segunda-feira, dezembro 31, 2012

Ora bem, a todos um feliz 2013!

Meus queridos, desejo do fundo do meu coração que tenham um excelente 2013, repleto de tudo do bom e do melhor!

Para hoje, espero que se divirtam muito e não se esqueçam: se beberem, não conduzam!


A gente vê-se para o próximo ano! Até lá, mil beijões*

A arrebentar pelas costuras!

Sinto-me um pouco, vá, badocha. Talvez não fosse má ideia aproveitar os saldos para arranjar umas calças de fato treino, com elástico na cintura.

Dia 2, começa a dieta. Tem que ser!


sexta-feira, dezembro 28, 2012

Aquele momento em que conhecemos alguém pela primeira vez

e damos a mão para cumprimentar mas vemos uma cabeça em nossa direcção para nos pregar dois xoxos nas bochechas...


É isto mesmo que me apetece fazer!

Ao contrário do que é comum...

Não tenho problemas nenhuns em ir ao dentista. Aos meus, claro está.

Eu até sou bastante desleixada no que diz respeito à saúde. Vou ao médico só se tiver mesmo mesmo mesmo mesmo de ser, como da vez em que tive de ser literalmente agarrada e puxada e atirada para dentro do carro para me levarem às urgências por estar com falta de ar.

Mas vou imperativamente de seis em seis meses ao dentista. Para já, porque não há nada mais feio e perigoso para a saúde que uns dentes maltratados. Segundo, porque tenho dois dentistas que são uns autênticos deuses do tratamento dentário. Simpáticos, cuidadosos, super profissionais.

E hoje lá comecei a manhã no dentista. Sem cáries, os dentes continuam alinhados, e uma limpeza para entrar em 2013 com umas dentolas bem estilosas e saudáveis.

quinta-feira, dezembro 27, 2012

Se assim for, melhor para mim...

Segundo uma notícia que ouvi no telejornal, pessoas com mau feitio vivem mais anos.

Long live Karina!

Factos #1 e #2

1# Não é por andarem sempre a insistir para eu pegar e andar com bebés ao colo que vou mudar de opinião sobre a minha vontade à não incursão no mundo da maternidade. Continuo a dizer que o melhor do mundo são as crianças, mas as dos outros.

2# Não consigo, nem sequer sei muito bem falar bebês, que é como quem diz, falar a bebé para bebé. Tornar a voz fininha e dizer coisas em tom de canção "cutxi cutxi, quem é o bebé mai'lindo? Quem vaiiiii agoraaaa papar?????! Óhhhhhh deu agora um pumzinhoooooo!"

É óbvio que não falo com um bebé como falo com um adulto. Mas para além de me sentir ridícula a falar daquela maneira, a verdade é que não vejo quaisquer vantagens com isso. Uma coisa é adaptar a conversa para bebés - evitar, por exemplo, discutir a teoria das cordas - outra coisa é falar como se se fosse outro bebé.

domingo, dezembro 23, 2012

It's Christmas! It's Christmas!

*


A amiga Karina sem acento aconselha:

quando forem esperar alguém ao aeroporto, ver com alguma regularidade o painel de informação de vôos. Eu já aprendi lição, para a próxima não saio de ao pé do painel até ao avião aterrar.

Isto porque estive uma hora à espera do Gambuzino no aeroporto de Lisboa quando o avião tinha sido desviado para Faro, devido, provavelmente, ao nevoeiro. Pensava eu que deveria ter tido problemas com a bagagem quando me lembrei de ir ver ao painel de informações se dizia lá alguma coisa. E dizia.

Agora estou à espera que ele chegue de autocarro. Oh vidas...


sábado, dezembro 22, 2012

Happy Holidays!

Nos próximos dias vai ser um pouco mais difícil aqui vir, por isso quero desde já desejar a todos um Feliz Natal! E cuidado com os docinhos (ou então, não!) *

sexta-feira, dezembro 21, 2012

Reflexão meteorológica a propósito da chegada do Inverno

O QUÊ?! ESTE FRIO TODO E AINDA NEM SEQUER TÍNHAMOS CHEGADO AO INVERNO?!


quinta-feira, dezembro 20, 2012

quarta-feira, dezembro 19, 2012

Prioridades

Deixa-me muito triste saber que há cada vez mais fome em Portugal. Uma coisa é uma pessoa deixar de fazer férias ou deixar de ir comer ao restaurante com alguma regularidade porque, afinal de contas, estamos em crise, está tudo cada vez mais caro e não sabemos o dia de amanhã. Outra coisa é chegar ao ponto de passar fome. Para mim, esta é aquela situação extrema de dificuldade e nem sequer consigo imaginar como será passar por isso.

Mas se há coisa que me tira do sério é ouvir gente que vem à televisão queixar-se que tem e passa fome e só consegue contar com a caridade dos outros e diz isto enquanto enverga um telemóvel topo de gama, unhas de gel, cabelo pintado e arranjado. Lembro-me de uma colega de faculdade queixar-se que precisava de comprar um par de calças mas que não tinha dinheiro e os pais passavam muitas dificuldades. No entanto, apesar das dificuldades e de andarem com roupa velha remendada por não conseguirem comprar nova, tinham o pacote mais caro da televisão por cabo e internet também esta da mais cara.

Sim, as coisas não estão fáceis e é lamentável, à falta de melhor palavra, as coisas terem chegado a este ponto miserável. Mas creio que muitas vezes as pessoas não têm muito bem a noção das prioridades. Se tiver de deixar de comprar aquela camisola trendy para poder comer, eu nem penso duas vezes. Para mim, um frigorífico com comida é a prioridade das prioridades. 

terça-feira, dezembro 18, 2012

Uma viagem atribulada...

Bom dia meus queridos gambuzinos!

Já cá estou de volta a terras lusas, depois de uma viagem de avião um pouco difícil para mim. Eu, que contínuo constipada, parecia ter uma torneira em vez de nariz. A meio da viagem já tinha gasto um pacote inteiro de lenços e não levava mais comigo. Ou seja, a outra metade da viagem tive de me aguentar com lenços ensopados e sem grandes oportunidades de ir à casa-de-banho resgatar papel higiénico uma vez que foram ligadas por duas vezes as luzes para nos sentarmos e pôr-mos os cintos devido à turbulência (nada mais emocionante que "poços de ar!")

Desconfio que também tivessem saltado através do meu nariz bocados de cérebro, tal era a violência dos meus espirros. A coisa foi de tal maneira que a pessoa que vinha ao meu lado, às páginas tantas, meteu os phones nas orelhas, muito provavelmente por já estar farto de me ouvir.

Para complicar ainda mais a coisa, o avião vinha completamente cheio, com muita criançada, muito choro, muito grito, muito berro à mistura. Eu só queria concentrar-me na leitura do meu livro, mas entre assoadelas, espirros, a preocupação de "oh meu deus, já não tenho mais lenços!" e todo aquele barulho ambiente, devo ter lido 2 páginas e meia. Em duas horas e quinze minutos de viagem.

Mas pronto, já passou... já passou!

Uma boa terça-feira a todos!*



domingo, dezembro 16, 2012

Bye bye Dublin! See you next year*

Nunca andei de avião tantas vezes como durante este ano. O que vale é que gosto. Também, com a família toda ligada à aviação, é o mínimo que posso fazer. Já bastou o desgosto que dei ao meu pai quando se apercebeu que eu era a única dos filhos que nem o brevet queria tirar.

Até já Lisboa!


Pequenos apontamentos sobre o fim-de-semana com fotos

- Os irlandeses são uns autênticos Party Animals. Se pensam que ir para o Bairro Alto é o apogeu das noitadas e bebedeiras, bastam 15 minutos num qualquer Pub daqui para verem que o Bairro Alto é para bebés;
- Sim, as irlandesas iam todas descascadas. Eu destacava-me pela gola alta e por ser das mais baixas. Vou começar a considerar andar com uma placa a dizer "Cuidado: não pisar. Pode morder";
- O pessoal cá é, de facto, simpático. Até pode ser da bebida, mas tendo em conta que passam a vida bêbados, são sempre bastante simpáticos e alegres.
- Não vou mostrar as fotos da festa... não posso... é melhor não...


A nossa árvorezinha de Natal 
Iluminação de Natal na rua

Mensagem @Starbucks

Blackflorest cake (pena ser tão pequeno)









Banda a tocar músicas de Natal

















A minha mais nova paixão! Tinha um relógio digital da Swatch que avariou ainda dentro de garantia. Troquei por este, com receio de trazer outro digital e voltar a avariar.




sexta-feira, dezembro 14, 2012

Hoje há festa!

Jantar e saída de Natal da empresa onde trabalha o Gambuzino. Estou mesmo a ver: elas, as irlandesas, todas despidas, com mini-mini-saias (ou mini-cintos), tops super decotados, saltos altíssimos, e só com um blazer a tapar a pele. E eu... eu assim:

Eu ainda tentei vestir uma camisola sem ser de gola alta e uns collants não tão opacos. Mas estou constipada, foi o melhor que se arranjou!

Ai Massimo!

Eu tenho um técnica praticamente infalível para saber se vou usar realmente uma peça de roupa, antes de a comprar. Se eu olhar para uma coisa de que posso gostar mas penso "hummmm, não sei.... tenho dúvidas...", é porque não vale a pena gastar dinheiro. Pelo contrário, se vejo algo e digo logo "SIM! SIM! QUERO!", é porque é um bom investimento.

Esta última reacção ocorre praticamente sempre que eu entro na Massimo Dutti. Infelizmente aquilo não são preços que me agradem tanto como me agrada a sua roupa, portanto, é daquelas lojas que eu espero impacientemente pelas promoções. Não é que fique muito mais barato, mas sempre é uma ajuda - e com o desconto que por norma levam, prefiro dar um pouco mais por uma coisa que sei que vou realmente usar e que até tem uma qualidade superior, do que comprar muita quantidade só porque é mais barato. A eterna batalha qualidade vs. quantidade. Por norma, ganha a qualidade.

E pronto, sabendo que hoje começavam as promoções da Massimo Dutti em Portugal, lá fui eu ao seu site e mandei vir uma camisola estilo poncho que andava a namorar há séculos. Vá, é a minha prenda de Natal.




Bom dia, sexta-feira!

Pronto, já cá faltavam os espirros, as tossidelas, as fungadelas e a garganta arranhada. Sr. Gambuzino, que não é nada egoísta, não senhor, e dá-me tudo, também me deu uma bela constipação.

Mas é sexta-feira, e o Natal está cada vez mais perto e isso é o que importa!

quinta-feira, dezembro 13, 2012

Hobbit: a produção irresponsável

Recuso-me a ir ver o novo filme de Peter Jackson, Hobbit.

Isto porque entre cavalos, galinhas e ovelhas, morreram 27 animais durante a produção deste filme. Aparentemente, estes animais foram colocados numa quinta cheia de "armadilhas" e, apesar da produção ter sido avisada dos perigos que havia nesta quinta, ninguém quis ouvir nem saber, sendo que os animais não foram transferidos para outro sítio.

Eu sei que não vou marcar a diferença ao não ir ver o filme. Mas tendo conhecimento desta notícia, não consigo compactuar com uma produção irresponsável, imprudente, imoral e desumana, que não se preocupou com aquelas vidas, ainda por cima tendo em conta que estavam a seu cargo.

Uns Wc's diferentes

É sabido que eu não gosto de ir a casas-de-banho públicas. Isto por um simples motivo: as pessoas conseguem ser muito badalhocas. Desde papéis e produtos intímos no meio do chão, a sanitas com o autoclismo por puxar, a pegadas dos sapatos no tampo da sanita, etc. Com isto tudo, eu tenho um grave problema em pensar em encostar o meu lindo e asseado rabo em sanitas que não sei quem já lá se sentou antes e quando foi a última vez que aquilo foi desinfectado como deve ser.

Como tal, evito ao máximo dos máximos recorrer a esse mundo de bactérias que são as casas-de-banho públicas. No entanto, e com muita pena minha, a minha bexiga não tem uma capacidade infinita e por vezes lá me vejo na iminência de não conseguir chegar seca a casa. Foi isso que aconteceu há uns dias atrás. Eu ainda tentei aguentar, mas não consegui, até porque ainda tínhamos algumas coisas para fazer na rua e ainda era um bom bocado até casa.

Como estávamos perto da Brown Thomas, uma espécie de El Corte Inglés daqui mas ainda mais cara e mais chic, lá fui eu, e pus-me na típica fila interminável de senhoras para ir à casa-de-banho.

Portanto, lá estava eu na fila que me dava acesso a um dos meus maiores terrores pessoais, quando começo perceber que aqueles WC's não tinham nada a ver com o que eu já alguma vez tinha visto: ao longe vejo uns móveis em wengue e dois lavatórios perfeitamente limpos. A meio destes, um tabuleiro de panos em papel. Entretanto entro mesmo nas instalações e vejo quatro portas, dos cubículos, de madeira e vidro fosco de forma a que não se conseguisse ver nada do seu interior.
Numas paredes, espelhos enormes. Noutras, televisões num canal de notícias. Luzes ambiente, nem demasiado fortes, nem demasiado fracas. Tudo limpo. Tudo a cheirar bem. Tudo super requintado.

Chega a minha vez, finalmente, e faço o que faço sempre que vou a uma casa-de banho pública: retiro um pouco de papel higiénico e atiro para o lixo, agarro outro bocado e passo pelo tampo da sanita, e por fim agarro noutro tanto para fazer uma espécie de almofada, apesar de nunca me sentar. Com isto tudo, já tinha percebido que o papel era macio, mas o meu rabo sorriu ao sentir a textura fofa e suave do papel. Nem para casa compro papel tão macio, parecia que estava a limpar o rabo a um peluche.

Saio, aproximo-me de um dos lavatórios e olho para o lado: para além de terem disponível sabonete líquido para lavar as mãos, havia creme hidratante, para depois. Lavo as mãos e tiro um papel do tabuleiro: uma folha grossa, macia e fofa.

Posso dizer que foi uma experiência transcendental. Senti-me como se fosse rainha a usufruir a sua casa-de-banho preferida do seu palácio. E saí das instalações inspirada, motivada, com o ego em alta, a andar direita, a bambolear as ancas, barriga encolhida e queixo para cima, e a imaginar o meu cabelo a esvoaçar.

Continuo a não gostar de ir a WC's públicos, mas se me der uma vontadinha incontrolável na rua, que seja ao pé da Brown Thomas.

quarta-feira, dezembro 12, 2012

São servidos?

Apple Strudel, acabadinho de sair do forno!


Antes que o mundo acabe, permitam à minha pessoa reflectir sobre 2012

Este ano, 2012, não foi um ano particularmente bom. Também não posso dizer que tivesse sido mau, horrível, nojento, e que só aconteceram coisas más. Felizmente, pelo menos de uma forma directa, nada de horrífico e sem solução se passou por estas bandas. No entanto, 2012 foi um ano de decisões, de indecisões, de mudanças e adaptações.

O pior de 2012 é mesmo o facto de ter passado o ano a chorar. Eu, Maria Madalena que não consegue segurar as lágrimas nem que tenha uma arma apontada à cabeça, chorei tanto que dava para envergonhar o dilúvio da história da Arca de Noé. Isto porque primeiro vi muita gente próxima a ficar sem emprego, vi o desemprego numa escala nacional a trepar pelas paredes, vi gente a passar cada vez pior, vi o desespero a aumentar e a esperança a fugir como areia da praia que foge entre os dedos. Segundo, chorei porque nunca senti tantas saudades de tanta gente durante tanto tempo. Primeiro foi do Gambuzino, quando ele veio para a Irlanda e eu fiquei alguns meses ainda em Portugal, depois comecei a sofrer de saudade da família e das amigas logo por antecipação - e eu que sou uma mestre na arte do sofrimento por antecipação - e por fim, quando vim para cá. Portanto, também já estou a prever um 2013 um pouco inundado, porque as saudades não fogem, não morrem, não nada. Apenas podemos aprender a viver com a saudade cravada no coração. E chorei porque foi descoberto ao meu cãozinho velhote uma doença maldita que não tem cura, chorei porque pensava que quando finalmente tinha conseguido dar uma passo em frente numa das poucas coisas que tenho para resolver na minha vida, afinal parece que foram dados dois passos atrás.

Mesmo assim, quero acreditar que todas estas decisões e mudanças venham a ter frutos belos e sumarentos. É verdade que não nos encontrávamos numa situação complicada, mas somos apologistas do "antes prevenir que remediar". Temos sonhos, temos metas, temos planos para o futuro, e o nosso objectivo é atingir todas essas metas. Foi por isso que decidimos sair de Portugal antes que fosse tarde demais, porque apesar de gostarmos tanto do nosso país, chegámos à conclusão que o nosso país não gosta assim tanto de nós. Porque Portugal chegou ao ponto em que já não vale a pena lutar, só vale a pena é saber quem temos no nosso livrinho de contactos.

Mas também tive coisas boas: fui a três casamentos, vi três casais lindos a oficializarem a sua relação, o seu amor e as suas vidas perante a família e amigos. Nasceu mais um sobrinho (o segundo), que é um matulão e, pelo que temos visto no skype, super vivaço. E tenho sido muito mimada por todos, é uma grande verdade. E basicamente é isto. Ah, e fiz a minha primeira tatuagem.

Que venha lá esse 2013, já tenho os lenços de papel guardados para futuras lágrimas, mas uma mente e corpo de ferro, para aguentar com tudo o que venha daí. E um sorriso na cara, sempre.