quarta-feira, abril 29, 2015

Aquele momento...

Quando estás a conduzir e a chegar ao destino, e abrandas um pouco a velocidade não porque estás a ir muito depressa mas porque queres ouvir a música que está a dar na rádio até ao fim...


terça-feira, abril 28, 2015

Grey's Anatomy Spoiler alert!

Quem ainda não viu o último episódio de Grey's Anatomy nem notícias nenhumas referentes a isso: não continuar a ler este post.

Eu avisei...







Porquê Shonda?!!!!! Mas porquê é que foste fazer uma badalhoquice destas? E tu, Patrick?! Sim, tu! Andas armado em carapau de corrida, a dares numa de piloto? Esta pouca-vergonha é inadmissível!
Eu já vi o episódio no fim-de-semana mas ainda estou chocada. Quer dizer, matam o Mark Sloan, a Lexie, a Christina sai - que era só a minha personagem preferida - e agora o McDreamy passa a McDead. Não se faz! Isto não se faz minha gente!



Ainda por cima o home' é como o vinho do Porto: quanto mais velho, melhor... Que pedaço de mau caminho... a idade fica-lhe mesmo bem!


segunda-feira, abril 27, 2015

Ao meu herói


Hoje um dos homens da minha vida faz anos, o meu pai. E hoje, pela primeira vez em três anos consigo estar ao seu lado para celebrar este dia. Não podia deixar de cá estar visto que, apesar de todos os anos serem importantes, hoje faz um número redondinho. Entra numa nova década e eu não podia deixar de cá estar para celebrar esta nova década.
O meu pai e eu somos muito parecidos em muita coisa: teimosos, orgulhosos, com um feitiozinho daqueles especiais. Resultado? Às vezes marramos um com o outro. Ele não tem medo de levantar a voz e eu também não tenho medo de responder. Já tivemos a nossa quota parte de discussões à conta deste nosso feitiozinho especial, mas a verdade é que eu não podia pedir melhor pai que ele. Faz tudo pela família, extremamente meigo e um homem de valores como hoje em dia já não se vê tanto quanto isso. Grata daqui até ao infinito por ter o meu pai como pai.

Ao meu pai, o meu herói de sempre, Parabéns!

quinta-feira, abril 23, 2015

E o tempo que uma pessoa perde nisto!


Aos senhores que gostam de enviar newsletters para o meu e-mail pessoal, apesar de eu nunca subscrever a 98% destas newsletters: a sério que para cancelar a subscrição já não bastava ter o trabalho de ir aos vossos sites, como tenho de aceder à "Minha conta" > "Definições" > "Cancelar esta treta que não pedi a ninguém"? Melhor... como é que eu faço log in na "Minha conta" quando eu nunca me registei?
Pois! Como é que cancelo esta bodega?

(não me digam que tenho de me registar nisto...e não, não há nenhuma opção que dê para cancelar isto de forma mais rápida e automática. E sim, eu sou complicada, podia pôr isto logo como spam e ir à minha vidinha mas eu gosto de cancelar estas coisas.)

Casa é onde nos sentimos bem

Apesar de até gostar bastante de Dublin (não é uma cidade bonita por aí além, mas é uma cidade catita com pessoas bem simpáticas), não há nada como a nossa casa. E quando digo casa, não digo especificamente Portugal, ou mais propriamente Lisboa (que, para mim, tirando Barcelona, é a minha cidade de eleição). Quando digo casa refiro-me àquele sítio onde estão as nossas melhores recordações, onde se cresceu, onde se viveu  e, o mais importante para mim pelo menos, onde está a nossa família. Não que não me sinta bem em Dublin, sinto, mas não há conforto ou alegria como naquela que consideramos ser a nossa verdadeira casa.
Costumo dizer duas coisas: a primeira é que eu não sou como os gatos, que estão bem onde está a sua casa, mas sim como os cães que gostam de estar ao pé das suas suas pessoas, independentemente de onde estejam; a segunda coisa que eu costumo dizer está ligada à primeira: sou portuguesa e tenho orgulho em ser portuguesa, adoro Portugal, adoro as coisas maravilhosas que cá temos (e temos, porque temos, tantas e tantas coisas tão maravilhosas e tenho muita pena que as pessoas não sejam um pouco mais patriotas, talvez as coisas e a situação actual do país pudesse ser um pouco diferente), mas a verdade é que eu não nasci em Portugal, não me faz tanta confusão assim se eu não morrer em Portugal. Daquilo que eu mais pena tenho no mundo, mesmo, nem é deixar Portugal para trás - apesar do seu sol e o seu céu tão brilhante como em mais lado algum, com as suas paisagens, com a sua comida maravilhosa e tudo mais - mas sim em não conseguir usufruir a tempo inteiro da minha casa, da minha família e dos amigos que (ainda) se encontram em Portugal (apesar de ter a sorte de ter em Dublin uma das minhas melhores amigas a viver e um grupo de amigos a quem, na falta de laços de sangue, podemos considerar família). Não sou a pessoa mais apegada aos sítios - quando uma pessoa tem de se adaptar a um novo sítio adapta-se, e eu, que remédio, adaptei-me a Dublin - mas sou do mais apegada que pode haver em relação às pessoas.

Não sou um gato. Sou um cão.

quarta-feira, abril 22, 2015

O cúmulo da ansiedade

Sentir saudades quando ainda não fui embora.
Ai a minha vida...

terça-feira, abril 21, 2015

sábado, abril 18, 2015

A epifania do fim-de-semana

Entre prendas de aniversário, uma prenda para o bebé mais recente da família, um par de calças para mim, mais coisas que são mesmo precisas e combustível, a conclusão a que cheguei durante este fim-de-semana é que o meu dinheiro bebe red bull, ganha asas e voaaaaaaaaaaa!

Só pode...

sexta-feira, abril 17, 2015

Movimento cívico a favor dos refilões

Ser refilona não é fácil. Não que refilar seja complicado - é tão, mas tão fácil, principalmente para mim que consigo ir de super-calma-a-super-refilona em questões de microsegundos. Difícil é aguentar a pressão que nos rodeia, a nós refilões, por sermos considerados como pouco tolerantes.
Eu costumo dizer que se sou refilona é porque os outros me dão motivos para tal. E não, não sou perfeita, também erro como qualquer outro ser humano. Mas gosto ser uma pessoa educada e cívica. Odeio injustiças. Odeio mentiras. E tenho uma tolerância baixíssima para chico-espertos.
Mas quando abro as goelas para refilar, eu é que passo a ser vista como a pouco tolerante e, quiçá, a má da fita.
"Ah Karina, mas as acções são para quem as pratica". Tudo muito bem, concordo plenamente. Mas e ficar de boca calada enquanto vejo as coisas a acontecerem mesmo à minha frente? Jamais, lá dizia o outro.

E é por isto que eu vos digo que já chega deste terror permanente contra os refilões. Está na hora de deixarmos de sermos vistos como pouco tolerantes mas antes como aqueles que têm a coragem de falar contra as injustiças deste mundo! Pelos refilões, marchar, marchar!

quinta-feira, abril 16, 2015

Já a pensar no verão

Foi paixão ardente logo à primeira vista. Não houve maneira de resistir tal era a química entre nós. Ainda melhor quando vi a etiqueta do preço e vi que estava a 50% de desconto - até senti faíscas a sairem dos meus olhinhos castanhos-esverdeados - na verdade, depende muito do dia, se está escuro, se está claro, se estou na praia, etc, etc.
E foi assim que trouxe este casaquinho da Zara, já a pensar no verão.

Verão irlandês, pois claro.

terça-feira, abril 14, 2015

Está na hora...

Vá, que me perguntem quando é que eu decido alargar a família, pronto, aceito. Lá me desvio da questão de uma ou outra maneira. Não, não sei se quero. Não, agora não. Não, por agora tenho outros planos.
Agora virem perguntar isso e logo a seguir comentarem "está na hora" já é outro assunto completamente diferente.
Está na hora para quê? Para almoçar? Já almocei, obrigada. Hora para jantar, então? Não, primeiro vem o lanche e mesmo assim só se for uma arrefadazinha com queijo, que isso sabe sempre bem. Está na hora de ir às compras? Mas eu não preciso de nada...

Está na hora para quê, senhores? Que eu saiba, só eu é que sei dos meus horários.

segunda-feira, abril 13, 2015

Dramas femininos


Não que aconteça sempre mas com uma frequência maior do que gostaria: pôr rimmel e desatar a espirrar logo de seguida, deixando tudo sujo à volta dos olhos, ficando a parecer um bonito panda.
Mas será que é só a mim que estas coisas acontecem?

sexta-feira, abril 10, 2015

Conversa à mesa, só entre mulheres

Uma grávida e as outras já mães. E eu, claro, que tenho uma certa dificuldade em manter as minhas plantas vivas quanto mais ser responsável por outro ser com pernas, braços e tudo mais.
Bem, começam elas a falar de gravidezes e pós-gravidezes - ou, visto da minha perspectiva, começam numa conversa de espectáculo de horrores.
Uma dizia que as suas gravidezes tinham sido espectaculares mas os mamilos tinham gretado de tal maneira que tinham dado mais dores que os partos propriamente ditos.

E eu a ouvir

Outra dizia que à conta disso, conhecia alguém cujas pontas dos mamilos tinham caído.
E eu que continuava a ouvir

A terceira dizia que na altura de parir tinha gritado até dizer chega.
E eu a não querer ouvir mais

A última dava graças pela sua criança ter nascido de cesariana, que o bebé era tão grande mas tão grande que se fosse por vias naturais ficava toda rasgadinha. E eu

Sei que pode ser a coisa mais natural do mundo, que as coisas são mesmo assim, e que todas dizem que vale sempre tudo a pena. Mas a ouvir isto tudo, num misto entre escandalizada e aterrorizada, só conseguia imaginar melancias a tentarem a passar por palhinhas, a mamas a caírem e esborracharem-se no chão, e enfermeiras a porem mordaças nas bocas das mulheres a parir, isto tudo num cenário apocalíptico repleto de chamas, nuvens cinzentas num céu negro com vento soprando assustadoramente.
Acredito que pegar num bebé nosso seja uma sensação única, mas a meu ver que não sou mãe, que não tenho grande instinto maternal e nem sei sequer lidar com crianças - o que é que se fala com elas? - acho os meios para chegar a esse fim no mínimo assustadores e macabros...

quarta-feira, abril 08, 2015

E o que eu gosto de surpresas!

  

Mas não gosto muito. Aliás, não gosto quando a surpresa passa a meia surpresa: sei que vai haver qualquer coisa mas não sei ao certo o quê. Disso e da tão famosa frase "tenho que te contar uma coisas mas agora não posso, mais logo!". Para além de não descansar até saber o que a pessoa tem para dizer, começo logo a fazer filmes na minha cabeça, então eu que tenho uma imaginação tão fértil - como diz uma amiga minha "essa tua cabeça dava uma banda desenhada bem jeitosa".
Portanto, podem imaginar quando ontem à noite vou a ver os e-mails e tenho um a pedir o meu contacto telefónico porque precisavam de falar comigo  - e àquela hora já não dava para falar.
Leio isto e, imediatamente, sinto duas portinholas na minha cabeça a abrir, a da ansiedade e aquela de onde sai uma rajada de pensamentos com mil e um filmes diferentes que ficam a marinar na minha mente até ao momento em que recebo a chamada, hoje de manhã.
É claro que, com tanta possibilidade, uma delas estava muito perto da realidade, se bem que com contornos diferentes.
Então que durante a chamada explicam-me o que se passa e qual a possível solução do problema. Perguntam o que eu acho. Digo que sim, por mim, tudo muito bem! Agora vamos ver o que as outras partes envolvidas acharão dessa mesma solução - quero acreditar que também vão achar bem.
E pronto, apesar de tentar ser sempre uma pessoa de pensamente positivo, a verdade é que não me consigo escapar da ansiedade e das mil e uma coisas que passam constantemente pela minha mente, deixando-me muitas vezes exausta de mim própria.

Tenho de começar a fazer meditação, a ver se acalmo.

terça-feira, abril 07, 2015

Coisa que nunca pensei dizer


Ora pois bem, eu, dona de um par de pernas roliças e anca larga, nunca achei piada a calças brancas. Sempre achei que só iriam realçar ainda mais as minhas formas curvílineas. Como tal nunca tive um par de calças brancas - tirando a vez em que a minha mãe ofereceu-me um par de jeans brancos  ainda era eu criança e eu estraguei-as subtilmente ao roçar-me à grande e à francesa no jardim, deixando-as completamente manchadas de verde ao ponto da nódoa não sair a não ser com uma tesoura.
Mas há uns dias atrás, ao vestir uma camisa tom de salmão clarinho, dei por mim a pensar que "isto agora ficava mesmo bem era com umas calças brancas".

Foi chocante ter-me apercebido que, afinal de contas, quero umas calças brancas e olhem, que se lixem as pernas roliças.

quinta-feira, abril 02, 2015

Coise pá...


Descobri que a minha altura, no cartão do cidadão, não está correcta. Em vez de 1,58m que lá vem, afinal meço menos 2cm.
Mas também não dizem que as mulheres querem-se como as sardinhas? Pequeninas... :)

quarta-feira, abril 01, 2015

Aquele momento...

Quando sais à rua e começas a sentir umas temperaturas amenas, tão agradáveis, o sol a bater na pele, a vitamina D a entranhar-se em ti por todos os poros que possam estar descobertos, que não fazes mais nada senão aproveitar esse calorzinho, especialmente depois de tantos meses tão frios, gelados, que te fazem vestir camadas e camadas de roupa até ao ponto de não te conseguires mexer. No entanto, esse calorzinho, ainda recente e tímido, ainda não é o suficiente para aquecer as casas, essa é que é essa. E tu, quando regressas da rua e entras em casa, sentes que estás a entrar num frigorífico...


Até ladras!

No dia das mentiras


Se há coisa que me deixa furibunda da vida é mentirem. Cresce-me um nervoso miúdinho cá dentro do peito que passa rapidamente a uma irritação gigante sentida em todo o meu corpo quando sei que alguém me mentiu. Até compreendo que haja mentiras piedosas, muitas vezes para não magoar ninguém, mas mesmo assim prefiro que omitam, que dêem volta à questão - que é o que por norma faço quando não quero dar a resposta a alguma coisa mas também não quero mentir - que digam na cara que não querem ou não podem responder. Mas mentir... mentir é feio e lido muito mal com a mentira.
Por isso, aproveitem hoje para pregar aquela peta. Para mentir descaradamente. Hoje, por convenção do dia, não levo a mal.
Mas só hoje.