sexta-feira, fevereiro 27, 2015

Mas afinal de que cor é o vestido?

Eu já semi-cerrei os olhos, baixei a luminosidade do ecrã, aumentei a luminosidade do ecrã, pus para trás o ecrã do portátil, pus para a frente, e até já tentei puxar ao máximo pela minha imaginação mas de forma alguma vejo branco e dourado.
É azul e preto pá!


quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Não é fácil

Eu sei que é por vezes é difícil controlar estas situações. Uma pessoa não está à espera e do nada começa a sentir a barriga às voltas, um peso abdominal, uma pressão ao fundo das costas. Ainda se tenta prender, apertam-se as nádegas, respira-se fundo, dão-se umas festinhas na barriga na esperança que ajude alguma coisa, mas mesmo assim nem sempre é fácil e nem sempre dá, de forma alguma, para segurar o pum. Tenho plena noção disso e quem disser que nunca passou por situações idênticas, está a mentir. No entanto, acreditem que também não é fácil passar três horas dentro de um recinto que até é pequeno, a querer desfrutar ao máximo o concerto, e de cinco em cinco minutos ter de levar com o cheiro nauseabundo de alguém que, nitidamente, andou a comer algo muito podre, ainda para mais quando o epicentro dos peidinhos tóxicos está mesmo, mesmo, mesmo ao nosso lado. Senhor, vá comer sabonetes!

Tirando isso e a tipa - há sempre uma tipa assim nos concertos - que berrava aos nossos ouvidos "I love you Brian!!!" e a roçar-se a quem estivesse à sua volta (Sr. Gambuzino e a P. foram suas vítimas) enquanto tentava dançar de forma mais sensual, apesar de mais parecer que estava com ataques epiléticos, o concerto foi para lá de espectacular. Só tive pena do baterista já não ser o mesmo, o anterior tinha uma energia muito própria e isso também se reflectia no resto da banda. Mas eles tocam, eles cantam, eles fazem a festa, falam com o público, são simpáticos, são os melhores - eu sei que sou um pouco suspeita dizer uma coisa destas, mas eles são mesmo os melhores.


quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Briannn!

Quatro meses após ter comprado os bilhetes, chegou finalmente o dia em que volto a ver e a ouvir ao vivo a minha banda preferida, os Placebo. Melhor ainda que o concerto é mesmo perto de nossa casa, a uns cinco minutos a pé, numa sala de espectáculos em que a lotação máxima é de cerca 1500 pessoas. Uhhh uhhhh!

Pequena dúvida

Pelos vistos, o Blogger decidiu impôr novas regras para conteúdos para adultos, em que imagens e vídeos sexualmente explícitos vão deixar de ser permitidos.
A minha questão é: tendo em conta que o Blogger pertence à Google e a Google é americana, e que os americanos são mais púdicos e puritanos que os europeus, o que é que para eles é realmente conteúdo sexualmente explícito? Não poderei escrever pipi ou pilinha? E se eu colocar uma foto de nu artístico, por exemplo, onde só se vê um rabinho bonito e bem feito sem qualquer teor pornográfico, será considerado à mesma "conteúdo sexualmente explícito"? Ou o calendário dos bombeiros de Setúbal? E agora, vou ter de andar a ver agora todas as imagens do blog para confirmar que não há maminhas à solta?
Isto não será ligeiramente exagerado? É que os blogs  com conteúdos sexualmente explícitos já tinham de estar identificados como tal, e apesar de eu não estar interessada em tornar este blog em algo erótico ou pornográfico (longe disso!), também não me apetece estar com medo de pôr esta ou aquela fotografia com receio de ser censurada por alguém que tem uma ideia diferente da minha daquilo que poderá ser ou não "conteúdo sexualmente explícito"...

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Ah, elas queriam muito fazer a barba!

Se reencarnar numa outra vida, que eu volte a nascer mulher. Ou homem gay.
Eu sou mulher mas reconheço que aturar mulheres (outras, que eu sou uma santa...) não é fácil.

É que se nós temos direito a ginásios só nossos, ou seguros só para mulheres, ou contas bancárias a pensar só nas mulheres, ora porra, porque é que eles não podem ter um espaço só deles, ainda para mais sendo uma barbearia? Somos iguais como seres humanos - que somos, ninguém é mais ou melhor só porque é homem ou mulher - mas existem diferenças dentro dos dois sexos.

Lutem mas é pelo direito a salários justos e equalitários e pelo direito de uma mulher poder engravidar à vontadinha sem medo de não ter o seu lugar no trabalho quando voltar. Isso sim seria serviço feminista.

Mexer os ossinhos nunca custou tanto


Creio que nunca me tinha custado tanto ir ao ginásio como ontem. Depois da constipação que apanhei, há duas semanas atrás, em que fiquei por casa prostrada no sofá durante cinco dias (e eu que não sou nada de queixumes e grandes lamentações), mais parece que fiquei com os músculos todos mirradinhos e presos, assim como com os ossos todos cheios de ferrugem, em que andar mais que cinco minutos seguidos era um frete e uma canseira descomunal. Mas ontem foi dia de voltar ao ginásio (depois de muita conversa comigo mesma, "Vais e vais, minha menina! Tens de te mexer!").
Comecei devagarinho e acabei devagarinho, que a coisa não deu para muito. Era ver a menina ao meu lado na bicicleta a pedalar como se estivesse a prestar prova nos Jogos Olímpicos e eu a pedalar como se estivesse a dar um passeio pelo parque.
Bem, mas pelo menos fui...

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Luvas à parte...


Esqueçam as luvas que são, sim senhora, pavorosas, medonhas, feias que nem trovões. A moça devia estar a lavar a loiça quando se apercebeu que estava atrasada para os Oscars... Mas tirando este pormenor, eu achei o vestido de Lady Gaga dos mais bonitos da passadeira vermelha. Tem o seu quê de excêntrico com aquelas cavas, mas estamos a falar de Lady Gaga, que já apareceu numa entrega de prémios no passado com um vestido feito de bifes crus. Tipo, tendo em conta isto e muito mais, muito normal foi ela.

sexta-feira, fevereiro 20, 2015

Tentadíssima a fazer uma coisa destas

Não é que o meu cabelo esteja muito mais comprido que o das imagens, estando um pouco de nada acima dos ombros. Mesmo assim, seria uma tosquia valente. E eu tentada!


Motto of the day ou boazinha mas nem tanto!

Verdade. Mas também não deixa de ser verdade que às vezes sabe bem mandar certas pessoas àquele sítio que todos nós sabemos, que vem daquele outro sítio onde a luz do dia não entra. E, depois disso, sente-se uma calma, uma paz interior que nos faz avançar em frente e deixar a outra pessoa para sempre para trás. Só fiz duas vezes isto (em ambas situações houve necessidade de perder tempo e energia para tal, enquanto que nem sempre vale a pena) e dessas duas vezes soube que nem ginjas.
Ignorar é o melhor remédio, mas só enquanto não se é saco de pancada.

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Descobertas recentes

Descobrimos há poucas semanas, por total acaso, que se formos perto da hora de fecho de um dos restaurantes vegetarianos que mais gostamos aqui em Dublin, a refeição fica apenas a 1€. Yup, isso mesmo, um eurito e enchem a embalagem de prata (para podermos levar para casa) até não caber mais um único grão de arroz que seja. É uma forma de não desperdiçarem tanta comida e as carteiras dos clientes agradecem!



Ontem, numa pastelaria, ofereceram-nos um bolo a cada. Estava a fechar e fomos os últimos a sair. Está visto que aqui não gostam mesmo de deitar comida fora.



Aipo não é alimento para mim, definitivamente. Depois de experimentar aipo sozinho, aipo nas saladas, aipo em molhos, ontem foi a vez de experimentar pôr aipo na sopa. Não, definitivamente, não gosto de aipo e posso juntar à minha lista negra, lado a lado com as couves de bruxelas, manga e sardinhas.

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

Sabes que estás a ficar senil quando...

Metes sabonete líquido para as mãos na escova dos dentes, olhas e pensas "eh, mas isto hoje está tão líquido" e mesmo assim metes a escova à boca.

50 sombras de falta de auto-estima

Apesar de todo o borburinho à volta dos livros, nunca me senti tentada a lê-los. O tipo de história e as críticas que falavam desta trilogia como sendo pornografia para mamãs, assim como o facto da autora E L James não saber escrever (para isso, bastou a vez em que li um livro do Domingos Amaral) não me encheu as medidas.
Contudo, a minha curiosidade mórbida e masoquista (ãhn, gostaram desta escolha de palavras?) fez com que achasse que perder duas horas da minha existência para ver o filme e perceber realmente do que todos andavam a falar não seria a pior coisa do mundo, lá fez com que eu fosse ver ao cinema as 50 sombras de Grey.

E não gostei. Não achei que houvesse ponta por onde se pegasse.

A pequena Anastasia, que se vê encantada com o poder, influência e dinheiro de Mr. Grey, não passa de uma miúda tão carente e com tão pouca auto-estima que mete pena.
Já ele, Mr. Grey, é um homem tão traumatizado com a sua infância que só consegue ter prazer ao provocar dor às suas amantes. Aconselharia, do fundo do meu coração, terapia psiquiátrica a este senhor. Achei esta história muito mal contada. Não me faz sentido nenhum ver Anastasia confidenciar a Mr. Grey que ainda não tinha sido deflorada porque ainda não lhe tinha aparecido o homem certo para tal e achar que aquele homem à sua frente é o feliz contemplado vencededor da sua desvirginização, mesmo já sabendo do seu pequeno quarto de horrores. Oi? Não estou entendendo...
Não, o enredo não me agradou, achei mesmo deprimente toda aquela subjugação feminina e não consigo ver história de amor alguma mas sim de obsessões e patologias mentais graves, quer da parte dele, quer da parte dela. Não digo que todos que apreciam BDSM sejam doentes mentais - cada um sabe de si e do que gosta e pelos vistos há quem goste de levar tau-tau - mas não há muitas dúvidas aqui que estas personagens precisam de ajuda psicológica: aquilo porque passaram (ela com casamentos sucessivos da sua mãe e ele com uma infância dura e adolescência moldada por uma mulher que não passa de uma pedófila), aquilo que são, é o que os leva a terem atitudes sado-maso.
Bastava Anastasia não ser virgem e não parecer uma sonsa que nem sabe o que é escovar o cabelo, mas sim uma rapariga com alguma auto-estima, com pouca experiência sexual que fosse e com alguma curiosidade em saber o que é na pele BDSM e não passar a vida a sonhar que ela consegue mudá-lo, para a história fazer (algum) sentido. Mas não, a piada é pôr a Gata Borralheira a levar surras de forma consentida e chamar a isto história de amor. Poupem-me.

Em termos de realização, mesmo assim, não foi a pior coisa já vista, havia certos ambientes e enquadramentos até bastante interessantes. Mas com uma história tão má, não há enquadramento que salve.

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

A boa acção do dia

Na semanada passada andei dois dias numa investigação minuciosa ao tentar descobrir o dono de um iPhone que Sr. Gambuzino tinha encontrado perdido num carrinho de supermercado. Ao ver o telemóvel sozinho e desamparado, telefona-me a perguntar o que eu achava que ele devia fazer. Recordando da vez em que eu perdi um telemóvel numa sala de cinema, na última sessão, e em que o mais provável foi algum empregado de limpeza o ter visto e decidido ficar com ele, disse ao Sr. Gambuzino para trazer o bicho com ele que nós havíamos de descobrir a quem pertencia.
O desafio não foi fácil: o telemóvel estava bloqueado com password, não tinha ligação à internet por isso o Siri não funcionava e ao ligar ao iTunes não dava para fazer nada porque era necessária a password. Ninguém tentou contactar aquele número e ainda coloquei o cartão sim no meu telemóvel para ver se tinha alguma contacto guardado mas não. Tudo o que fazia para tentar descobrir a quem pertencia, era em vão. Cheguei a procurar em vários fóruns se havia alguma maneira para desbloquear a password mas as únicas formas minimamente viáveis faziam com que tudo o que estivesse no telemóvel fosse apagado - não me valia de nada, portanto, ir por esta via.
Às tantas lembrei-me que ao ligar ao iTunes, a única coisa que tinha aparecido era o nome da pessoa. Fui ao facebook e, felizmente, só existiam duas pessoas na área de Dublin com aquele nome. Abro um dos perfis e vejo que a fotografia de perfil era extremamente parecida à fotografia do ecrã do telemóvel. Enviei logo uma mensagem a perguntar se por acaso tinha perdido um telemóvel. Passada uma hora, estava a pessoa a responder a dizer que sim, que de facto tinha perdido o telemóvel. Coincidência das coincidências, a pessoa trabalha no mesmo sítio que Sr. Gambuzino mas em departamentos diferentes. Estava tão contente e grata por ver o telemóvel de volta que ainda nos ofereceu uma caixa de chocolates de uma famosa (e cara) chocolataria de cá.

Agora perguntam vocês se nunca me passou pela cabeça ficar com o telemóvel. Claro que passou, principalmente depois de passar horas e horas a tentar saber de quem pertencia e sempre tudo em vão. Mas não me parecia bem. Achava tão pouco correcto ficar com algo que não era meu, que não tinha sido eu a pagar ou que não tivesse sido oferecido a mim que às tantas já começava a imaginar a polícia de intervenção chegar aqui a casa, a derrubar a porta a pontapé e a levar-me presa para uma cela fria, húmida em que a sanita era um balde de plástico velho, caso decidisse ficar com o telemóvel.
Dizem que achado não é roubado. Mas gosto mais do "não faças aos outros aquilo que não gostaria que te fizessem a ti". E eu não gostei que em tempos tivessem ficado com o meu telemóvel, achei um golpe muito baixo. Por outro lado, soube muito bem agir bem.

Bons samaritanos, nós!

domingo, fevereiro 15, 2015

Das comidas mais reconfortantes

Numa noite fria de inverno e ainda a recuperar de uma valente constipação, nada mais reconfortante que comer uma sopa cremosa e quente de feijão encarnado e couve acabada de fazer.
Aquece o estômago, o coração, e a alma!

quinta-feira, fevereiro 12, 2015

Objecto de desejo

Eu não passo sem os meus óculos de sol, nem sequer nesta terra em que o sol dar o ar da sua graça não é das coisas mais banais que possa haver. Graças à minha hipersensibilidade à claridade, apesar de gostar de ambientes com luz, a coisa tem de ser minimamente pensada e calculada para não passar a vida com a testa franzida e os olhos semi-cerrados, mesmo dentro de espaços fechados (obrigada cortinas!), e dou por mim a usar óculos de sol até em dias nublados (quando o céu está muito branco). Eu adoro sol, os meus olhos é que nem tanto quanto isso.
Por isso, não saio de casa sem os meus dois pares de óculos: os normais para ver, e os de sol (também estes graduados).

Portanto, dizer que isto é um objecto de desejo puramente estético é estar a esticar a corda e a não ser totamente sincera porque na verdade, como já deu para perceber, eu preciso de usar óculos de sol. Azarinho o meu, que enho uns e não estou a contar em trocá-los tão cedo quanto isso - só a lentes que precisam de ser actualizadas para a graduação que eu agora preciso. Já têm uns anitos, têm um ou outro risco, mas ainda se aguentam bem. Mas quando há uns dias atrás ia eu com Sr. Gambuzino no meio da rua e ele chama-me a atenção para este par de óculos escuros da Dita Von Teese expostos na montra de um oculista, eu nunca mais fui a mesma. São tão bonitinhos. Tão a minha cara.

Hummmm *suspiro*



Não, tu outra vez não!

Garganta arranhada, tosse, olhos pesados e o nariz que mais parece a fonte de água em Sintra onde os meus avós iam encher os garrafões.
Sim, a constipação está de volta (desconfio que tivesse sido à conta das correntes de ar do ginásio), se bem que espero que não seja por muito tempo. Decidi, desta vez, atacar a besta logo de ínicio com Brufen em cima, chá de gengibre, limão e mel (e eu que adoroooooo - not! - mel), suplemento de zinco, xarope e água com sal para gargarejar. Estás feita ao bife, constipação!

Mas enquanto isto não passa, ando feita zombie... Enfim.

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Por esta Irlanda fora

Neste último fim-de-semana decidimos alugar um carro para ir passear fora de Dublin. Passámos pelo Killeen Castle, por Hill of Tara, um complexo arqueológico, por Slane Castle, onde já realizaram alguns concertos tais como os U2, Eminem, Red Hot Chili Peppers, e por Newgrange, uma das tumbas neolíticas mais antigas da história (mais antiga que Stonehenge e as pirâmides do Egipto). Aqui tivemos uma visita guiada onde apanhámos uma guia bastante simpática e cómica, onde nos explicou todo o contexto histórico de Newgrange e que nos levou dentro da tumba - onde não foi possível tirar fotografias.

Killeen Castle

Killeen Castle



Jardim de Killeen Castle

Jardim de Killeen Castle



Hill of Tara

Hill of Tara

Hill of Tara

Menir em Hill of Tara

Símbolo celta em Hill of Tara


Newgrange

Newgrange

Newgrange

Newgrange

Newgrange

A entrada da Tumba

terça-feira, fevereiro 10, 2015

Coisas que aprendi desde que comecei no ginásio

Andar no ginásio é ainda mais trabalhoso que aquilo que eu imaginava: uma coisa é saber que fazer exercício dá trabalho, outra coisa um pouco diferente é sentir na pele. E nos ossos. E nos músculos. Basicamente, em todo lado.
Apesar do trabalho que dá, é motivante ver resultados. Não falo só em emagrecer ou ganhar músculo, ou o objectivo físico que faça qualquer um ir para o ginásio. Falo também em ganhar resistência.
E quanto mais resistência se ganha, mais e melhor se quer. Sempre que vou ao ginásio tenho o objectivo mínimo de fazer pelo menos igual ao que fiz na vez anterior, mas de preferência, melhor. Se corri 30 minutos, quero correr pelo menos 35 minutos. Se fiz 15 kms de bicicleta, da próxima quero fazer 16 - tanto melhor se for dentro dos mesmos minutos.
O facto de pagar uma mensalidade também me motiva para lá ir. Ora, se estou a pagar, que seja para usufruir.
Música com ritmo faz toda a diferença. A minha playlist é variada, indo desde o rock, algum pop dos anos 80 ( a She's a Maniac e a Nowhere Fast dão um boost jeitoso), e uma outra de dance music e techno, como Chemical brothers e Daft Funk. Qualquer das formas, têm de ter ritmo.
Depois de algum tempo a ir ao ginásio ao final da tarde durante a semana e de manhã ao fim-de-semana, cheguei à conclusão que sou mais produtiva de manhã. O que é no mínimo irónico, tendo em conta que só começo a raciocinar realmente por volta da hora do almoço - não sou uma pessoa de manhãs.
Afinal, também há roupa de desporto bem gira.
Nem sempre os balneários femininos cheiram muito bem. Não raras as vezes chego lá e levo com uma barreira de cheiros, uma mistura entre suor, vários desodorizantes diferentes e puns (alguns deles bem tóxicos).

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

Quando os papéis se revertem

 
Ele: "Então, já sabes o que me vais oferecer no dia dos namorados?"
Eu: "Hã?!"
Ele: "Dia 14... dia dos namorados!"
Eu: "Hã.... Oferecer... Mas vamos mesmo trocar prendas? Não tinha sequer pensado nisso..."

quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Deixar de sorrir? Nunca!

 
 Li algures a notícia (se é que se pode chamar de notícia) de uma mulher com cinquenta anos que não sorria há quarenta, isto para evitar as rugas. A senhora, diz ela, depois de muito treinar os músculos faciais, o mais perto que faz de um sorriso é subir ligeiramente os cantos da boca, não mais que isso.
Confesso que estava a ler a notícia e senti um pouco de, vá, entre espanto e tristeza. Para mim, não há nada melhor que sorrir, aquele sorriso que vai de orelha a orelha. Aquela gargalhada sonora que às vezes nos faz chorar de tanto rir. Para mim, não há ruga (ou falta dela, neste caso) que se consiga sobrepor a um sorriso.
Sim, de certeza que todos nós, principalmente mulheres, temos certos truques de beleza. Desde tomar banho com leite de burra, ou pôr rodelas de pepinos nos olhos, ou usar mil e quinhentos cremes, quer seja para hidratar, contra as rugas, contra o acne, etc, etc, fazer limpezas faciais, e por aí adiante. Confesso que, tirando o chocolate que evito de comer para não ficar com muitas borbulhas, e o facto de usar um sabonete e um creme específico para a minha pele super sensível da cara, não faço muito mais - mas eu não sou exemplo para ninguém, que sou super preguiçosa para essas coisas. No entanto, compreendo quem goste e tenha paciência de se mimar e tratar numa base diária. Mas deixar de sorrir? Demasiado drástico e radical para mim.

terça-feira, fevereiro 03, 2015

Hora de cinema

Foxcatcher
Um filme pesado baseado na história verídica de John Du Pont, um excêntrico vindo de uma das famílias mais ricas dos Estados Unidos e com uma paixão por desporto, em especial por Wrestling. Com interpretações excepcionais, nomeadamente de Steve Carrell que está praticamente irreconhecível num papel que eu, confesso, nunca o imaginaria.


Unbroken

Mais outro filme baseado numa história verídica, desta vez sobre um sobrevivente norte-americano num campo de presos de guerra da Segunda Guerra Mundial, no Japão. Não é o meu preferido de guerra, mas vê-se muito bem.


Horrible Bosses
Para rir. Um pouco. Pronto, é mais ou menos isto.


American Sniper
Sobre a história do considerado sniper mais letal da história da America, Chris Kyle, e realizado por Clint Eastwood. Ao ver o filme achei que não seria a melhor interpretação de Bradley Cooper, mas pelos vistos, pessoas que conheciam Kyle pessoalmente dizem que ver Cooper neste filme é basicamente o mesmo que ver Kyle. E pronto, é um filme que se nota bem a mão de Eastwood em que, portanto, não há muito a criticar. Escusado era terem usado um Nenuco a meio do filme...


The Gambler
Nunca pensei que chegaria o dia em visse um filme com Mark Wahlberg e não gostasse. Mas esse dia já chegou. Demasiado parado - cheguei a dormir por alguns minutos, true story - e a história não trás nada de novo. A única coisa de interessante neste filme é a banda sonora.


The Imitation Game
E sim, mais outro filme baseado numa história real, desta vez na história de Alan Turing, considerado pai da computação moderna e que desempenhou um papel fulcral durante a Segunda Guerra Mundial. Com a interpretação soberba de Benedict Cumberbatch, a verdade é que superou as minhas já altas expectativas. Um filme realmente maravilhoso, muito bem realizado, contado de forma muito inteligente e que faz jus ao nome de Alan Turing.


Ex-Machina
Um filme fenomenal que nos deixa a pensar na vertente ética, moral e filosófica da inteligência vitual, realizado com uma mestria brutal - a mim fez-me lembrar o tipo de realização de Terrence Malick mas bem feito.


Whiplash
Mais outro filme que superou as minhas expectativas. Sobre um jovem, Andrew, que ambiciona ser um dos maiores bateristas de Jazz da actualidade mas que para isso tem de lidar com a pressão do seu professor da banda da conservatória onde estuda.


Wild
Apesar das críticas lidas não muito favoráveis, no imdb por outros espectadores, a verdade é que eu gostei bastante. Baseado no livro de memórias de Cheryl, uma mulher que se sente perdida após perder a mãe, com um comportamente autodestrutivo e que após sentir que bateu no fundo, decide sair da sua zona de conforto e embarca sozinha numa aventura ao percorrer a pé os cerca de 1700km do Pacific Crest Trail. Não só a interpretação da Reese Whiterspoon é de nos deixar sem fôlego de tão boa que é, como eu achei extremamente corajoso da parte de Cheryl ter relatado toda a sua história, sem vergonha e pudor.