sexta-feira, outubro 31, 2014

Amsterdão {4}





É tudo meu!
O último dia foi dedicado a passear pela cidade. Fomos a VondelPark, um parque público onde as pessoas vão para relaxar, passear, correr, beber um café nos bares que lá se encontram e, claro, andar de bicicleta.








Uma coisa engraçada que viemos a saber durante o passeio que fizemos de barco foi o porquê dos prédios serem altos tendo em conta os poucos andares - e janelas enormes - que tinham e com pouca largura: tem a ver com o facto de, quando construídos, os impostos eram maiores quanto mais largos fossem. Daí fazerem prédio delgados. Para além disso, dá para reparar que têm a fachada inclinada para a frente com um gancho no topo, que era para ajudar a puxar as mobílias para cima, uma vez que as escadas são muito estreitas - eu que o diga, que as do hotel, para além de estreitas, tinham degraus altos e cheguei a dar umas quantas caneladas.







Isto é um centro comercial!

Dam Square

A única fotografia que tirei do Red Light District. Atrás de mim estavam umas meninas nas montras a trabalhar. Ao meio-dia. Trabalhadoras!
 Amsterdão superou as minhas expectativas. Confesso que não estava à espera de gostar tanto, mas a verdade é que a cidade é mesmo bonitinha e com muito encanto. Espero um dia voltar!

quinta-feira, outubro 30, 2014

Amsterdão {3}










Depois de sairmos do The Rembrandt House Museum e de almoçarmos uma sopa de cebola e uma tosta (as tostas vinham sempre acompanhadas de uma tacinha pequena de ketchup), fomos para a zona judaica de Amsterdão visitar a Sinagoga Portuguesa e o Museu Histórico Judaico. A comunidade judaica sefardita de Amsterdão é uma das maiores e ricas comunidades judaicas da Europa, tendo tido início com o êxodo de judeus portugueses e espanhóis durante a Santa Inquisição que foram para esta zona por, já na altura, ser conhecida pela grande tolerância religiosa.




No fim, fomos visitar a Anne Frank House. Estivemos uma hora na fila à espera para entrar mas valeu a pena. Era, na verdade, uma das coisas que eu mais queria ver em Amsterdão. A única palavra que me ocorre para descrever a visita é "arrebatador". De dentro da casa não tirei fotografias visto que, por uma questão de respeito, não é permitido. O que faz todo o sentido.

quarta-feira, outubro 29, 2014

Coisinha para me tirar do sério


Vá, eu posso não gostar muito mas nem fico tão chateada quanto isso quando vou a algum país estrangeiro e não vejo informações e guias-áudio em Português. Para mim não é um grande transtorno uma vez que falo inglês, mas não compreendo o porquê de muitas vezes não terem as coisas em português, visto que é a quinta língua mais falado do mundo e porque nem toda a gente sabe falar inglês. Pior, para mim, é ver que estão disponíveis as mais variadas línguas ao lado das respectivas bandeiras e ler Português ao lado da bandeira do Brasil. Mas pronto, até pode ser uma maneira de dizer que é Português do Brasil.

Mas o que me tira mesmo do sério é ver escrito Português ao lado da bandeira brasileira, pensar que poderá ser português do Brasil e, espanto meu, até está em português de Portugal. Ainda pior quando é em países da Europa e da União Europeia.

Cresce-me uma azia que nem com uma caixa inteira de Eno a coisa vai ao sítio.

Amsterdão {2}


A primeira coisa que fizemos, depois de irmos ao hotel fazer o check-in e deixar as malas, foi comprar o I amsterdam city card que é, basicamente, um cartão que permite a entrada de borla em museus aderentes, descontos noutros museus, restaurantes e lojas. Permite, igualmente, andar de borla nos transportes públicos e inclui um tour de barco pelos canais. O cartão em si não é barato mas compensa, visto que as coisas em Amsterdão são todas um pouco caras - incluindo transportes e entrada em museus.



EYE Film Institute Netherlands

The Science Center NEMO Museum


O restaurante chinês mais giro que já vi alguma vez na vida - foto da autoria de Sr. Gambuzino

Depois do cartão comprado, visto que já estava a ficar tarde e não tínhamos tempo para ver nada nalgum museu, aproveitámos para ir dar a volta de barco - devemos ser dos turistas mais "desorganizados" de sempre, visto que não gostamos de fazer grandes planos mas sim pesquisar com antecedência aquilo que mais nos interessa ver e, chegados ao sítio, vamos decidindo as coisas, o que ver, o que fazer e para onde ir, sem pressões nem horários definidos. Voltando ao barco: é uma maneira bem interessante de conhecer Amsterdão, especialmente para quem vai por pouco tempo visto que acaba por ser uma forma rápida de se ter uma noção da cidade.

À noite fomos ao Red Light District - aqui não tirei fotografias, até porque já estava escuro, não queria usar flash e porque nem sequer é permitido fotografar as montras, claro.

Van Gogh Museum
Uma avenida do Museum District


Nesta altura, conseguia ouvir a minha mãe na cabeça a dizer para eu tirar as mãos dos bolsos :)

Rijskmuseum, de história e arte Holandesa - este não fomos visitar






Museum Het Rembrandthuis
Na manhã seguinte fomos visitar o Van Gogh Museum, o Foam, que é um museu de fotografia, e o The Rembrandt House Museum.