sábado, novembro 30, 2013

O dia em que fiz a minha segunda tatuagem

Cheguei à loja só para fazer a marcação quando me dizem que havia uma vaga para hoje. Para quando?, perguntei eu. Se não for uma coisa muito grande, pode ser agora, responde-me o rapaz da loja. Ok, na verdade é um laço pequeno. E assim foi. Mostrei uma fotografia da imagem de referência que tinha no telemóvel e passados uns quinze minutos lá estava eu deitada numa maca com a manga da camisola arregaçada pronta para a minha segunda tatuagem. Dois minutos, se tanto, foi o que demorou a fazer. 
Esta tatuagem pode ser pequena mais é cheia de simbolismo. Um dos significados: é um laço que representa a forte ligação que eu tenho à minha família, em especial com os meus pais. A minha mãe odeia tatuagens mas, não sei porquê, era importante para mim marcar no meu corpo o amor que eu sinto pelos meus pais. Ainda tem outro significado mas esse fica só para mim.
E gostei muito do resultado final. Pequena q.b., fofinha e com um significado mais que especial.

Nota: Daqui umas semanas, quando ja estiver cicatrizada, mostro como ficou :)


sexta-feira, novembro 29, 2013

Aquele momento...

Quando uma senhora muito simpática e educada sai do elevador pelo qual estavas às espera, sorri para ti e diz "Hello" com o ar mais fofinho do mundo para, logo de seguida, entrares nesse mesmo elevador e estar um pivete a puns podres...

quinta-feira, novembro 28, 2013

Miúdo de 16 anos julgado por três juízes por... Roubar três pizzas.

in Público.

E porque é que ainda ficas chocada com estas notícias, Karina sem acento?
Pois, no país em que o mendigo é julgado por roubar uma lata de feijões mas que nada acontece aos que andam a sacar indevidamente milhões a todo um povo, notícias como estas já não me deviam espantar. Mas, chamem-me ingénua ou inconsciente (e talvez seja eu que não esteja a ver bem as coisas!), acho vergonhoso que sejam necessários três juízes e que o miúdo possa apanhar até oito anos de prisão por não pagar 31,50€. Que tivesse de pagar esse montante, que passasse uma semana na cadeia só para não repetir a brincadeira, que fosse lavar pratos de borla durante um mês. Agora... Três juízes e pena de prisão por um delito deste tamanho quando nem sequer houve ofensa física? Não quero defender o miúdo (cometeu um delito, terá de pagar, obviamente) mas no dia em que punirem bem e à séria os verdadeiros corruptos, aqueles que andaram e continuam a roubar o país, os que roubam e agridem, os que matam e tentam matar, os predadores sexuais, os maridos e mulheres violentas, etc, etc, aí tudo bem, que ponham três juízes para condenar quem roube três pizzas. Até lá, tenham juízo!

quarta-feira, novembro 27, 2013

Uma tentação chocolateira

Anda uma pessoa a portar-se tão bem, a comer sopinhas e a beber água e nada mais que água (e chá e um café por dia, logo de manhã para abrir a pestana) para depois cair em desgraça. Mas foi uma desgraça saborosa. Além de que acompanhei isto com um copo de água. Podia ter pedido um capuccino ou um latte ou mocha, mas bebi água. Afinal, até nem me portei tão mal quanto isso...


The Counselor


Bem, vamos lá por partes. O filme é interessante. As personagens estão incrivelmente bem estruturadas e ainda melhor interpretadas - pudera, com o elenco que tem, Michael Fassbender, Javier Bardem, Brad Pitt, Cameron Diaz e Penélope Cruz, seria um fiasco se se lembrassem de serem todos maus actores ao mesmo tempo. Gostei - ao contrário de grande parte das críticas, pelo que tenho reparado - do facto de, durante o filme praticamente inteiro, nunca se saber muito bem os "onde, quando, porquê, como". Vai-se percebendo, não é algo que se sabe imediatamente. Gostei de, como um "simples" pormenor desencadeia todo um rolar de acções.
O grande problema deste filme, para mim, é ter diálogos demasiado longos e que, várias as vezes, se tornam sem interesse. Da mesma forma, também há cenas que a meu ver são irrelevantes.

Segundo o IMDB, The Counselor tem uma avaliação de 5,9 em 10. Eu cá acho que é uma nota demasiado baixa para o filme que é. Mas isso sou eu. Eu dava à vontade um 7,5. Até porque há outros factores que enaltecem este filme: a banda sonora (brilhante), a fotografia, a própria realização (não é o meu filme preferido de Ridley Scott, mas não deixa de ser um filme deste senhor o que, só por isso, dá-lhe algum valor!)

Para além disso, tem uma das cenas mais hilariantes/estranhas/excêntricas/totalmente-diferentes-daquilo-que-já-vimos de sexo da história do cinema.

Talvez não seja o típico filme para massas, mas não deixa de ter o seu interesse. Pelo menos para mim porque pelo que tenho visto, devo ser das poucas pessoas que achou alguma piada (não uma obra-prima, mas com alguma piada) a este filme.

terça-feira, novembro 26, 2013

Ontem...

Foi espectacular! Sem dúvida dos melhores concertos a que já fui - e já fui a tantos, mas a tantos mesmo - e compensou o concerto deles no Optimus Alive em que só puderam tocar 40 minutos. Não só pelo Jared pelas músicas, mas por todo o espectáculo. Houve confetis, balões, espectáculo de luz e vídeo, muito riso, muita interacção com o público, muita energia, muita simpatia e muito humor. Pronto, ainda estou um pouco amuada por não me ter chamado ao palco (e eu bem que fiz contacto visual), mas está bem... eles bem que disseram que queriam "real Irish boys and girls" e eu só dou ares de irlandesa quando estou em Portugal (não estou a brincar, vá-se lá saber porquê, mas já passei por estrangeira umas quantas vezes no meu próprio país).
Bem, que venham os seus próximos concertos que, se eu puder, estou lá de certeza outra vez!

Notas:
1- O som do O2 é brutal. Põe o Pavilhão Atlântico a um canto, cantinho.
2- O público irlandês é super alegre e, ao mesmo tempo, mais civilizado. É a verdade e as verdades são para ser ditas.
3- Nunca tinha visto isto num concerto, mas estava sempre alguém a passar com copos de água a oferecer às pessoas que tivessem sede.
4- Não tocaram a Attack. Fiquei triste.
5- Como estava mesmo nas grades, vi o Shannon a três passos de mim quando ele saiu entre músicas para descansar e ir até ao bar do O2. Pensei que fosse bem mais alto, mas até é rodinhas baixas.
6- O Gambuzino também gostou muito. Segundo ele: "O teu platónico esteve muito bem".

O2 Dublin

Karina, a manfia de gorro fluorescente 



A banda de abertura, You and me at six. Não conhecia as músicas deles, apesar de já ter ouvido falar neles, e são porreirinhos. Mas não me suscitou o interesse suficiente para querer saber mais deles.

Senhores e senhoras, aqui estão eles: 30 seconds to Mars!









O rapaz de t-shirt branco estava incrivelmente histérico por ter sido chamado ao palco. Foi só rir!



segunda-feira, novembro 25, 2013

30 segundinhos...

Bem, vou ali e já volto!


Ajudar ou não ajudar?


Lembro-me de ser miúda e estar a pôr as compras no carro com a minha mãe quando aparece uma mulher a pedir dinheiro porque, segundo ela, tinha fome. A minha mãe responde que "dinheiro não dou... mas tome", e entrega-lhe um saquinho com uma dúzia de carcaças acabadas de comprar. A mulher olha para o saco, agarra-o, dá uns quantos passos para se afastar um pouco de nós e atira esse mesmo saco com o pão para o chão e pisa-o.
Anos mais tarde, já estava eu a trabalhar, aparece-me à frente um senhor a dizer que tinha fome. Eu olho para o lado e digo para irmos ali à pastelaria, para ele escolher o que quisesse para comer e beber que eu oferecia. Pediu um café.
Bem sei que nem todos os que andam a pedir dinheiro na rua são drogados e que os motivos pelos quais levaram a que chegassem a esse ponto de mendicidade e, muitos deles, de sem-abrigo, são os mais variados. No entanto, depois destas duas situações, só dou comida para o banco alimentar ou para outras demais associações, assim como também dou roupa. Mas não me venham pedir dinheiro na rua e dizer que têm fome, porque eu não dou.

Mas neste sábado aconteceu uma coisa bonita. Íamos a caminho das compras ao final da tarde quando, ao passarmos por um sem-abrigo todo enrolado em sacos-cama, com a cabeça a olhar para o chão, e com um braço de fora a segurar num copo de papel para lhe darem dinheiro, o Gambuzino diz-me para comprarmos qualquer coisa para ele comer. Ok, está bem. E assim foi: comprámos duas embalagens de bolachas por serem mais calóricas e, quando voltamos a passar por ele, o Gambuzino aproxima-se e pergunta se ele aceita aquelas embalagens. O homem, olha e diz que aquelas bolachas eram do Gambuzino. E o Gambuzino diz: mas eu comprei para ti. E o homem responde que está bem, mas que só ía aceitar uma embalagem, a outra era dele. O Gambuzino diz que não, eram as duas embalagens para ele. O homem, com um sorriso nos lábios e brilho nos olhos aceita, "really? oh, thanks... thanks so much!".

Que o Gambuzino é um homem bom, isso sei eu e sabe toda a gente que o conhece. Mas confesso que não estava à espera de ver o homem, a precisar muito, muito mais que nós, preocupado por ficar com as duas embalagens de bolachas que tínhamos comprado para ele. Confesso que para além de ter ficado comovida com isto, relembrou-me de algumas coisas: as pessoas não são todas iguais, há quem queira ser ajudado e que a acção de ajudar alguém, mesmo só com duas embalagens de bolachas, e ver a sua alegria estampada no rosto é, por si própria, compensatória.

Fashionable Mondays

Fashionable Mondays


sábado, novembro 23, 2013

Por aqui ouve-se...

Fiquei inspirada quando hoje vi uma t-shirt desta banda à venda numa loja. Entrei logo em modo saudosista ao emergiram na minha mente as memórias que eu tenho de mim, ainda criança, a ouvir isto com os meus irmãos. A t-shirt ficou por lá. Mas só por agora... :)


sexta-feira, novembro 22, 2013

The Hunger Games: Catching Fire!


Quando fui ver o Hunger Games no ano passado, ainda não tinha lido os livros até porque só quando o filme estreou é que soube da sua existência. Mas gostei tanto do filme que no dia seguinte estava a comprar o primeiro livro e duas semanas depois já tinha a saga, um total de três livros, totalmente devorada lida. Portanto, se havia filme pelo qual eu aguardava ansiosamente para ir ver era este. E não fiquei nada desiludida, antes pelo contrário. É claro, um livro é sempre um livro, mas posso dizer que é das melhores adaptações cinematográficas a partir de livros que já vi. Não é 100% fiel à história original (há um pormenor que, confesso, faz-me bastante confusão terem alterado), mas o essencial está lá.
E pronto: a Jennifer Lawrence é brilhante. O que faz de Peeta, Josh Hutcherson, também está muito bem. O Woody Harrelson nunca me desilude e não vejo ninguém melhor que a Elizabeth Banks para fazer de Effie, assim como acho o Donald Sutherland perfeito como President Snow. E fiquei bastante contente com a presença de Philip Seymour Hoffman, um actor que admiro bastante. Os efeitos especiais continuam brutais, a fotografia e os cenários ainda mais brutais. A única coisa que eu achei que podia ser realmente melhor foi a banda sonora. Tirando isso, thumbs up!

Ah, e fomos ver em IMAX. Que taradice de imagem e som, quase (quase!) não precisava dos óculos para ver o filme focado!

quinta-feira, novembro 21, 2013

Bad, bad Mary!

Eu que até ando armada em menina responsável com as finanças, ou a bem dizer, forreta, quero desta forma expor o meu desagrado à Mango por conseguir puxar em mim a minha veia mais gastadora e consumista ao ponto de, por momentos, não querer saber das minhas poupanças para nada. Isso, meus caros, não se faz!

Mas bem vistas as coisas, o Natal está aí à porta... fica a dica...











Hoje acordei ácida


Talvez por ter andado a comer à bruta castanhas assadas, bananas e sumo de laranja tudo na mesma altura (não ao mesmo tempo) e já ter tido melhores dias no que diz respeito do trato gastrointestinal, que é para eu aprender a não ser lambuzona. Ou talvez porque dormi (o pouco que dormi) mal. Ou porque o dia está feio, cinzento, e muito, muito frio. Ou porque estou com uma moleza desgraçada e não me apetece fazer nada. Portanto, não estando muito bem disposta (literalmente), aproveito para deixar o seguinte recado: a todos os sites, páginas, aplicações e tudo o que possa haver na internet em que seja necessário/obrigatório fazer like das suas respectivas páginas do facebook para se poder aceder à informação: vão àquele sítio que eu cá sei.
Pronto, já me sinto melhor.

quarta-feira, novembro 20, 2013

Viajar na maionese


Um dos meus maiores sonhos é dar a volta ao mundo. Pegar numa mochila com alguma roupa, bens essenciais, na máquina fotográfica e partir à descoberta. Por isso, sempre que vem à baila a tão comum e típica conversa do "e o que tu farias se ganhasses o euromilhões?" eu respondo sempre: não esbanjava em grandes coisas, pagava o meu apartamento - não, não compraria outra casa maior como uma vivenda com um jardim enorme de perder vista -, punha o dinheiro a render, vivia dos seus rendimentos e ala que se faz tarde. Iria viajar. Começava no Sudoeste Asiático, e acabava em África, mais propriamente na África-do-Sul (gosto da ironia inerente a esta ideia, acabar uma viagem destas onde nasci). Gosto, igualmente, da ideia de ficar instalada em cada paragem durante algumas semanas e fazer voluntariado ou algo parecido que me proporcionasse a adaptação, integração e aprendizagem cultural. E, é claro, para certos sítios onde sei que os meus pais gostariam de (re)visitar e/ou conhecer, pagaria-lhes a viagem para irem ter comigo e matar as saudades - como alguém disse há uns dias "Karina... podes ter alma de viajante, mas nunca te esqueces do Natal em família". E bolas, estamos a falar do euromilhões, só os rendimentos dariam para isto e muito mais.
No final da viagem, quando regressasse a casa, apoiaria algumas instituições de apoio aos animais. E pronto, poderia comprar um Mini Cooper S. De qualquer cor, que eu não sou esquisita.

E vocês? O que fariam com o Euromilhões?

terça-feira, novembro 19, 2013

Nossaaaaaaaa!

Até os pêlos do rabo batem palmas!

segunda-feira, novembro 18, 2013

De volta à rotina


Depois de duas semanas bem preenchidas com a minha ida a Portugal, estar com a família e amigos, tratar de assuntos como ir ao oftalmologista e escolher uns novos óculos (ó senhores, e que tarefa mais complicada, esta), voltar a Dublin, receber a melhor amiga, ir passear, pôr a conversa em dia, termos aqueles momentos só nossos como se voltássemos a ser as duas miúdas de escola que éramos quando nos conhecemos, deitar tarde e cedo erguer, e depois de muita comida muito boa para a mente mas não tão boa para o corpo (mas as castanhas assadas souberam-me pela vida!), esta segunda-feira de hoje chega para me trazer de volta a rotina. Voltar aos meus trabalhos e projectos e voltar à alimentação saudável e regrada de forma a poder pecar e asneirar sem grandes remorsos daqui um mês. Por isso, encontro-me já preparada para um dia de trabalho, com todo o material necessário (portátil, rato, tablet pen), e um copo alto de chá de limão e gengibre para desintoxicar e revitalizar.

Portanto, bem vinda segunda-feira. Bem vinda rotina. Tenham todos um bom dia!

Fashionable Mondays

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