Não vale apena fazer listas de compras. Aquilo que for realmente necessário comprar, irá ficar esquecido
a) na prateleira;
b) no carrinho de compras;
c) na parte metálica inicial do tapete rolante da caixa.
A lei de Murphy aplicada às compras recreativas:
Não vale apena fazer lista de compras. Aquilo for realmente necessário comprar
a) não irá haver na loja;
b) não haverá o tamanho certo;
c) acabarás por gastar mais dinheiro noutra coisa qualquer que não precisas mas que "já que não há aquilo que eu realmente precisava....".
Enquanto vou no carro, quer a conduzir quer como pendura, de ir a cantar o que está a dar no rádio ou no cd. Eu canto, eu danço a mão, abano a cabeça, faço o espectáculo todo no carro. Eu sei que quem olha para mim deve pensar que eu sou parvinha, mas dá-me um gozo tremendo. E contra isso, batatinhas!
acho que aquele programa que dá no TLC, What not to Wear, tinha pano para mangas por terras lusas. Não é que sejamos um povo maltrapilho, mas há muita menina sem olhos na cara. Super fashionistas incluídas.
Não gosto de casas atafulhadas, completamente cheias, a abarrotar de tal maneira que uma pessoa não consegue andar lá dentro sem ter que olhar onde mete os pés. Gosto de coisas simples, espaços arejados, de apontamentos de cor em cima de espaços claros. Um ou outro pormenor aqui e ali.
Porque já Mies van der Rohe dizia "Less is More".
Quero o meu cabelo comprido de volta!
Mas quem me manda ser sempre assim: tenho o cabelo pelo meio das costas, começo a fartar-me de estar muito tempo sem mudar e não me contento em escadeá-lo, ou fazer uma simples franja. Não, é logo cortá-lo curtinho. Depois fico a carpir as minhas mágoas até ficar outra vez com o cabelo a meio das costas. Depois farto-me outra vez, e toca de cortá-lo outra vez curtinho. Mais dois meses muito contente e depois mais 2 anos a chorar baba e ranho até conseguir apanhá-lo num comprido rabo-de-cavalo.
Raios, mas quando é que eu aprendo a deixar a tesoura quietinha?
Foi bom mas tão bom, do princípio ao fim!
Os Limp Bizkit eram a única banda que foram actuar ao Rock in Rio que eu nunca tinha visto ao vivo e, apesar de não ser fã (gosto de umas duas músicas, as restantes tolero), ao vivo supreenderam-me pela positiva. A voz do vocalista, Fred Durst, é bastante idêntica à voz de gravação e é um concerto que anima bastante o público.
Sobre os The Offspring: foi a segunda vez que os vi e foi um concerto em tudo muito parecido com o primeiro que vi deles, mas não deixa de valer apena.
Os Linkin Park...bem, os Linkin Park arrasaram! Os Linkin Park são grandes, majestosos, fenomenais! Foi a terceira vez que os vi ao vivo e continuam a supreender. Foi completamente arrebatador. Eles cantam - e não sei de ninguém a berrar de forma tão afinada como o Chester - eles tocam, eles dão um grande, grande, enorme espectáculo. E setlist que escolheram foi praticamente perfeita.
Já os Smashing Pumpkins não vi até ao fim porque o meu cunhado estava doente - esteve mesmo para vai-não-vai ao RIR - e como eu tinha ido ao concerto deles em Dezembro, vimos apenas metade. No entanto, daquilo que vi, estava a gostar mais que em Dezembro. O Billy Corgan não é dos indíviduos mais dados à face da terra, mas mesmo assim estava mais simpático e interagiu um pouco mais com o público. A setlist também estava a ser mais apelativa, e começaram em grande com a Zero. Pena é que eles chegam ali, fazem o que têm a fazer e pronto. Mas uma coisa é certa: é uma grande banda!
As Rosas são Vermelhas,
as Violetas são Azuis
o Pólen não está para brincadeiras,
e o meu daris, ui ui.
Óh Billyzinho, vê lá se não comes mais tapas estragadas como da última vez, que em Dezembro o concerto foi a dar para o apático... vá, porta-te bem que a gente vê-se amanhã!
O espirro, segundo o Wikipedia, é uma forma do corpo expulsar o dióxido de carbono em excesso, sobre a forma de partículas líquidas (perdigotos). Mas para mim, o espirro é muito mais que isso: o espirro é uma postura de vida, é praticamente um ser com personalidade própria, existindo vários tipos:
- o espirro tímido, aquele que não gosta de chamar a atenção. É um espirro tão disfarçado que mais parece que a pessoa está a espirrar para dentro e não para fora.
- o espirro machão, aquele que pensa que é todo bom, forte e superior a todos os outros. É um som forte, seco. Não ameça, não se põe com os preliminares tão conhecidos dos espirros (ah-ah-ah-ah-ah...). Não, o espirro machão manda abrir a boca e faz Tchooo! e já está. O macho latino dos espirros.
- o espirro falsete com um som muito agudo. Começa a revelar-se com um ligeiro ah e depois revela-se num tchiiiiiin algo prelongado. Os meus espirros por norma são assim o que me leva a ser frequentemente gozada por tal.
- o espirro tenor, um autêntico Pavarotti dos espirros, com os seus ahhhhhhhhhhhhhhhh longos e tchaeeeeoooouuuuuunnnnnnn ainda mais longos.
- o espirro drama queen, aquele que é só drama. Anda ali a armar-se, a ameaçar barricar-se no nariz mas depois nada. Depois passados alguns segundos, volta a ameaçar. Mais uma sessão de ahhh ahhhh ahhh. Mas mais uma vez nada acontece. E, de repente, quando menos se está à espera, ele explode que nem uma autêntica granada, largando perdigotos em todas as direcções.
- o espirro ácido, que é de certa forma idêntico ao espirro drama queen mas com a particularidade de deixar o nariz com uma sensação de ardor.
- o espirro siamês, aquele que nunca vem sozinho mas sempre colado com o seu irmão. São basicamente dois espirros seguidos sem intervalo. Atchin-atchin.
- o espirro-tosse, aquele que é tão rouco que não se se percebe se a pessoa espirrou ou tossiu.
- e para finalizar, o meio-espirro, aquele que vem com toda a força, abre-se a boca, ouve-se um tchh e acaba aí. De boca aberta.
Numa pastelaria, pergunto à senhora que me atende se há folhados de queijo.
- Só de queijo?!
- Sim, só com queijo...
- Só de queijo não há...
- Hummm... então pode ser este queque.
- Mas temos folhados de queijo e fiambre.
- Não, é o queque.
- E folhados de frango!
- Não, pode ser o queque.
- E folhados de carne!
- Não, não, é só o queque.
- E folhados de salsicha!
- Este queque simples...
- E folhados de chouriço!
- É só o queque...
- Este muffin de maçã?!
- Pode ser!
Depois de um dia como este, cansativo como tudo por todas as razões e mais alguma, ver que já estão a organizar as festinhas da zona e com isto pensar nas boas e quentes farturas com açúcar e canela. Iéiiiii!
A bem que decidi enviar um e-mail à CP com uma reclamação/exigência. Aqui fica:
Excelentíssimos senhores/as da CP,
A modos que os senhores e senhoras da CP decidiram convocar mais uma greve para hoje, amanhã e sexta-feira nos transportes urbanos de Lisboa. E, segundo estes mesmos senhores e senhoras, iria haver grandes perturbações e que nem sequer tinham sido decretados servicos mínimos ou transportes alternativos, se bem que pelos vistos não foi bem assim. De qualquer das maneiras, eu não vou falar que é um direito deles e se acho bem, mal ou assim assim nem blá blá blá. Eu só sei que pago todos os meses o passe para um serviço que não está a ser efectuado com as melhores condições. Como tal, gostaria de saber quem me vai pagar:
- o equivalente a 3 dias de passe;
- o combustível do carro;
- o desgaste do carro;
- o estacionamento desses três dias em Lisboa.
Ai de mim se eu andar de comboio sem pagar, levo logo com uma multa bem redondinha em cima. Mas se eles faltarem com os seus compromissos, ninguém me paga nada. E isso eu acho assim a dar para o ligeiramente injusto.
























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