terça-feira, dezembro 31, 2013

Então, até p'ró ano!



A todos vós que me têm seguido por aqui, com as minhas parvoíces, doidices, desabafos, aventuras, novidades e tudo e tudo, e por todo o carinho que tenho sentido da vossa parte, um muito obrigada! Espero que tenham uma excelente última noite de 2013 e que entrem com o pé direito para 2014.

Tudo de bom e até p'ró ano!

No último dia do ano

Acordo e lembro-me que ainda não tenho umas cuecas azuis por estrear para usar à meia-noite. O drama, o horror, o pânico!

segunda-feira, dezembro 30, 2013

Dois Mil e Treze

 Eu em Novembro de 2013, Dublin - © Patricia Barata

Enquanto que em 2012 passei o tempo todo a sofrer de ansiedade por saber que ia viver para outro país, que ia deixar em Portugal a minha família, amigos, a minha casa, o sol e o bom tempo, este ano foi um ano de adaptação. Adaptei-me a um novo país e a uma nova cultura. Ajudou, é certo, o facto do povo irlandês ser, genericamente falando, bastante simpático, afável e incrivelmente alegre - principalmente tendo em conta o mau tempo e o céu cinzento durante o ano inteiro. E Dublin em si, é uma cidade pitoresca.
Não digo que goste mais de viver lá do que cá em Portugal, até porque as minhas raízes são portugueses e porque, acima de tudo, tenho cá a minha família. Menina dos papás como sou, chega a ser agonizante sempre que tenho de embarcar de volta para Dublin. Mas não há dúvida que esta é uma experiência única e que todas as pessoas deveriam sair uma vez na vida para outro país e viver aí durante algum tempo. Abre-nos a mente em muita coisa e aprende-se imenso. Não só sobre outras culturas e hábitos, entre outras coisas, mas também sobre nós próprios. Sabia lá eu com tanta certeza, por exemplo, que era capaz de me adaptar a coisas tão diferentes das que eu estava habituada.
O pior mesmo continuam a ser, e assim sei eu que irá continuar, as saudades. Fatídicas. Brutais como punhais. O meu verdadeiro tendão de aquiles. Sobre isso já vi que não há nada a fazer, é viver um dia de cada vez contando com as maravilhas que as tecnologias actuais nos conseguem oferecer (o skype, pois claro, passou a ser o meu melhor amigo) para poder falar com a família e amigos sempre que se quer e de uma maneira simples e prática. E aquela sensação de chegar ao aeroporto e ver a família à espera é algo indiscritível.

Resumindo, 2013 acabou por um ano mais amigo para mim do que 2012. Prefiro lidar e enfrentar de frente as mais variadas situações, como acabou por ser com este ano, do que sofrer por antecipação só por imaginar (e logo eu, que tenho uma imaginação por vezes demasiado fértil) mil e quinhentas hipóteses diferentes daquilo que poderá ou não acontecer, como foi no ano anterior.
Por isso mesmo, para 2014 prefiro não ter expectativas, nem fazer grandes planos uma vez que já aprendi que sempre que faço planos, sai tudo furado. Estou numa de Carpe Diem. Ou antes, o que será, será.

Fashionable Mondays

Fashionable Mondays


domingo, dezembro 29, 2013

Dos saldos e da minha paixão por estrelas

Ir aos saldos é duro e não é para qualquer um. Só o tempo que uma pessoa perde nas filas para pagar, é para os mais fracos de espírito entrarem em desespero. Encontrar o quer que seja naquilo que em tempos foram lojas bonitas, arrumadas e simpáticas para passarem de um dia para o outro em autênticas trincheiras com montanhas de roupas espalhada por todo o lado e onde se vêem pessoas a atirar roupa para o chão como se de granadas se tratassem (mas porquê, minha gente, porquê fazer isto como eu vi hoje fazerem mesmo à minha frente), e onde impera a máxima "salve-se quem puder", é uma tarefa árdua e muitas as vezes amarga.
Mesmo assim, e depois de muito bufar por as pessoaa serem muito pouco arrumadas e não serem capazes de pendurar um casaco que seja no mesmo sítio depois de experimentar, dificultando ainda mais a experiência dos saldos aos demais clientes, ainda encontrei uma blusa branca comprida, umas luvas sem as pontas dos dedos, perfeitas para usar por cima de umas outras luvas mais finas que não aquecem nada mas que são próprias para poder mexer no ecrã do telemóvel, uma camisola com estrelas e (mais) um lenço com estrelas. Claro, eu e as estrelas. 



sexta-feira, dezembro 27, 2013

Dilemas de uma não-comedora de carne


Foram-me oferecidos uns botins. Lindos, mesmo como eu gosto: salto raso, pretos, quentes, confortáveis, com uma faixa com spikes à volta da zona do tornozelo. Mas de camurça. Pele. Sinto um sentimento de culpa por usá-los, em tudo muito semelhante quando me vi obrigada a comprar o casaco de penas: "não há muito a fazer", disse-me a menina da loja de casacos, "se é assim tão friorenta, o melhor é mesmo o casaco de penas".
E agora acontece o mesmo: acho que não sinto os pés tão quentes desde 1947.
Agora, para além de, sempre que visto o casaco, pedir desculpa mentalmente aos patos que se sacrificaram para me manter quente, olho para os meus pés e vejo uns pequeninos porquinhos a guincharem e faço beicinho enquanto aceno com a cabeça como quem diz "eu sei... Eu sei... Perdão, perdão!"

Pudesse eu, compraria só roupa e calçado da Stella McCartney, que só usa peles sintéticas. Mas por agora, para me redimir vou tratar estas botinhas como se fossem a coisa mais valiosa à face da terra. Em sua memória, vou fazer valer o seu trágico destino a meus pés. É, porquinhos, vocês vão ser para sempre lembrados! 


terça-feira, dezembro 24, 2013

Boas Festas!

Que todos vós tenham um Feliz Natal!


segunda-feira, dezembro 23, 2013

domingo, dezembro 22, 2013

Facto #6

Por muito que eu fique contente sempre que há sol e céu azul por terras irlandesas, a verdade é que céu azul como o nosso, português, não há. Tem outro brilho, outra dimensão, outro encanto! E hoje está um dia especialmente bonito.

sexta-feira, dezembro 20, 2013

Por aqui ouve-se...

Porque sou menina para passar uma boa parte do meu tempo musical a ouvir os clássicos dos anos 90. E esta, do Chris Cornell e Eddie Vedder, é um grande clássico!


quinta-feira, dezembro 19, 2013

No sítio errado, à hora errada

Ter uma dor de barriga quando se está parada num trânsito caótico no meio da auto-estrada, não é mesmo nada agradável. Diria mesmo que chega a ser aterrorizante.

quarta-feira, dezembro 18, 2013

Algo que eu nunca esperei ver



Ontem apanhei o meu gato todo contente da vida a comer metade de um limão que estava em cima da bancada da cozinha. Fiquei feita parva a olhar para ele enquanto se deliciava com tal ácido pitéu.

Gato maluco.

Aquele momento...

Estás no café com a amiga, o rapaz aparece para nos entregar o descafeinado e o carioca de limão, olhas para ele e num momento de pura confusão pensas para ti própria em milionésimos de segundo "thanks... obrigada... hã? O que é que eu digo?!" e acabas só por sorrir em forma de agradecimento.

terça-feira, dezembro 17, 2013

Motto of the day


Penso que esteja tudo dito, certo? 

segunda-feira, dezembro 16, 2013

Ser emigrante


Ser emigrante é muito mais que ter de lidar com um novo país, nova cultura, novos hábitos e novas experiências. É muito mais que sair da nossa zona de conforto. É muito mais que lidar com uma nossa nova sombra, a saudade. É muito mais que fazer todos os esforços para conseguir adaptar os nossos hábitos alimentares face àquilo que conseguimos ou não encontrar à venda. É muito mais que sentir que se é a pessoa mais feliz da vida quando se descobre que há um sítio onde se pode pedir pastéis de nata, quentes e com canela com uma bica a acompanhar e não com um balde de café de cafeteira. Ser emigrante é muito mais que sentir o coração a quase querer sair do peito de excitação quando o avião, ao chegar a Lisboa, vai dar a volta a Almada e consegue-se ver o Tejo, a ponte, as colinas, a cidade. Ser emigrante é muito mais que procurar, entre dezenas e dezenas de caras desconhecidas, os pais e/ou o irmão, a cunhada e/ou os sogros enquanto se atravessa a rampinha do aeroporto depois de se conseguir levantar a mala do tapete.
Ser emigrante é muito mais que isto tudo.

Ser emigrante também é ter de lidar com toda a logística das viagens e, isso, meus amigos, não é fácil. Nada. Muito menos no Natal. A verdade é que uma pessoa chega a um ponto em que já nem sabe muito bem o que ficou por lá (em Portugal), portanto o melhor é levar alguma roupa de inverno, antes a mais que a faltar. Mais roupa interior, meias e collants. E é preciso conciliar o espaço da mala com isto tudo mais as prendas de Natal e ainda toda uma selecção de artigos de higiene ("Será que tenho lá shampoo? É melhor levar... E pasta de dentes? Leva-se também"). Nada pior que chegar a casa depois da viagem, querer tomar banho e não ter com que se lavar. E não esquecer de tirar do frigorífico aquelas coisinhas que comprámos para experimentarem por lá. Tudo isto sem exceder 20 Kgs.
Mas não é só a mala de porão a preocupação. Como levo sempre o portátil comigo, convém não deixar por cá o carregador. Assim como o carregador do telemóvel. Já agora, não esquecer de levar os documentos, o check-in já impresso e umas bolachas para comer na viagem, para não gastar dinheiro durante o vôo. Ah, e os óculos de ver, bem como os óculos de sol. Muito importante levar óculos de sol para Portugal.
E onde está o cadeado para fechar a mala?
E os phones do telemóvel? E o inalador para a asma? E lenços de papel? E o livro para a viagem?

Ou seja, está na hora de confirmar que está tudo pronto e que não me esqueci de nada. Está quase na hora de sair de casa para ir... para casa!

Fashionable Mondays

Fashionable Mondays


sábado, dezembro 14, 2013

Por aqui

Frio, chuva e vento. Muito, muito, muito vento. Tanto vento que, com o guarda-chuva aberto, dei por mim numa de Mary Poppins a levantar os pézinhos do chão.

Oh, oh, oh,
Let's go fly a kite
Up to the heighest height!

sexta-feira, dezembro 13, 2013

Não sendo supersticiosa...


A verdade é que acabo por ser um pouco com as sextas-feiras 13. É um dia que não gosto. "E não gostas porquê, Gambuzina?", perguntam vocês. Então passo a explicar: desde aquela fatídica sexta-feira 13 em que eu, com os meus 10 anos, era uma mera espectadora e levei com uma bola de volleyball na cara, e em que roubaram o pau que trancava a minha cesta de vime para levar o almoço para a escola e, sem me aperceber disto, quando fui para agarrar na pega para ir embora, a cesta abre-se, cai tudo ao chão, o pudim de chocolate que devia ter comido ao almoço aterra nos meus pés, desfazendo a embalagem e sujando tudo e mais alguma coisa, que não acho grande piada a este dia.
Vá, pronto, é mais trauma de infância que superstição.

quinta-feira, dezembro 12, 2013

Só para o marido não se queixar que eu não lhe dou ideias para prendas

Pronto, agora não me venhas dizer que eu não te ajudo! Ficam aqui algumas ideias :)

Casaco da Mango

Camisola da Mango (não querendo influenciar a escolha, posso dizer que estou muito apaixonada por esta peça)

Calças da Mango

Calças da Mango

Casaco da Forever 21

Mala da River Island

O novo livro de Elizabeth Gilbert

Este livro do Haruki Murakami, que ainda não tenho e não li

O documentário Artifact
Cachecol da Parfois

Gorro da Parfois

Mala da Parfois (também em preto)

Capa Kovet para Iphone (no Arnotts)