noutros países. De não poderem estar em grupos de pessoas com mais 3 pessoas porque era logo considerado "ajuntamento". De terem muito cuidado com aquilo que diziam porque nunca sabiam bem se poderia estar um "bufo" a ouvir as conversas. Que houve muita gente presa só porque se constava que eram contra o regime.

Apesar disto tudo, apesar de ser necessária uma revolução para acabar com a ditadura, a verdade é que não creio que as coisas tenham sido bem feitas. A descolonização foi feita à pressa, à parva. Muita gente regressou das colónias com o título de retornado quando nunca tinha estado sequer na metrópole. Muita gente teve de fugir para outros países com a roupinha que tinham vestida no corpo e com meia dúzia de tostões no bolso, deixando tudo para trás - casa, economias de uma vida, lembranças e memórias. Muita gente aqui aproveitou-se e ficou com coisas que não lhes pertencia, tais como terrenos e casas. Veio a ideia - e para ficar - que agora, com a liberdade, podiam fazer tudo o que lhes apetecia, sem se lembrarem muitas vezes que sua liberdade pode estar a contender com a liberdade de outras pessoas.

E o resultado está à vista: temos uma sociedade em que os mais novos não têm respeito por ninguém. Pensam que podem fazer o que lhes dá na gana. Uma sociedade que não respeita os professores. Uma sociedade de facilitismos que pensa que pode sobreviver à conta de subsídios e que já não é preciso trabalhar - que trabalhem os outros e que os outros paguem à Segurança Social para lhe dar dinheirinho ao final do mês. Uma sociedade em que a justiça não funciona, uma sociedade em que os polícias têm menos autoridade que um ladrãozeco, uma sociedade em que os políticos são corruptos e nada lhes acontece. Uma sociedade que não sabe o que é liberdade, apenas libertinagem.

Não estou a dizer que não era necessário uma revolução, antes pelo contrário. Mas acredito piamente que estamos a precisar de mais uma revolução, desta vez para abanar as mentes preguiçosas e parasitas da sociedade. Uma revolução de mentalidades.

terça-feira, abril 24, 2012

A técnica infalível da música bloqueadora

Todos nós, de vez em quando, ficamos com uma música na cabeça que não conseguimos deixar de pensar. E, o pior de tudo, é que grande parte das vezes são músicas que não gostamos, mas que ficámos a pensar nelas porque ou deu na rádio, ou alguém falou/trauteou/cantou, ou porque associamos algum acontecimento, palavra, expressão a essa música - isto então, acontece-me frequentemente.

Ora, para mim, isto é das piores que me pode acontecer: não conseguir deixar de pensar numa música da Ágata, da Alicia Keys ou, pior que tudo, da Mafalda Veiga. É coisinha para querer cortar os pulsos com folhas de papel. Felizmente, há uns tempos atrás descobri uma técnica infalível para conseguir varrer essas malvadas cantorias que tentam apoderar-se da minha mente - e sanidade mental.

O truque é descobrir um antídoto: uma música que seja imune a tudo o resto. Uma música que nos faça esquecer de forma praticamente instantânea a tal música que nos assombra o cérebro, mas que também seja facilmente apagada da memória. Uma música bloqueadora de outras músicas.

A minha música bloqueadora é a Eu vi um sapo. A coisa corre tão bem, que eu nem sequer preciso de chegar ao refrão. Exemplificando, a coisa corre de seguinte forma:

Pássaros do sul, pássaros do sul, pássaros do sul.... ai ca nervos, agora estou com esta música na cabeça!... eu vi um sapo, um feio sapo, no meio da horta, com a boca torta... tututurututu! BANG! Mafalda Veiga foi à vida - salvo seja. Deixo de cantar a música do sapo e passado uns segundos já não estou a pensar nem numa nem na outra canção. É absolutamente miraculoso.

Obviamente que cada um terá de descobrir qual é a sua música bloqueadora. O meu irmão, por exemplo, que ainda não conseguiu descobrir qual a sua música bloqueadora, está desde sexta-feira à noite - altura em que lhe falei deste meu método tão precioso - com a música do sapo na cabeça. Ou, se já tinha deixado de pensar, este post vai fazer com que ele passe mais uns belos tempos encravado nesta música. Ups!

segunda-feira, abril 23, 2012

Isto agora é assim: ninguém faz farinha comigo!

pelo menos da clínica onde ando a fazer a fotodepilação.

Ora bem, não sei se estão recordados que para marcar a primeira sessão foi um bicho de 7 cabeças. Telefonei num dia em que me disseram para telefonar apenas no inicio do proximo mês e, ao telefonar dia 1 do mês seguinte dizem-me que já estavam muito preenchidos, e bla bla bla, mas como é possivel quando me disseram para telefonar no inicio do mês e que eu saiba só hoje é que é início do mês? quem disse isso, nós já temos a agenda desde o dia 20 - ou seja, 3 dias depois de ter telefonado, da primeira vez - por isso agora só no mês seguinte, patati, pataté. Até que me passei da marmita e tive que falar muito devagar e assertivamente, sem nunca gritar e sem nunca ser mal-educada, mas disse que tinham-me passado uma informação errada, e que estava à espera que colaborassem comigo e arranjassem uma sessão ou durante a semana depois das 20h, ou ao fim-de-semana a qualquer hora do dia.

E pronto, foi assim que em menos de um minuto arranjaram-me vaga para 2 semanas a seguir, a um sábado às 17h tarde.

Este sábado voltei a telefonar para marcar a terceira sessão, e um rapaz, muito simpático, pede para voltar a telefonar na segunda-feira visto que ainda não tinham a agenda. Tudo bem. Hoje, durante a minha hora de almoço volto a telefonar à famosa clínica.

Eu: Boa tarde, eu pretendo marcar a 3ª sessão de fotodepilação, para o mês de Maio.
Menina (a mal-humorada de sempre, que tem um ar que todos lhe devem, mas ninguém lhe paga): quando é que fez a segunda sessão?
Eu: ainda não fiz, vou fazer este sábado.
Menina: então marca quando vier!
Eu: não, marco agora porque depois dizem-me que está tudo preenchido.
Menina: dia 27 de Maio, pode ser?!
Eu: pode sim, obrigada!

Xiça, não fosse a esteticista tão simpática, acho que já os tinha mandado a um sítio que eu cá sei!

Uma segunda-feira

a saber a quinta.
Nada mau, nada mau mesmo!



Boa semana*

domingo, abril 22, 2012

Os serviços dos CTT Expresso deixam muito a desejar

Eu e o Gambuzino tivemos que enviar recentemente a bicicleta do Gambuzino de um ponto para outro. Para o efeito, utilizámos os serviços dos CTT Expresso, em que a bicicleta foi devidamente acondicionada dentro de uma caixa de cartão, com fitas em tudo quanto era sítio a dizer "Frágil" e ainda fizemos seguro, não fosse o diabo tecê-las.

Bem, não foi o diabo, foram mesmo os tipos dos CTT.
Qual o nosso espanto quando a bicicleta aparece ao destino riscada e com o disco empenado. Ora toca de contactar os CTT a avisar que utilizámos os seus serviços, temos seguro e que a bicicleta não chegou da forma como partiu. Aliás, a própria caixa apareceu com uns misteriosos buracos, que antes não existiam.

E qual o nosso espanto quando eles respondem que não vão pagar o arranjo porque:
1. a caixa já foi aberta - ou eu sou muito estúpida ou não sei... é que não estou a ver outra maneira senão abrir a caixa para confirmar que a bicicleta estava nas mesmas condições...
2. lá por ter fitas a dizer frágil, não quer dizer que a encomenda tenha tratamento diferenciado das restantes - ahhhh então as fitas são server para decorar a caixa!
3. ao assinar a entrega, estamos a confirmar que está tudo correcto - ou seja, queixam-se que a caixa foi aberta portanto não nos podemos queixar, mas também se queixam que assinámos a entrega e não abrimos a caixa na altura de entrega para confirmar tudo... hummmm.... isto tudo está a parecer-me ligeiramente contraditório!

Ou seja, gastámos dinheiro numas fitas para decorar a caixa, gastámos dinheiro num seguro que nada nos vale, e ainda tivemos direito a gastar mais dinheiro no arranjo de uma peça porque os senhores dos CTT - como grande parte das empresas nacionais, é algo que tenho andado a reparar - querem limpar as mãozinhas e escapulir-se de quaisquer responsabilidades que possam ter. É que só lhes fica mal: acidentes acontecem, isso a gente percebe, mas o facto de não se chegarem à frente e assumirem a responsabilidade só vai fazer com que percam clientes.

Portanto, para além de nunca mais usarmos os serviços dos CTT Expresso, vamos fazer queixa à Deco.

A caixa antes de ser enviada


A caixa já no destino








É sempre assim

Gambuzino: Estás cheia de frio!
Eu: Não...
Gambuzino: estás toda encasacada!
Eu: Mas não estou com frio...
Gambuzino: Então porque é que estás toda encasacada?
Eu: Para não ficar com frio...

sexta-feira, abril 20, 2012

O Babar é que sabe!


Sincronização

Eu
Camisola vermelha
Lenço com flores
Calças pretas justas
Botas pretas

S.
Camisola vermelha
Túnica com flores
Calças pretas justas
Botas pretas.

Se tivessemos combinado, não tínhamos vindo tão parecidas.

Por aqui ouve-se...


Se eu fosse...

Se eu fosse um mês seria... Agosto
Se eu fosse um dia da semana seria.... Sexta-feira
Se eu fosse um número seria... 7
Se eu fosse uma flor seria... Orquídea
Se eu fosse uma direcção seria... Sul
Se eu fosse um móvel seria... Sofá
Se eu fosse um liquido seria... Água
Se eu fosse um pecado seria... Vaidade
Se eu fosse uma pedra seria... Safira
Se eu fosse um metal seria... Platina
Se eu fosse uma árvore seria... Oliveira
Se eu fosse um fruto seria... Cereja
Se eu fosse um clima seria... Tropical
Se eu fosse um instrumento musical seria... Bateria
Se eu fosse um animal seria... Pinguim
Se eu fosse um som seria... das ondas do mar
Se eu fosse uma canção seria... The Kill, 30 Seconds to Mars
Se eu fosse um perfume seria... Deep Red, Hugo Boss
Se eu fosse um sentimento seria... Alegria
Se eu fosse um livro seria... A Pequena Abelha, de Chris Cleave
Se eu fosse uma comida seria... Bacalhau com natas
Se eu fosse um cheiro seria... a sabão azul e branco
Se eu fosse um verbo seria... sonhar
Se eu fosse um objecto seria... leitor de mp3
Se eu fosse uma peça de roupa seria... Saia
Se eu fosse uma parte do corpo seria... Olho (visão)
Se eu fosse uma expressão seria... não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti
Se eu fosse um desenho animado seria... A pequena sereia
Se eu fosse um filme seria... Moulin Rouge
Se eu fosse uma forma seria... Oval
Se eu fosse uma estação seria... Verão


Escandalosamente roubado à Ana FVP :)

quinta-feira, abril 19, 2012

Dos Ídolos

Nunca fui fã dos Ídolos. Não gosto do formato, da arrogância e prepotência do júri. Da forma como criticam. Não é o que criticam. É a forma como o fazem. É claro que a vidinha não é um mar de rosas, e que é preciso saber ouvir nãos, mas era excusado humilharem as pessoas da forma como fazem. Para humilhações, já basta aparecerem por lá pessoas que a cantar, mais parecem focas em sofrimento.

Mas voltando ao júri: para mim o pior das críticas, a par da forma que o fazem, é vir de quem vem. O Manuel Moura dos Santos, com os seus "epah, epah, mas o que é que este gajo veio aqui fazer?!", percebe tanto de música como eu percebo de vinicultura. A Bárbara Guimarães... Bem, a Barbara Guimarães... nem vou tecer comentários. Vá, só uma questão: mas o que é que ela está lá a fazer?! O Tony Carreira é afinadinho e, segundo dizem, tem é bons músicos que tocam bem. Daí a ter uma voz fantástica vai um grande passo. O Pedro Abrunhosa é um óptimo músico, um óptimo compositor. Mas um péssimo cantor. Ele não canta. Ele arrasta as palavras, mais parecendo que passa a vida a sofrer de prisão de ventre do que outra coisa. No entanto, deve ser a pessoa que ali dentro mais percebe do assunto.

Mesmo que eu soubesse cantar minimamente, não punha os pés naquele programa: para ser criticada, teria de ser por pessoas que percebem do assunto, que cantassem bem, que soubessem do que estariam a falar - o que parece não ser na totalidade das vezes.


Onde é que as crianças dormem?

Where Children Sleep é um projecto fotográfico de James Mollison, em que são revelados diversos quartos de crianças por todo o mundo. Imagens incriveis, em que são notórias as diferentes realidades entre crianças de várias culturas, países, religiões e classes sociais. Crianças que têm tudo e crianças que não têm nada.

Indira, 7 anos
Katmandu, Nepal


Jasmine, 4 anos
Kentucky, EUA


Rapaz Romeno, 4 anos de idade

Justin, 8 anos
New Jersey, EUA


Alyssa
Appalachia


Delanie, 9 anos
New Jersey, EUA

Ahkohxet, 8 anos
Tribo Kraho, Amazónia

Jamie, 9 anos
5th Avenue, New York, EUA

Tsvika, 9 anos
Beitar Illit, comunidade Ortodoxa Judaica no Casaquistão

Kaya, 4 anos
Tóquio, Japão


Dong, 9 anos
Província Yunnan, China

Joey, 11 anos
Kentucky, EUA

Erien, 14 anos
Rio de Janeiro, Brasil

Risa, 15 anos
Kyoto, Japão

Douha, 11 anos
Campo de Refugiados em Hebron, Casaquistão

Nantio, 15 anos
Tribo Rendille, Quénia

Thaís, 11 anos
Rio de Janeiro, Brasil

Roathy, 8 anos
Phom Penh, Cambodja

quarta-feira, abril 18, 2012

Começo a convencer-me

que para certas pessoas, é geneticamente impossível calarem-se.

É a única explicação que me ocorre.

Caros peões:

eu sei que é um esforço tremendo terem que se desviar 2 metros para atravessar a estrada na passadeira. Sei  que isso é um incómodo e bastante cansativo. Afinal de contas, são 2 metros inteirinhos!

Mas quando alguém buzina para chamar a atenção de estarem a atravessar a estrada tendo uma passeira 2 metros ao lado, não comecem a resmungar e a mostrar o dedo do meio. É feio e só revela má educação. Ainda pior quando estão a acompanhar crianças - digo eu que nem sequer é um bom exemplo para os pequenos, mas lá está, quem sou eu...?

E não pensem que eu me esqueci da seca que é ter de esperar que o sinal fique verde para os peões. É realmente aborrecido. Uma chatice. É muito mais fácil atirar-se à estrada e fazer sinal com a mão aberta para que o carro páre e espere. Mais chatinho é quando o carro não tem tempo para parar. Depois queixam-se "ai o popó veio para cima de mim!".

Vá, para não me chamarem de injusta, também peço aos senhores condutores que façam o favor de parar nas passadeiras para as pessoas terem oportunidade de passar. Aqui confesso que me atiro - de forma minimamente cautelosa - para a estrada. Mas é porque atravesso nas passadeiras. E quando há sinais, espero que fiquem verdes para mim.

terça-feira, abril 17, 2012

Renhonhó, renhonhó, renhonhó pardais ao ninho

A culpa foi da medalha com o trevo, que te caiu aos pés mesmo à frente do renhonhózinho...

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