segunda-feira, setembro 30, 2013

O Banco Mágico // Parte I

Era uma vez um banco mágico. Aparentemente, não tinha nenhuma particularidade específica que diferenciasse dos demais bancos do mundo. Era um banco simples para três pessoas, de ferro forjado preto e com um assento de esponja forrado num tecido com padrão florido muito ao estilo de William Morris, posicionado entre outros dois bancos do mesmo género e encostado a uma parede de um dos milhares bares que existem em Dublin. Mas aquele banco tem algo de mágico por atrair certas pessoas.

Numa sexta-feira à noite, uma das duas brasileiras que estão sentadas nesse banco, de pele morena e cabelo de ouro lavado com óleo velho para fritar batatas, com feições buçais mas vestida de lantejoulas da cabeça aos pés, decide perguntar a Pedro (um emigrante português que se encontra sentado no banco ao lado com mais dois amigos portugueses, a sua adorada mulher, uma portuguesa nascida na África-do-Sul e uma amiga brasileira encantadora) em que fotografia ela está melhor. "Nenhuma", pensa ele. Mas como não quer ser mal educado, responde a segunda. O grupo começa a conversar com as brasileiras do banco mágico, palavra puxa palavra, e a mulher da fotografia começa a desbobinar a vida toda. É carioca de 27 anos, está na Irlanda há seis anos e é casada com um irlandês lindoooooooo há 2 anos. É um gerente f*dão, segundo as suas palavras exactas. Adora estar a viver em Dublin, onde já vive há quatro anos. E o marido com quem está casada há três, é lindooooo, tem 40 anos e ela 25. Ela não se dá com outros brasileiros em Dublin, tirando a sua amiga que é casada há quatro também com irlandês. E ela própria está casada com um gerente f*dão irlandês há três anos. Estão as duas ali porque de vez em quando recebem dinheiro dos maridos para irem esturrar em jantares com o seu grupo de amigas brasileiras que têm em Dublin. A adorada mulher de Pedro, só se ri, (não há outra forma de levar aquela situação). A outra brasileira, a que está casada há sabe-se lá ao certo há quanto tempo com um irlandês porque, ou elas estão demasiado bêbadas ou não têm a história decorada como deve ser, já está grávida de quatro meses do segundo bebé quando beberica uma Pint de Guiness porque "uma cérvéjinhah dji veiz em quando, não faiz mal ao neném, não faiz não!". Pedro, que quando desatina, desatina a sério, diz à brasileira que a sua adorada mulher  (que apesar de ter nascido na África-do-Sul, viveu a vida inteira em Portugal), é croata mas que viveu cinco anos em Portugal.
"Nossaaaaa, vocêi fala um portxuguêix quaisi perfeito! Nosssssaaaaa!". A sua adorada mulher agradece, fazendo um esforço hérculeo para não se rir.
"Sabi, o meu marido é irlandês, um gerentxi f*dão, lindooooooo com 40 anos. Eu tenho 26!", volta a repetir. A adorada mulher de Pedro não aguenta e desata-se a rir enquanto pensa "26? Só se for em cada perna!".
Passado algum tempo, as brasileiras começam a falar entre si, olham para o relógio e decidem ir embora, dando lugar a outros dois rapazes. 

Fashionable Mondays

Fashionable Mondays


sexta-feira, setembro 27, 2013

Agora até que calhava bem...

Pronto, ok. Eu não tinha saudades do tempo mais fresco. Não tinha saudades de andar de botas, nem de camisola, nem de calças mais quentes. Não tinha saudades da chuva nem do céu cinzento e feio. E a verdade é: ainda só passaram nem meia dúzia de dias e já tenho saudades e sonho com o calor, sol, praia, bebidas frescas, o café com uma pedrinha de gelo, com as sandálias e roupa de verão. Não me apetece andar com o chapéu de chuva atrás nem de andar de galochas calçadas, e só de pensar que daqui a umas poucas semanas já vou ter de usar luvas, gorros e cachecóis quentes, tremo. Não sou pessoa de meias-estações e muito menos de tempo frio.

Mas uma pessoa não tem sempre, por norma, aquilo que quer. Para mim seria Verão o ano inteiro, essa é que é essa. Não é e não me estou a ver num futuro próximo ir parar às Caraíbas - se bem que St. Bart's parece-me uma óptima opção. Por isso, mais vale (re)adaptar-me ao frio, tentar ver as coisas bonitas que este clima poderá trazer e sorrir. E nem eu consigo deixar de sorrir perante uma chávena de chá com umas bolachinhas.

quinta-feira, setembro 26, 2013

Ninguém merece

Sr. Gambuzino já me tentou acalmar ao dizer que ainda só tinha acontecido uma vez, para além desta. A verdade é que agora estou preocupada e ansiosa para ver com que regularidade isto vai acontecer. Ninguém merece acordar às cinco da manhã (ainda nem eram) e assim permanecer até às oito porque os vizinhos do lado decidiram pôr música aos altos berros àquelas horas da madrugada. Ao estilo de Busta Rhymes. Yo.
Bem, a verdade é que se isto for frequente, não terei outro de remédio senão chamar a polícia. É chato e desagradável, é sim senhor, mas não me apetece andar feita zombie durante o dia só porque uma alminha não tem respeito pelos demais habitantes do prédio. Já para não falar na falta de gosto musical, mas isso já é pessoal.

Em negação

Ainda não acredito que após dois meses inteirinhos a calçar sandálias (ou na maior das loucuras, sabrinas) em que os pés tinham todo o espaço e liberdade para poder mover os dedos à vontade, ou se não tinham tanto espaço quanto isso tinham pelo menos com um sistema de ventilação apropriado, eles [os pés, coitaditos] tenham agora de ficar confinados ao espaço apertado, claustrofóbico e pouco ou nada arejado das botas. Assim, de um dia para o outro e sem qualquer tipo de preparação física e mental. Isto pessoal, é duro. Muito duro.


quarta-feira, setembro 25, 2013

Arrumar a roupa

Tirei tudo da mala a atirei para cima da cama. Abri os armários e fiz o mesmo. O objectivo seria, portanto, organizar a roupa. Mas já entrei uma data de vezes no quarto a olhar para a roupa toda espalhada em cima da cama, dou dois passos em frente, pego numa camisola, dobro-a, pego noutra camisola, dobro-a. Volto a focar a cama repleta de roupa (na sua grande maioria, quentinha). Reviro os olhos para mim mesma, fujo do quarto como o diabo foge da cruz e invento qualquer coisa para fazer só para protelar mais um pouco o momento em que me decido dedicar totalmente (mas contrariada) a essa árdua tarefa que é arrumar roupa.

Oh santa paciência, onde está o Harry Potter do lar quando mais preciso dele?

Adeus Verão! Olá Dublin!

Depois de um Inverno completo a rogar pragas a S. Pedro, este deve ter ficado com algum peso na consciência para não só me ter dado um Verão bom, quente e solarengo, como ontem fez o favor de carregar o céu de nuvens e baixar a temperatura em Lisboa o suficiente para que o choque não fosse tão grande quando eu chegasse a Dublin. E a verdade é que realmente não foi um choque tão grande quanto isso: era quase uma da manhã quando o avião aterrou numa Irlanda atipicamente enevoada (pode ter um clima péssimo - para o meu gosto - no entanto, não é comum, pelo menos em Dublin, haver muito nevoeiro) mas por baixo dos dois casacos que trazia vestido, não sentia frio.

E foi quase às duas da manhã que cheguei a casa, a uma casa nova. Se já antes estavamos na cidade, agora estamos mesmo no centro. Agora, apesar de já não estranhar minimamente a cidade, estranho estas novas paredes. É um apartamento com uma área um pouco maior em relação ao anterior e com direito a sofá-cama para as visitas, coisa que antes não tínhamos. A era do colchão de ar ou da ida para o hotel está, basicamente, eliminado e fora de questão. 
Para além disto, deixamos de estar permantenente à sombra (fruto de um r/c no canto do edifício e por baixo de uma varanda), e temos finalmente claridade a entrar descaradamente pelo apartamento adentro. 

O único senão consiste no facto de, apesar de estar tudo limpo e supostamente arrumado, Sr. Gambuzino não ser a pessoa mais dotada no que diz respeito a decoração e organização do lar. Tenho aqui muito trabalhinho pela frente. O que, para mim, não é nada mau: para além de ser algo que me dá bastante prazer, pode ser que me leve a tratar estas paredes por "tu" mais rapidamente do que estou à espera. Isto porque, das coisas mais importantes é sentirmos que estamos em casa, confortáveis. Só isto é meio caminho andado para nos sentirmos bem, onde quer que a gente esteja.

Mas por agora, para começar, há que desfazer 21 Kg de bagagem *suspiro*.

terça-feira, setembro 24, 2013

Os últimos dias em fotos

Não me lembro do nome disto, mas era tão bom!
Olhó "disconto"!!!!!


Num dos meus sítios preferidos em Lisboa, Fábulas

Um cheesecake com compota de Abacaxi e Côco para mim (maravilhoso!), e um cheesecake com compota de frutos silvestres para a menina Ádescávir

No miradouro Arco do Triunfo





Eu e a minha xuxuzinha :)

sexta-feira, setembro 20, 2013

Um amorzinho, este meu homem*!

Pelo skype

Ele: aiiiii, a apanhar o cabelo... só para mostrar que está grande, mas o meu também está! Ahhhhhh!
Eu: mas o meu está mais! Ahhhhhhh!
Ele: mas não tenho tantos cabelos brancos como tu! Ahhhhhh!
Eu: mas eu tenho mais cabelo que tu! Ahhhhhhh!
Ele: nas pernas?

Parvo.


*"meu homem", expressão que por acaso abomino profundamente

quinta-feira, setembro 19, 2013

Momento awwww do dia

Estava deitado, mas quando se apercebeu que eu me estava a aproximar rolou a cabeça em jeito de mimo. É um mimado este meu gato! :)


Foi paixão à primeira vista

Com a chegada a passos largos (larguíssimos!) da data de regresso a Dublin, é inevitável eu começar a pensar na roupa e calçado de Inverno. Sim, porque por lá as temperaturas já estão bem baixas - verdade seja dita, tudo o que seja abaixo dos 24º, sensivelmente, para mim é frio. Mas adiante: entrei na Pull & Bear e fiquei a modos que apaixonadita por este modelito de botins. São tão fofinhos. São tão a minha cara. São tão os meus pés. Ficam mesmo giros calçados. Comecei logo a imaginar os fantásticos outfits que eu poderia fazer com estes piquenos. Ai. Não posso gastar dinheiro pá!



quarta-feira, setembro 18, 2013

Motto of the day


Ao longos dos tempos tenho vindo a aperceber-me que ignorar, muitas vezes, é uma arma poderosa: nem eu me chateio tanto (vá, não gasto a voz), nem a outra pessoa, que diz e faz as coisas com aquele cunho de chico-espertismo ou por pura maldade, não tem possibilidade de se defender. O pior é mesmo o depois, o não me esquecer das coisas e ficar a pensar, e pensar, e pensar. A remoer no assunto. No fim, vale tudo ao litro, essa é que é essa. Mas isto tem de ser com baby steps, não posso pensar que consigo ignorar e esquecer só porque quero. É um trabalho pessoal em progresso permanente.
Mesmo assim há alturas em que tenho mesmo vontade de mandar a bela da boca e calar certas pessoas, e nem sempre consigo conter-me: respira fundo; conta até dez; cem é melhor; não ataques... não ataques... Morde! Tenho a noção que sou pequena mas que tenho o feitio de um pugilista descontrolado. Pode ser que daqui uns anos esteja num estado zen de tal maneira que consiga controlar melhor estes meus impulsos. Até lá, vou trabalhando o melhor que consigo para não deixar os idiotas arruinarem o meu dia.

terça-feira, setembro 17, 2013

Aquele momento...

Estás a contornar uma rotunda na paz da vida. Um carro entra na rotunda à trambalazana no exacto momento em que estás praticamente a passar pela entrada de onde vem esse carro. Páras bruscamente para não bateres no carro que não tinha nada que entrar naquele momento. Lanças a mão com toda a velocidade e força para atacar a buzina. Quando estás quase, quase, quase com a mão (toda aberta) em cima do volante para buzinares em grande, vês bem que carro é e abortas a missão instantaneamente. É a Polícia Municipal. Belo exemplo, hein!

Por aqui ouve-se...

Sexta-feira à noite fui com umas amigas a um bar que não conhecia em Lisboa, o Club Noir. Eu não tenho assim tanto gosto e paciência quanto isso para discotecas com músicas comerciais, tecnho e pop, por isso posso dizer que fiquei bastante contente por me terem dado a descobrir deste espaço: para além de terem dedicado a noite aos meus (perfeitos) queridos Depeche Mode, têm um repertório que incluem músicas alternativas, rock, indie rock e metal dos anos 80 e 90, entre outras. Isto, meus senhores e minhas senhoras, é música para os meus ouvidos. E assim, desta forma, voltei a ficar viciada numa música que já não ouvia há muito tempo. Sim, porque o meu vício por músicas não se restringe a músicas actuais, muito pelo contrário. Grande parte das vezes dou por mim a ficar (de novo) viciada em músicas mais antigas que já não ouvia há algum tempo. E esta dos Depeche Mode é uma delas - na verdade, qualquer uma das suas músicas é digna de vício, mas por agora ficamo-nos por esta.


segunda-feira, setembro 16, 2013

Por gostar de laços e pelo valor simbólico que tem para mim, fica na minha lista de tatuagens a fazer. Não será a próxima (essa já há muito que está escolhida e estará para muito em breve), mas este lacinho fica, decididamente, na lista. ♥

Fashionable Monday

Fashionable Monday


Theory silk blouse
my-wardrobe.com


Raxevsky pants
$67 - pret-a-beaute.com




Triwa chronograph watch
$295 - urbanexcess.com



Ray-Ban sunglasses
barneys.com


River Island scarve
$19 - riverisland.com

sexta-feira, setembro 13, 2013

Para cabelos bonitos e sem prejudicar os animais

Após o meu breve colapso nervoso ao saber que os shampoos e condicionadores da Nivea iriam ser descontinuados, pus mãos à obra e tratei de levar avante uma minuciosa e profunda pesquisa para saber que outras alternativas eu tinha, ou seja, que outras marcas de shampoos para além da Nivea não fazem testes em animais.

E a verdade nua e crua é: aparentemente, não há produtos de supermercado que não façam testes em animais. Não só mau por tudo o que é implícito, mas também pela minha carteira.

Mas aqui ficam algumas marcas que eu descobri não fazerem testes em animais:

Yes To



Para além de serem produtos quase 100% naturais, não só não fazem testes como dizem ter a preocupação de encontrar parceiros, colaboradores e fornecedores com as mesmas preocupações. Sei que os produtos desta marca estão à venda em Portugal na Sephora, mas da última vez que lá fui não os vi expostos e havia tanta gente na loja que não tive paciência para esperar para perguntar a alguém o preço dos mesmos.

Lush


A Lush é outra marca que para além de não fazer testes em animais, tem a preocupação de tentar consciencializar as pessoas para o facto de haver tantas marcas a experimentarem os seus produtos em animais, com campanhas de sensibilização, campanhas publicitárias, petições, etc. Confesso que nunca comprei nada desta marca apenas porque custa-me um pouco aproximar das suas lojas com aqueles cheiros sempre tão intensos. Mas depois de vir a saber estas coisas, de certeza da próxima vez que passar ao lado de uma, faço-me de forte (ponho uma mola no nariz) e entro!

TIGI Professional

TIGI é uma empresa que detêm as marcas Bed Head e Factor S, e nenhuma delas fazem testes animais. Thumbs Up! Podem encontrar à venda no RR Center.

Rusk



Mais uma vez, à venda no RR Center.

Phyto Paris



Mais uma marca de produtos capilares orgânicos, naturais, preocupados na utilização métodos conscientes face ao ambiente. E sem testarem em animais. Pelo que li, quem experimentou ficou fã dos produtos desta marca, bastante conhecidos inclusive para tratamentos anti-queda. À venda nas farmácias.

Body Shop



Deve ser, provavelmente, de todas as marcas aqui expostas, amais conhecida. O único senão consiste no facto de ter sido comprada pela L'Oreal, que faz testes em animais. Mesmo assim, a Body Shop jura a pés juntos que não faz. Não fica tão barato quanto os produtos da Nivea mas para mim foi a solução que de momento encontrei ser a mais acessível, uma vez que há sempre uma loja da Body Shop em (quase) todo lado e por ser, de todas as opções em que consegui ver o preço, a mais barata. E posso dizer que estou muito satisfeita com os seus produtos para o cabelo.

quinta-feira, setembro 12, 2013

Aquele momento...

Quando a minha mãe vê uma fotografia minha e do Gambuzino com o sobrinho (na altura com 9 meses) ao colo e diz: "ahhhhh, estão tão bem! Tão lindos! Filha, fica-te mesmo bem!"
"O fato é bonito, sim."
"O bebé!"



A minha sogra é poderosa

Ontem o meu dia e uma boa parte da noite foi passada no hospital. A minha sogra tinha uma massa benigna no cérebro que estava a começar a crescer e os médicos decidiram que estava na altura de retirar. Este foi um dos motivos, o principal até, de eu ter prolongado a minha estadia em Portugal. Sr. Gambuzino não podia ficar cá devido ao seu trabalho, e tendo em conta a minha flexibilidade como freelancer, decidi ficar cá para poder dar o apoio necessário aos meus sogros e para o Gambuzino ficar mais descansado.
A operação, felizmente, correu bem. Tinham falado ser possível ter de ficar em coma induzido durante um ou dois dias mas não foi necessário. Uma hora após a cirurgia ter acabado, ainda tive a oportunidade de a ver acordada.

Devo dizer que se tivesse sido comigo, mesmo com todo o pensamento positivo possível imaginário, quando chegasse a hora de me levarem para o bloco operatório, creio que desatava num pranto a chorar baba e ranho. Mas a minha sogra não, manteve-se forte o tempo todo. Sabe-se lá como é que ela haveria de estar por dentro, mas tirando algumas lágrimas que deixou cair, adoptou um semblante optimista. Foi poderosa, minhas senhoras, poderosa!

Tenho de dizer que todo o pessoal médico e auxiliar foi extremamente simpático. Tirando a recepcionista que, mais papista que o papa, não me deixou subir ao piso do bloco operatório com o meu sogro para falar com o médico porque, segundo as palavras dela, ríspidas e amargas, "Para quê? Hoje já não a vai ver!". Ainda fiquei cerca de 45 minutos no hall de espera do piso de entrada, mas quando me apercebi que o turno dela tinha acabado, fui fazer o choradinho ao segurança e explicar que o meu sogro, um senhor com problemas cardíacos, estava sozinho e que estava preocupada com ele, se não podia subir. O segurança telefonou imediatamente para o piso onde ele estava para saber e passados dois minutos disse-me que não havia problema, para eu e a minha mãe subirmos. Passada algum tempo, o médico cirurgião veio falar connosco e disse que se quiséssemos esperar mais um pouco, até podíamos vê-la sem qualquer problema.

Agora vem a parte da convalescença. Mas eu acredito que, forte como tem sido até agora, vai recuperar às mil maravilhas. Sim, sem dúvida.

quarta-feira, setembro 11, 2013

Motto of the day

A mente é um arma poderosa, das mais poderosas que pode haver: pensamentos negativos atraem tudo o que é de negativo, enquanto que pensamentos positivos já atraem aquilo que é de melhor. É por isso, é por acreditar piamente nisto, que hoje a palavra, ou expressão, de ordem do dia é essa mesmo: pensamento positivo. Hoje não há espaço para negativismo, para "oxalá", nem nada que se pareça. Hoje vai ser, e vai ser tudo de melhor. Tudo vai correr bem.

Hoje convido-os a serem positivos comigos. Eu sei que estou a ser vaga, mas por agora é tudo o que vos posso dizer. Acreditem que toda a boa energia, principalmente hoje, é bem vinda. Agradecida :)

terça-feira, setembro 10, 2013

Cactos, haja quem os perceba!

Tenho algumas orquídeas e algumas plantas daquelas típicas para ter dentro de casa. Tudo lindo, tudo maravilhosamente bem tratado. As orquídeas, então, andam sempre lindas e com um aspecto incrivelmente saudável. São o meu orgulho.

E no meio de tanta plantinha sensível, o que é que eu deixo morrer? Um cacto. É o segundo que me morre. Eles sobreviverem em desertos sem ninguém a apaparicá-los mas acabarem por morrer às minhas mãos (salvo seja, isso era capaz de doer um pouco), é coisinha que, para além de não perceber, me deixa desmotivada. É um pico espetado no meu coração. Humpf!