sexta-feira, novembro 28, 2014

quinta-feira, novembro 27, 2014

A menina gosta

Gosta muito. Muito, muito, muito.
Tudo da Mango... claro.

terça-feira, novembro 25, 2014

Vinte coisas minhas


1. O meu escritor preferido é Haruki Murakami mas o meu livro preferido é o Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez.
2. O meu filme preferido é o Moulin Rouge. Mas não sou apreciadora de musicais. Nem de filmes demasiado lamechas-romântico-delico-doces-de-fazer-chorar-as-pedras-da-calçada no geral.
3. Sou extremamente esquisita com música: não gosto de hip-hop, rap, fado, música brasileira no geral, música pimba, folclore, nem uma boa parte da música pop actual.
4. Gosto de rock, metal, alternativa, grunge, étnica, algum pop dos anos 80 e 90, música dos anos 50/60/70.
5. A minha banda preferida é Placebo.
6. Odeio profundamente Mafalda Veiga. A música, que a ela não a conheço de lado nenhum.
7. A pior coisa que me podem pôr à frente é sardinhas. E manga. E pêras. C'a nojo de alimentos!
8. Adoro comer, e cozinhar, e comida étnica e picante.
9. Não como carne, gelatinas nem gomas. Não bebo leite de vaca. Sempre que possível, evito comer trigo. Gosto de pão mas sou capaz de passar semanas inteiras sem comer um pãozito que seja.
10. Sou um pouco obsessiva-compulsiva: não posso ver nada torto, fora do sítio, sujo e desarrumado. Sou daquelas pessoas que se vê um quadro torto, não descansa enquanto não endireita ou avisa que o quadro está torto. Não gosto de cortinas, gavetas e portas dos armários abertas.
11. Não consigo dormir com a porta do quarto aberta. E tem de estar tudo às escuras.
12. Pavor de aranhas e abelhas.
13. Sou uma pessoa que gosta de pensar "meio copo cheio".
14. Tenho mau feitio... Sou refilona... Muito teimosa e casmurra... Mas tenho bom fundo.
15. Não gosto de pedir ajuda a ninguém... orgulhosa, eu sei.
16. Tenho ouvidos de tísica. Às vezes até gostava de não ouvir certas coisas.
17. Sou míope.
18. Gosto de tatuagens - tenho duas, muito pequeninas. E já sei qual vai ser a terceira. Ihihihih!
19. Tenho a noção que sou um pouco, ligeiramente, uma coisinha de nada excêntrica.
20. Apesar de nunca ter gostado de chupetas, chuchei no dedo até praticamente aos dez anos. Que vergonhaaaaaa!

segunda-feira, novembro 24, 2014

Àquelas pessoas

Que em plena sala de cinema, a meio de um filme e sentadas ao teu lado, lembram-se de ligar o telemóvel para ir ao facebook e fazer pesquisas no google com a intensidade de luz puxada no máximo



E eu não sou uma pessoa violenta, mas nestas alturas cresce em mim esta ânsia de espancar certas pessoas. Se tudo pode ser resolvido com uma conversa? "Olhe, desculpe lá, pode desligar isso?". Até pode ser que sim. Mas chateia-me que haja pessoas que não tenham dois dedos de testa e uma dose mínima de senso comum. É que não estamos a falar de ler uma mensagem recebida, que demora 5 segundos a ler. Vá, que seja necessário responder à mensagem... Estamos a falar de estar dez minutos com aquela coisa ligada.
Irra! Haja paciência!

sexta-feira, novembro 21, 2014

Inacreditável

Escandalizada é a melhor palavra para descrever a minha reacção quando li que os senhores iluminados doutores engenheiros deputados do nosso país iriam ter, outra vez, direito a subvenções vitalícias.
Apesar da proposta ter sido entretanto retirada, (menos mal, ainda bem, haja decência!) custa-me acreditar que houve a lata para que isto tenha sido posto outra vez em cima da mesa ainda para mais numa altura destas em que a única coisa que se ouve falar é em cortes, cortes e mais cortes - ah, mentira, também se ouve falar em aumento de impostos. E a coisa foi para trás devido à pressão e às críticas feitas contra esta medida - pudera!

A sério, como é que é possível? Como é que alguém pode ter algum pingo de esperança nestes políticos de meia tigela quando não são os primeiros a dar o exemplo?

quarta-feira, novembro 19, 2014

A dislexia contra-ataca

Aquilo que deveria ter tido: "Club de Ski".
Aquilo que realmente disse: "Scub de cli".

Aquilo que deveria ter escrito como título deste post: "dislexia".
Aquilo que realmente escrevi como título deste post (mas reparado a tempo): "disxelia".

Estamos bonitas, estamos!

terça-feira, novembro 18, 2014

Já só cá faltava a Dona Gripe

Para além de me doer tudo, da cabeça aos pés, de estar vestida com camisola interior, pijama de inverno, robe, meias, e ainda estar tapada com uma manta e mesmo assim sentir frio - arrepios, tantos arrepios - estou sem fome.
Eu. Sem apetite.

Não sou pessimista nem alarmista. Mas para estar sem fome é porque a coisa veio forte e feio. Boa. 

Dia de apoio a casados/as com escorpiões. Oi?

Alguém lembrou-se de criar o dia de apoio a casados/as com pessoas de signo escorpião. 
E eu, como boa escorpião que sou, digo-vos assim: merdinha para quem se lembrou deste dia. Sim, temos um feitiozinho tramado, mas não somos tramados nem maus. Sim, somos orgulhosos, teimosos e "antes quebrar que dobrar". Mas também ninguém nos pode atirar à cara que somos cínicos: dizemos o que achamos, somos sinceros e temos um elevado sentido de justiça. Politicamente incorrectos, como já me disseram muitas vezes, porque damos opiniões sinceras e não exactamente aquilo que podem estar à espera de ouvir. Defendemos com unhas e dentes aquilo que acreditamos. Podemos ser dos piores inimigos - quando ponho de parte, ponho mesmo de parte e para sempre - mas ninguém pode pedir melhor amigo que um escorpião.
Somos transparentes.
Somos de extremos, amamos ou odiamos, somos amados ou odiados. E eu, sinceramente, vivo muito bem comigo assim.
Não somos passivos mas sim activos.
Pelos vistos, isto tudo incomoda muita gente. Temos pena!

Ok, até reconheço que quem nos atura tem de ter algum jogo de cintura. Mas somos um signo fixe. 

segunda-feira, novembro 17, 2014

Biliões de pessoas em pânico


Mulheres choram desalmadamente, sem saber como vão conseguir aguentar-se a si próprias, principalmente nos momentos mais depressivos da TPM. 
Homens num pânico nunca sentido antes, gritam, choram, berram, esperneiam, sem saber como vão aturar as mulheres, principalmente durante esses mesmos momentos de TPM.

Aquilo que unia pessoas, homens e mulheres, novos e velhos, que acalmava corações, mentes e corpos, que aquecia noites frias, que estava sempre presente nos bons e maus momentos, dizem, encontra-se no fim.
O chocolate está a esgotar-se.

Nãooooooo!

sábado, novembro 15, 2014

Bom dia alegria!

Christmas markets, Manchester 

Este fim-de-semana estamos na ilha vizinha, Inglaterra. Viemos de ferry, passámos por país de Gales (lindo!) e estamos agora em Manchester. Mais tarde, Liverpool.
Isto é só passear! :)

quinta-feira, novembro 13, 2014

Aiiii tanta pressa, que violência!


O embarque para o avião é feito sempre por filas, primeiro entre as filas 15 a 29 e de seguida da fila 1 à 14. Enquanto não chega a sua vez, pede-se, é favor de permanecer sentado. Pois, mas levanta-se tudo, não há alminha que fique sentada. Querem todos ser os primeiros a entrar.
A saída do avião, depois do vôo, é basicamente a mesma história: a porta está fechada, os sinais para se permanecer sentado e com cintos apertados ligados, mas já está tudo levantado a tentar tirar as malas de cima. Devem estar com medo de perder o avião...
Por norma, depois do avião aterrar,  só me levanto quando já não há tanta confusão. Nas calmas. Para quê, de qualquer das maneiras vou ter de ficar à espera da mala de porão.
Mas o problema, hoje, foi mesmo esse: ter ficado sentada. De regresso a Dublin, com a porta do avião fechada, tudo a levantar-se e, claro, o corredor começa a ficar mais preenchido de pessoas nervosas e apressadas que depressa ficam sem espaço para se mexerem muito. E eu, muito calma e zen, sentada à espera que a manada passasse. E o corredor cada vez mais cheio, ainda com a porta fechada. Pois que, eu muito entretida a jogar Candy Crush quando sinto algo contra a minha cara. 

Um rabo. Um rabo foi duas vezes seguidas contra a minha cara. 

E esse mesmo rabo, depois de me pregar dois sopapos mesmo no meio das minhas trombinhas, ainda tenta invadir o meu espaço. Não me levanto do lugar para não me sentir que nem uma sardinha enlatada e mesmo assim vejo-me nesta situação, encurralada entre a pessoa ao meu lado, que hoje era a minha mãe (iéééééiiiii!!!) e um rabo.

Ai a minha vida...

Emigrante tuga que se preze...


Vem a Portugal com a mala praticamente vazia para depois regressar com 20Kgs de bacalhau, vinho, castanhas, jeropiga - alguém vai festejar o S. Martinho atrasado em Dublin... - marmelada (raios, lá só há uma marmelada de laranja-super-hiper-mega-ácida e eu até gosto de coisas ácidas, mas estas marmeladas são um abuso), caldo verde, azeite nosso do boum e um ou outro pastel de nata. E, no caso de se ser mocinha, qualquer coisa da Women's Secret/ Oysho/ Intimissimi, que por mal dos pecados de qualquer mulher portuguesa na Irlanda, não há nenhuma destas lojas por lá, óhhhhhh.

Assim, sim. Uma casa portuguesa em Dublin.

quarta-feira, novembro 12, 2014

O que me apraz dizer acerca da última aparição de Kim Kardashian numa capa de revista



Mas...que penteado à arara é esse?

Ai a canalha!


Pá, man, agradeço do fundo do meu coraçãozito a tua preocupação em quereres partilhar as músicas que estás a ouvir do teu telemóvel a todos que se encontram no mesmo espaço fechado e público - já vi que gostas especialmente de fazer isto no comboio. Mas, pá puto, a sério, não te preocupes comigo que eu também não me preocupo contigo. Estás a ver miúdo, eu não gosto de ser abusadora e não gosto de me aproveitar das coisas dos outros, muito menos da boa-vontade, principalmente de quem não conheço. Chavalo, fogo pá, a sério pela tua cena, mas não é preciso. Põe uns auscultadores nessas orelhas e curte o som só para ti. Caga-te p'rós outros! Man, ainda por cima ontem passei na fnac e vi uns phones buéda nices, porreirinhos, baratinhos, coloridos e bem foleiros para combinarem com a tua música xungosa. E é bué swag, a cena de se usar phones!  Pá, dread, fixe man.

Será que assim eles percebem o recado? Dasssss...

terça-feira, novembro 11, 2014

O mistério (e o drama) do paninho dos óculos

Eu tenho dois pares de óculos, uns para ver e outros de sol (também estes graduados). Para além do pano que veio dentro da caixa de cada par, na loja costumam oferecer mais um pano adicional. Ou seja, contas feitas, um total de quatro paninhos para limpar os óculos.
Todos eles desaparecidos. Juro que ainda estou para perceber como é que eu faço isto, mas a verdade é que podia ter uma loja só de panos de óculos que desaparecia tudo.
Nos entretantos, ponho eu a mão no bolso de um casaco qualquer ou numa mala que já não uso há algum tempo e lá encontro um dos panos que andam perdidos. Pouco tempo depois, volta a dar o sumiço.
E eu volto a procurar em tudo o que é bolso de casaco, calças, camisas, camisolas, malas, malinhas, caixas dos óculos e nada. Entre panos desaparecidos-reencontrados, vou limpando os óculos às mangas das t-shirts de algodão e vou cravando o pano a quem também use óculos (devolvendo imediatamente, para não correr o risco de o perder).

Isto para mim é um mistério do camandro, só equiparável com o buraco negro que são as malas das mulheres. É como se eu fosse o Triângulo das Bermudas dos panos dos óculos.

segunda-feira, novembro 10, 2014

Por momentos pensei que estava em Dublin...

Mas o que é esta chuva e este frio e este dia tão cinzento e feio? Caredoooooo, já não me basta isto na Irlanda?

O meu mais recente vício

O novo álbum dos Placebo, Loud Like Love - como qualquer álbum deles, verdade seja dita. Mas há uma música em especial que consigo ouvir em repeat vezes e vezes seguidas sem parar, a Exit wounds.
Com muita pena minha não pude ir vê-los ao Coliseu dos Recreios na semana passada, até porque só vim um dia depois para Lisboa. Mas os mininos decidiram dar um pulinho a Dublin para Fevereiro e no dia em que meteram os bilhetes à venda, comprámos logo. Vá, para ser precisa, não foi no dia mas sim no minuto em que meteram à venda (é a minha banda preferida, já sabem não sabem?). E, se tiver sorte, também tocam a Exit Wounds ao vivo. Uh-uh! Isso é que era!


sexta-feira, novembro 07, 2014

Parafraseando Amália: obrigada, obrigada, obrigada!



Muito, muito agradecida por todas as mensagens aniversário e por todo o carinho transmitido! Como digo ao Gambuzino: curto-vos bué! :)

O dia de aniversário foi calminho, com muitos telefonemas, sms, mensagens e tudo mais pelo caminho. A festa propriamente dita vai ser logo à noite, entre família, mas ontem já aproveitei para ir lanchar com a minha mãe e com a minha tia: uma torrada, daquelas de pão de forma alto, cortado em três tiras, e um pastel de nata. Apesar de gostar do pão em geral, na Irlanda, não há lado nenhum onde possa pedir estas torradas maravilhosas - onde começo sempre por comer as tiras do lado para deixar para o fim o melhor, as tiras do meio. E claro que não podia faltar o pastel de nata. Há que aproveitar o melhor, sempre que cá estou, e este lanche de aniversário soube-me a ginjas!

Mais uma vez, obrigada!

quinta-feira, novembro 06, 2014

Então diz que faço vinte e nove anos


E foi há vinte e nove anos que nasceu no início de uma tarde primaveril (sim, que onde nasci era primavera) uma pequena escorpiã, de cabelo farto, negro e espetado, de seu nome Karina sem acento. O pai conta todos os anos neste dia que foi o primeiro a vê-la e que era a bebé mais bonita de todo sempre. A mãe diz logo de seguida que não, que era feia, feia, feia mas que passado um mês já era linda. E que a primeira pessoa a ver, tirando os médicos, foi a prima C. O pai diz que não, que foi ele, e diz também que a mãe ainda tem a lata de chamar de feia à bebé mais linda.
As fotos comprovam que a pequena escorpiã não era lá muito bonita ao nascer e que, de facto, passado um mês já era bem fofinha (gaba-te cesto roto!!!), mas a verdade é que gosto de ouvir este diálogo todos os anos. Uma espécie pequena tradição familiar no dia dos meus anos.

Pois bem, então que este último ano antes dos trinta seja no mínimo, memorável. Ah, e parabéns a mim :P

quarta-feira, novembro 05, 2014

Aquela sensação indiscritível quando se chega a casa


No final do ano passado decidimos mudar de apartamento, em Dublin. A senhoria decidiu aumentar a renda para um valor estupidamente alto para a casa que era e nós decidimos que, se era para pagar aquele valor, que fosse para uma casa melhor. E assim foi.
Tivemos a sorte e felicidade de encontrar um apartamento mesmo no centro da cidade - para quem conhece Lisboa, vivemos numa zona mais ou menos equivalente ao Chiado, ou seja, mesmo no centro e perto do Bairro Alto, que em Dublin é o Temple Bar. Para além da localização, o apartamento é melhor, com mais espaço, bem mais quente (em pleno inverno, só ligamos o aquecedor do quarto uma hora à noite, ao contrário da antiga casa em que ou andávamos embrulhados em mantas, robes, cachecóis e tudo mais, ou víamos a conta da electricidade disparar como chegou a acontecer), e a renda acabou até por ficar um pouco mais baixa do que o que a senhoria da outra casa estava a querer.
Podemos dizer que estamos muito contentes com o apartamento em que estamos - e depois de vermos as casas horríveis que há por lá, ainda mais - e a nossa senhoria actual é um amor, uma simpatia que só ela.

Mas depois uma pessoa vem a casa. Abre a porta e a primeira coisa que sente é o cheiro a baunilha. Entra e começa a ver as coisas, desde os magnéticos da porta do frigorífico de todas as cidades que já visitámos, à nossa mesa de jantar, as almofadas todas diferentes que temos em cima do sofá bege, as fotografias, os livros, a cama, os quadros... As memórias.
Posso vir a casa várias vezes por ano, mas a sensação, quando volto a entrar pela primeira vez depois de algum tempo em Dublin, é sempre a mesma, e é indiscritível.

Não há dúvidas: podemos estar bem noutro sítio, mas não há nada como a nossa casinha.

No último dia com 28 anos


Hoje, portanto. Estou neste momento a caminho do aeroporto para ir passar o meu aniversário a Portugal. Vai ser só uma semana, que passa a voar (sei por experiência própria que uma semana, duas, um mês ou o tempo que seja, quando vou a casa o tempo passa sempre bem mais depressa do que gostaria). O regresso a Dublin vai ser feito com a companhia dos meus pais para passarem cá outra semana. Mais uma vez, é pouquinho tempo, mas mais vale pouco que nada - nunca esta expressão me pareceu tão viva como agora que vivo fora do país.
E hoje, na véspera de fazer vinte-e-nove anos e de entrar no último ano dos vintes, sinto-me a panicar. Já não é de agora - tenho uma certa facilidade em sofrer por antecipação - mas hoje a coisa é especialmente sentida. Falta um ano e um dia para entrar nos trinta e, apesar de saber que não é o fim do mundo, há muita coisa que entra em introspecção. Aquilo que até hoje atingi, aquilo que gostaria de ter atingido e não consegui, aquilo que me dá força para continuar a lutar por aquilo que mais quero, aquilo/as coisas que eu quero e preciso realmente na minha vida. É por isso que tenho uma pequena lista mental de coisas que gostaria de fazer/concretizar antes de chegar aos trinta, apesar de nem sequer ser pessoa de fazer planos a longo prazo (e isto tem um motivo que reside no facto de, como disse umas linhas antes, sofrer por antecipação, gosto mais de fluir naturalmente; e porque sou daquelas pessoas que fica incrivelmente frustada quando os planos saem furado. É por isso que, de uma maneira geral, prefiro quando as coisas são feitas de forma mais espontânea).

Dizem que os vinte-e-nove são um ano de mudança. Vamos ver, com calma (respira fundo Karina...). Um dia de cada vez.

segunda-feira, novembro 03, 2014

Aquele momento em que vês o Bono Vox na rua





Está uma pessoa a caminho de ginásio, vai a atravessar a estrada mesmo ao pé de casa, olha para o lado e vê o Sr. Bono Vox numa mota e com os seus óculos lente cor-de-laranja.
Tipo, o Bono Vox. Dos U2.