domingo, setembro 30, 2012

Dún Laoghaire

Ontem fomos passear até  Dún Laoghaire, uma localidade com praia e marina nos arredores de Dublin. E pelo caminho vimos um senhor mergulhar numa praia, o que me leva a pensar que pela temperatura que devia estar a água, só podia estar a querer suicidar-se...

Bem, aqui ficam algumas fotos do dia. Enjoy!

A sobremesa de 6ª-feira à noite... e depois queixo-me que começo a ficar lontrinha...






Entrámos numa loja chamada Meadows & Byrne e foi a pura da loucura... se pudesse, tinha trazido tudo!




MAO, o restaurante onde almoçámos








sábado, setembro 29, 2012

Anatomia de Grey, episódio 1, temporada 9

Mas... hã.... pois... eu... mas... quê... emmmm...
Andas-me a irritar Shonda Rhimes!!!!

sexta-feira, setembro 28, 2012

O dia do Artur

Não é que esta gente daqui precise de motivos para ir para os copos (muitos copos), mas se houver, tanto melhor. E se esse motivo for a celebração do aniversário do praticamente maior património do país - a cerveja Guinness -, então aí é que ninguém os agarra em casa. E foi mesmo isso que ontem aconteceu.

Ontem celebrou-se o Arthur's Day. Arthur Guinness foi o fundador da cerveja com o mesmo nome, há 253 anos atrás e desde 2009 que dedicam um dia em Setembro (que não é fixo) para comemorar esse momento tão importante da história Irlandesa, com uma data de eventos musicais, algumas decorações pela rua em sítios específicos e muita, muita, muita cerveja (ou o que tiver álcool) à mistura.

Eu, Karina sem acento, confesso que não gosto da cerveja Guinness. É demasiado pesada, é morna, e sem gás. Eu chamo-lhe de sopa. Mas aqui levam muito a sério à coisa e não ficam satisfeitos com pelo menos 2 ou 3 Pints de Guinness na goela (aqui, cada Pint tem pouco mais de 500ml, por isso, estes fígados devem estar mais corroídos que um queijo Suíço). Mesmo assim, curiosos como somos, decidimos ir ver como andavam as paragens e fomos jantar fora.

E foi a pura da loucura: as ruas estavam completamente atafulhadas de gente, muita música à mistura, muitas faixas e bandeirolas alusivas ao dia, muita, muita, muita bebedeira! Eu não, fiquei-me pela coca-cola... sou uma fraca!


Eu, a tiritar de frio

"They killed Kenny! They killed Kenny!"

Temple Bar, o Bairro Alto de Dublin




Bandeirolas dentro do restaurante

Nachoooooossssss! Yammi!

As Guinness do Gambuzino e de um amigo nosso

Muita, muita, muita gente na rua!

quinta-feira, setembro 27, 2012

Cabelão, cabelo, cabelinho...

Apesar de à primeira vista não parecer de todo o caso, tenho uma farta cabeleira. Sempre que tinha de ir a uma cabeleireira diferente, era normalíssimo ver o ar de admiração estampado nas suas caras quando punham as suas mãos na minha cabeça e apercebiam-se que eu tinha uma quantidade abundante de cabelo. No entanto, é fino e é liso (apesar de agora já começar a ter uns jeitos, muito muito tímidos, mas estão cá), o que ajuda a disfarçar o facto de ter uma cabeleira digna de, com os produtos certos, parecer um dos membros do The Kelly Family.
Quando era criança, o meu cabelo era tanto, tão forte e tão liso que era impossível pôr as suas pontas para fora ou para dentro como era muito habitual naquela altura (para minha grande felicidade, que preferia ver o cabelo totalmente liso). Digamos que nunca foi um cabelo muito difícil de tratar, porque simplesmente não dava aso para grandes aventuras. É claro que, como eu sou que me farto rapidamente dos visuais, já tive mil e um cortes diferentes, desde curtos, muito curtos, médios, muito compridos, tudo pelo menos tamanho, escadeado, com franja curta, com franja comprida... E fui aprendendo com o tempo e com estas experiências o melhor tipo de corte para mim, uma vez que tenho tanto e tanto cabelo. O ideal é um pouco escadeado, não muito. E é preferível tê-lo mais comprido porque, apesar de gostar de o ter curto, preciso de o cortar muitas mais vezes e dá-me mais trabalho do que se tiver o cabelo mais comprido.

No entanto, nos últimos tempos tenho-me deparado com uma situação muito pouco usual, mesmo tendo em conta a época do ano: cai-me cabelo que é uma farturinha, como nunca antes visto. É vê-lo aos tufos no banho, e vê-lo a ficar-se na escova de pentear, a cair para cima dos meus ombros. Por onde passo, deixo o meu cabelo como vestígio, como se eu fosse a porra da Gretel da história Hansel e Gretel, com a diferença que em vez de deixar migalhas ou pedrinhas para seguir o rasto de volta a casa, deixo fios de cabelo.
E eu que sempre disse que, pronto, apesar de sair ao meu pai com tanto cabelo branco, tinha a sorte de sair à minha mãe com tanto cabelo. Querem lá ver que eu vou é ainda sair ao meu avó... careca?!

Últimos filmes vistos

Savages


É um pouco difícil ficar desiludida com Oliver Stone, e este filme veio a comprovar isso. Não é dos meus preferidos dele, até porque (spoiler alert) houve uma pequena coisa no filme que me deixou intrigada e depois de pesquisar lá percebi o que foi. Mas mesmo assim, gostei. E a Selma Hayek? Ai Madrecita, cada vez mais bonita!


To Rome with Love


Pois, eu sei que tem havido muitas críticas acerca deste filme. Mas eu gostei. Gostei do cenário (ai Roma, espera aí que eu já vou ter contigo o mais depressa que conseguir!), gostei dos actores, gostei. Pronto, pode não ser uma história muito original e blá, blá, blá, whiskas saquetas, mas foi um filme divertido. E, por vezes, sabe bem ver um filme apenas divertido, sem grandes dilemas e dramas.


Hope Springs


Fã como sou da Meryl Streep, não podia deixar de ir ver este filme. Achei-o muito giro, e se por um lado é um filme leve, por outro acaba por mostrar que nunca é tarde demais para mudar.


Batman, The Dark Knight Rises


BRUTALÍSSSSSSSSSIMOOOOOOO!!!!! Gostei mais do anterior, com o Heath Ledger, mas este está praticamente ao mesmo nível. O Tom Hardy está basicamente irreconhecível, o Chris é, definitivamente, o melhor Batman de Sempre, e a Anne Hathaway está irrepreensível. O Chris Nolan é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores realizadores da actualidade neste tipo de filmes.


Les Infideles


É diferente daquilo que estava à espera. Com algumas cenas hilariantes e outras de uma natureza deplorável, crua, áspera, é um filme que retrata algumas situações de infidelidade. Para quem gosta de filmes franceses, como eu, recomendo. 


Magic Mike



Fui ver mais por brincadeira que outra coisa, mas acabou por se revelar num filme mais do que aparenta ser. Eu bem devia ter desconfiado quando soube que o realizador era Steven Soderbergh. Para além da parte interessante do filme (o Channing Tatum, claro), tenho de enaltecer a interpretação brilhante do Matthew McConaughey, num papel bem diferente daquilo que está habituado a oferecer, ao tentar ser simultaneamente alguém sexy e astuto. 


The Vow


Confesso que comecei a ver este filme sem qualquer expectativa. Simplesmente, estava em casa, não estava a dar nada de especial na televisão e este foi o filme que menos mal me pareceu haver no Zon Videoclube. E pois bem que acabei por adorar. Adorei a história, adorei as interpretações dos actores (e eu nem sequer sou grande fã da Rachel McAdams), adorei tudo. E é baseado numa história verídica. 


The Expandables


Só há pouco tempo tive oportunidade de ver este filme - eu confesso que queria ter ido ver no cinema, mas não consegui. Muito sangue, muita acção, algum humor pelo meio. E o que se passa com o Stallone? É daqueles que envelhece sem graça alguma.

Ted


A parte chata do filme foi ter ido ver numa sala de cinema cheio de adolescentes que não perceberam as referências dos anos 80. Conclusão, houve certas cenas em que eu era a única a rir. Mas tirando isso, é um filme incrivelmente hilariante, do princípio ao fim!


American Psycho


Não. Christian Bale, muito bom actor, numa história que não me agradou minimamente.


quarta-feira, setembro 26, 2012

Anúncio M&M's

Se há coisa que aqui têm de bom na sua generalidade, são os anúncios de televisão. São bastante criativos, e há uns que nos conseguem arrancar umas valentes gargalhadas.

Este, é um dos anúncios de que gosto muito.


Posso dizer palavrões? Posso? Posso?

4 da manhã. Insónia a atacar-me por todos os lados e eu sem meios de defesa. Já fiz de tudo, mas nada resultou. Desde contar carneiros, a imaginar-me em cenários idílicos e pensar e ter percepção dos meus membros do corpo individualmente, um de cada vez. Já me levantei e fui beber água, já olhei lá para fora pela janela - a chover, pois claro - e voltei para a cama onde fechei os olhos e tentei não pensar em nada - em vão. Já me virei para um lado, para o outro, para cima e para baixo. Nada.

Agora estou a entrar na fase do desespero, o que é bom. É uma fase que me deixa de rastos, cansada. Pode ser que me leve ao sono.

É que já estou farta destas insónias, gostava mesmo muito de ter uma boa noite de sono, coisa que para hoje já não vai dar. Bem, mesmo assim, vou ver se consigo adormecer.

terça-feira, setembro 25, 2012

Nota a ser recordada no futuro

Da próxima vez que tiver a brilhante ideia de experimentar as galochas e saltar para uma poça (tal e qual as criancinhas), ver se ninguém vem atrás de mim.

Ups...


Lista de compras







segunda-feira, setembro 24, 2012

Irónico, hein...

Todos os anos, por volta desta altura, é sempre a mesma lenga-lenga. Eu bem tento convencer-me a mim própria que é desta que vou fazer um esforço para gostar do Outono e do Inverno, do frio, da chuva, do vento nas trombas.

Mas não consigo, é mais forte que eu. Eu bem gostava de conseguir apreciar esta altura do ano, ver a beleza das folhas das árvores a cairem, do cheiro da chuva e terra molhada, dos serões em casa a ver filmes e séries com uma manta ao colo. Gostava de conseguir dizer que gosto muito mais de vestir roupa quente até porque é mais bonita que a de verão, com todos aqueles acessórios, e collants, e casacos e camisolas e botas e luvas e gorros. Mas não gosto. Eu gosto de andar vestida à fresca e não de me sentir uma chouriça de carne de vinhais. Gosto de calçar umas sandálias e não ter de enfiar três pares de meias mais as botas para ainda depois me queixar que tenho frio nos pés. Gosto de sair de casa e sentir o sol a aquecer a minha pele e ver céu azul, não de me sentir um bonsai que precisa de ser regado dia sim dia não. Gosto de ir à praia, de sair para a esplanada, dos almoços de domingo com a família passados no quintal, e não de ter de ficar em casa porque está muito frio, a enfardar chás e chocolates quentes e bolachas que são as únicas coisas que sabem bem nesta altura e que ainda me conseguem tirar temporariamente daquele sítio escuro e deprimente para onde me atiro de cabeça todos os invernos. Gosto de dormir só com um lençol em cima e não com quatro camadas de cobertores do mais quente que possa existir até ao ponto de eu não me conseguir mexer com o peso.
Gosto do calor porque sinto-me fisica e emocionalmente bem. Com o frio, para além de ficar deprimida, encolho-me toda e o resultado disto é passar o tempo todo a queixar-me com dores nas costas, com os músculos todos comprimidos.

E vim parar ao frio. Ahahahahah.


Fotos em Dublin // Parte 2