sábado, agosto 30, 2014

Tãoooo zen


Uma hora de massagens relaxantes seguida de uma super compra em saldos e, por fim, um geladinho.
Bem podia agora o mundo acabar com uma chuva de meteoritos, aranhas voadoras e ET's com metralhadoras, que eu continuava zen.

quinta-feira, agosto 28, 2014

Passados quatro anos ♥

Há quatro anos atrás devemos ter sido dos noivos, vá, menos típicos. Começou logo com o pedido de noivado: numa noite fria de Dezembro, no Guincho, com direito a joelho no chão, um ramo de flores e um colar. Sim, porque Sr. Gambuzino sabia que eu não achava grande piada a anéis de noivado. Para comemorar, ainda se falou em irmos a um restaurante chic, caro e muito fino no Guincho mas isso não fazia tanto o nosso género e acabámos no Hard Rock, ele a comer carne até mais não e eu a devorar o meu hambúrguer vegetariano e a ouvirmos a melhor música. Assim, sim. Perfeito.
Para escolher o vestido noiva, cheguei à loja e disse logo qual o modelo qu queria experimentar (que tinha visto no site) e foi esse mesmo que acabei por escolher. Só pelo sim, pelo não, ainda experimentei mais três. Mas não. Era aquele primeiro, simples, sem pérolas, sem rendas, sem missangas, sem brilhantes e sem atilhos nas costas (que eu não gosto nada), só com um lacinho à frente, cai-cai, saia mais rodada. Para ser perfeito, só faltava ter bolsos, mas não se pode ter tudo. A minha amiga, que estava na esperança de passar dias inteiros a ver vestidos de noiva comigo, ficou extremamente frustada comigo por eu numa manhã ter despachado o assunto. Sorry!
Levei uns sapatos estilo vintage, com um saltinho mínimo, apesar de ser baixa.
Levei unhas vermelhas e não brancas, rosas, creme ou manicure francesa. Maquilhagem subtil e cabelo apanhado. E aparelho nos dentes...
Escondemos o carro e não dissemos a ninguém!!!! onde íamos passar a noite de núpcias (Pestana Sintra Golf Resort & Spa Hotel, que é simplesmente ma-ra-vi-lho-so!).
Não quisemos arranjos enormes e farfalhudos em jarras altas e brilhantes para a decoração das mesas: umas margaridas a flutuar em água, com velas flutuantes. Simples, mimosinho, a nossa cara.
Não quisemos uma quinta grande, com largada de pombas brancas nem lançamento de balões nem carrinhos de pipocas. Escolhemos um restaurante bom, com aspecto rústico, com comida boa boa boa, com um jardim e terraço onde pudéssemos literalmente casar e tirar fotografias. E numa zona alta com vista para o mar e para o Tejo, que era igualmente uma das coisas que mais queríamos.
Preparamos para os convidados uma dança surpresa e que ninguém estava à espera. Apesar dos nossos pés esquerdos e de chumbo, foi bem giro.
Eu não ía nada, mas mesmo nada nervosa. Ía, sim, super feliz e contente da vida.

Não foi um casamento grande, com grandes cerimónias, de pompa e circunstância. Foi algo mais pequeno (ao todo, fomos 68 pessoas), simples, descomplicado, preparado em menos de oito meses e tudo nas calmas e que, basicamente, tinha (e tem) tudo a ver connosco.
E passados exactamente quatro anos, olhando para trás, não alteraria practicamente nada.

Happy Day, Love*


quarta-feira, agosto 27, 2014

Muito complicada esta vida

Isto de trabalhar para não parecer uma alforreca transparente dá muito trabalhinho... Uma chatice...





segunda-feira, agosto 25, 2014

Coisinhas ouvidas por aí

Há uns dias atrás (umas horas antes do carro parecer uma fritadeira velha a fritar rissóis de leitão com óleo velho), ouvi na rádio àquilo que chamo de copo meio cheio levado ao extremo: "o panorama na 2ª circular e na cril começa a melhorar, apenas com trânsito em ambos os sentidos".

Fantástico pá, qualquer coisinha, ponho-me no sentido entre sentidos e a coisa rola bem.

sábado, agosto 23, 2014

O que seriam umas férias sem ter de levar o carro à oficina?

Não seriam férias, duhhhh!!!
Desta vez é qualquer coisa do alternador e qualquer coisa da correia. @&€*#£$!!!! Isto de ter carro é muito bonito, muito lindo e maravilhoso mas uma dor de alma (e para a carteira) sempre que se ouve um novo barulhinho, neste caso de uma fritadeira velha. Raios!

sexta-feira, agosto 22, 2014

Pescadinha de rabo na boca

A praia está boa, está calor e o céu está um azul bonito sem nuvens. A água, essa está tão gelada que me faz congelar dos pés à cabeça em 5 segundos - logo eu que, friorenta-mor, nem nos dias mesmo quentes, tomo duches frios.
Mas está calor e bom bom era ir à água. Mas a água está gelada. Mas não vou à água e fico ainda com mais calor. E com ainda mais calor, quero ir à água. Mas com a água tão gelada, e eu cada vez mais quente, custa ainda mais dar um mergulho para refrescar. Mas está calor!!!

Vou mas é para a esplanada beber café com gelo....

quinta-feira, agosto 21, 2014

Verdade, verdadinha, verdadeira


Apesar de ser gulosa, até consigo resistir mais ou menos a bolos, bolachas e bolachinhas. Resisto a chocolate, gomas (até porque não como gomas), pastilhas elásticas, caramelos, rebuçados e chupa-chupas (confesso que me irrita comer chupa-chupas, acabo sempre por trincar aquela porcaria e arranho o céu da boca). Até consigo resistir a sobremesas como pudins e afins.
Mas não me ponham gelados à frente, que é coisa que eu não resisto e nem faço grande esforço para tal. Dos mais simples aos mais complexos, de chocolate, baunilha, natas, caramelo, iogurte ou de frutas, da Olá à Haagen Dazs, passando pelos do Lidl, em copo, cone, pauzinho ou taça, venham eles.

Karina sem acento, a papa-gelados.

quarta-feira, agosto 20, 2014

Pequenos prazeres da vida


Ir à praia.
Ler um bom livro na praia.
Uma bebida refrescante, como um Tango (cerveja e groselha).
Um bom banho depois de um dia de praia.
Sair à rua com o cabelo molhado.
Estar com amigos.
Almoçar e jantar em família.

Não é preciso muito para ser uma moçoila feliz da vida.

segunda-feira, agosto 18, 2014

domingo, agosto 17, 2014

Experimentei e ficaram que nem um mimo #1




Não fosse eu uma pitosga de primeira apanha e não tivesse de mandar graduar as lentes, não pensava duas vezes e tinha-os trazido comigo. É a vida, parva sou eu que sei destas coisas e ponho-me a experimentar óculos...

quarta-feira, agosto 13, 2014

Um pouco a propósito do post anterior

Já encontrei, já mandei vir online (não havia nas lojas) e já chegou o meu fato-de-banho.
Como tal, gostaria de o estrear. Este ano.

Sem pressões, S. Pedro.


Têm estado uns belos dias...

Para Outono. Quase nem penso em ir para a cama de meias.

sexta-feira, agosto 08, 2014

Sabes que estás a ficar senil quando...

Vasculhas a mala toda até ao momento em que te apercebes que não sabes do que andas à procura.
Ché-ché de todo!

quinta-feira, agosto 07, 2014

Gosto tanto

Quando arrumo as coisas de tal maneira que depois não volto a encontrá-las.
Eu e esta mania minha das arrumações... irra!

Como eu às vezes gostava de ser polícia de trânsito

Chovia multa atrás de multa.
Não faz pisca para sair da rotunda ou para mudar de direcção? Multa!
Não pára na passadeira para deixar o peão passar (tendo tempo e espaço para parar, é claro)? Multa!
Faz a rotunda toda por fora para virar na última saída? Multa!
Vai na auto-estrada na faixa do meio sem ir a ultrapassar? Multa!
Vai no carro sem cinto-de-segurança? Multa!
Vai a conduzir e ao telefone ao mesmo tempo? Multa!
Ultrapassa com traços contínuos? Multa!

Era uma cá uma razia... Não perdoava uma!

terça-feira, agosto 05, 2014

As maravilhas da Tugolândia

Okay, se por um lado continuo a achar que Portugal tem um problema grave de corrupção, nepotismo, burocracia, chico-espertismo e inveja, e que historicamente não temos tido sorte nenhuma com os políticos, governantes e afins, a verdade é que temos coisas realmente maravilhosas.

Temos, só assim para começar, das mentes mais inteligentes (que infelizmente muitas vezes não sabem ser aproveitadas); Falam falam mas chegamos lá fora e damos cartas em qualquer área, desde a científica à artística. Pena é muitas vezes não termos oportunidade e espaço para mostrarmos, cá dentro, aquilo que conseguimos e sabemos fazer.
Somos um povo bem mais culto do que se pensa - lembro-me de, há uns tempos atrás, falar com uma irlandesa que já tinha estado em meio mundo mas que não sabia que Barcelona fica em Espanha;
Somos trabalhadores;
Somos resilientes;
Somos, sem sombra de dúvida, desenrascados como ninguém - não me venham com tangas, McGyver só podia ser português e ponto final;
Somos criativos;
Somos muito limpinhos;
Somos um povo solidário;
Temos uma gastronomia das mais ricas, variadas e até saudáveis. E das mais saborosas;
A propósito da gastronomia, temos o doce de ovos. E o bacalhau salgado. E o café Delta. E a cereja do Fundão; E o marisco e peixe da Ria Formosa.
Temos o pastel de nata!
Temos o sol, o mar, a serra, a planície, a neve. Pequeno mas diversificado;
Podem pensar que não, mas vendo o que já vi e sei, o nosso sistema de saúde público comparando com outros não é mesmo nada mau de todo - ahh, pois, mas com o mal dos outros, posso eu muito bem. E eu concordo...
Temos das melhores praias;
Temos condições para pescas, agricultura, criação de gado;
A nível tecnológico, damos quinze-a-zero a grande parte dos países europeus; As nossas máquinas de multibanco, por exemplo, fazem de tudo. Só ainda não tiram cafés para a asae não se aborrecer com as borras de café nas notas;
Fomos os inventores da Via Verde, que por si próprio já é bem fixe. Parques de estacionamento com pagamento Via Verde, então, é das coisas mais inteligentes que se podiam ter lembrado;
Temos o bidé. Acreditem, quando me vi sem um é que percebi o jeitinho que aquilo dá;
Temos estores. Nada como poder dormir com o quarto todo às escuras e não acordar às 4 da manhã porque já há claridade no quarto.
Temos o céu azul mais brilhante e bonito. Ponto.

Podemos não ser perfeitos e somos um povo demasiado saudosista - contra mim falo. Mas também somos muito para a "frentex". Pena é muitas vezes não reconhecermos isso, termos um certo sentimento de inferioridade perante os outros e só defendermos Portugal quando ouvimos alguém de fora a falar mal de nós. Pois bem, não somos inferiores. Não somos menos. Não somos maus. Nem somos pequenos. Só precisamos de ter confiança em nós e de bater o pé mais vezes e a sério.

segunda-feira, agosto 04, 2014

Respira fundo. Conta, devagarinho, até 10...

Ontem, já passava da meia-noite e eu tentava dormir, quando os meus vizinhos do lado começam, uma vez mais, a conversar e a rir às gargalhadas como se fossem quatro da tarde, sem a mínima preocupação de estarem ou não a falar demasiado alto. O costume, portanto.
Viro-me para o lado, viro-me para o outro, fecho os olhos, ponho a almofada em cima da orelha... Abro os olhos em puro stress por não conseguir deixar de os ouvir e, consequentemente, não conseguir adormecer.
Eu já podia ter ido falar com eles a pedir para fazerem menos barulho, eu sei. Mas nunca surgiu oportunidade porque é raro vê-los e eu nunca sei quando estão em casa, a não ser de madrugada quando se lembram de conversar, discutir e ressonar (pronto, eu sei que o homem não tem culpa de ressonar). E ontem, sinceramente, não me apetecia levantar da cama, vestir um robe acetinado de verão e ir bater à sua porta àquela hora e pedir para fazerem menos barulho - até porque eu não tenho robes acetinados de verão.
O que é que eu fiz? E é aqui que eu eu reconheço que não estive no meu melhor: dei duas estaladonas na parede de tal maneira que senti tudo a vibrar (sim, tenho a mão um pouco pesada... ups).

O que é que eu oiço do outro lado?

"Ai, a fazer barulho a estas horas??? Está maluca a vizinha! Isto não pode ser!"

* Respira fundo, Karina, respira fundo...*


Fashionable Mondays

Fashionable Mondays

domingo, agosto 03, 2014

sexta-feira, agosto 01, 2014

Quem tudo quer, tudo perde

Então diz-se agora que o governo português quer cobrar direitos de autor a quem compre telemóveis, discos externos, pens, etc, etc. 25 euros mais impostos para além do valor de cada produto.
Mas não há nenhuma mente brilhante que elucida caros governantes portugueses em dois pequenos pormenores?:

1) Estão a presumir que todas as pessoas que compram materiais informáticos de armazenamento de dados fazem-no para guardar materiais de outras pessoas. Eu, por exemplo, tenho quatro discos externos, umas quantas pens e cartões SD para as máquinas fotográficas e não tenho guardado nem uma única música retirada da net ou de outro lugar qualquer, não tenho imagens com direitos de autor, não tenho filmes nem vídeos de outros, nada de nada. Tenho este material todo para guardar única e exclusivamente os meus trabalhos desde a faculdade até aos dias de hoje, trabalhos de cariz pessoal, o portfolio, os trabalhos de workshops e cursos que eu vou tirando, fotografias minhas e vídeos meus.

2) Pá, quem tudo quer, tudo perde. Que é como quem diz: vai ser ver o pessoal a acenar enquanto diz "adeus Worten", "adeus Fnac" e afins, e abrir os bracitos de emoção enquanto cumprimenta "olá Amazon", "olá Ebay", e outros.