domingo, julho 29, 2012

Pensamentos que me ocorrem

Hoje de manhã, ao passar à frente de uma grande casa funerária, cheguei à conclusão que isso não seria negócio para mim. Eu sei que são necessárias, mas a ideia de lucrar com a morte de outras pessoas seria assunto para me deixar inquieta.

Mal por mal, preferia ter uma casa de prostitutas. Uma coisa como deve ser, com meninas lavadinhas, desinfectadas, com análises feitas regularmente. Mil vezes isso do que ter uma funerária.

Nota: não quero que fiquem a pensar que eu gostaria de ser dona de um bordel. De ser um chulo, ou de ser tratada por Madame. Nada disso. Na verdade, eu não gostava de ter nenhum destes negócios, mas preferia menos ter a casa funerária.

13 comentários:

  1. A primeira coisa que me ocorreu: que comparação de negócios! LOL! As funerárias ganham e bem com a morte dos outros, mas sim é algo necessário.

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  2. Ahahh, bem, isto dava um trocadilho mais nojento... ahahahah
    Tipo: numa funerária os clientes vão-se... eheheh

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  3. Concordo...coisinhas vivas são sempre melhores xD *

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  4. well... a morte é daquelas coisas que nem a crise dá cabo, ou melhor, até contribui... e percebo que enfim, as pessoas se metam nesse negocio... já eu... well não me metia em nenhum dos dois.

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  5. LOL!
    raio de comparação =)

    sempre me disseram que a ter medo de alguém é dos vivos!

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  6. Nunca tinha pensado nisso ;) Acho que nenhum dos negócios dava para mim :P

    Beijinhos e tem uma boa semana :D

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  7. Olha que eu se um dia me tornasse empresário, assim mesmo à séria, abria uma funerária...
    Isso é negócio onde não há crise...

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  8. É um facto que ganham dinheiro com a morte...mas alguém tinha que o fazer!! E é lucrativo!!

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  9. Ahahah, que comparação. Mas sim se tivesse de optar entre uma das duas também escolhia o negócio das meninas. Apesar da funerária ser um negócio com mais garantias.

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  10. Foi a primeira vez que aqui passei e não posso deixar de partilhar que achei este post um máximo.
    Acredita que também dispensava a casa funerária.

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  11. Ai nem uma coisa nem outra!! Acho que ambas exploram lados muitos maus e tristes da vida.

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  12. Fi: lol eu sei, é uma comparação que há primeira vista não tem nada a ver, mas até tem. Mas juro que pensei nisto :P

    Runaway: lol pronto, foi um pouco por aí que eu cheguei a isto ahahah

    Clementine: lolol pelo menos mexem-se e respiram, e bla bla bla...

    D.Pereira: credo, eu também não era capaz de ter uma casa de prostitutas. Mas muito menos uma casa funerária...

    Roxanne: mas eu não tenho medo dos mortos. Viver à conta dos mortos é que não era capaz.

    Joana: lol para mim também não! ai, vou pôr uma nota no post a explicar isto :P

    Timido: pois, não há crise não. A tal funerario por que passei à frente é enorme, tem uma data de salas, e até placards espalhados pela zona há, a fazer publicidade à empresa. Eu não gostava...

    Maria Pitufa: eu não era capaz. Para além de não querer ganhar dinheiro com os mortos, o facto de ver sempre todos os dias as pessoas tristes... acho que entrava em depressão.

    Maria: pois, é isso. É nessa base: se tivesse de escolher. Não que gostasse de ter uma casa de meninas lol

    Amlet: lol que pontaria, entras aqui e dás-te logo com uma das minhas parvoíces. Bem, na verdade é que a probabilidade de leres algo parvo era grande lol

    Viagem com tudo incluído: isto é, se tivesse de escolher. Tipo, tenho uma arma na cabeça e tenho de escolher. Casa de meninas.

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  13. ah ah ah! É como diz a outra, mal por mal antes na prisão que no hospital! :D

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