quinta-feira, maio 28, 2015

Ninguém merece isto

Estamos praticamente em Junho e temos a bela temperatura de 10°C, sendo que de temperatura realmente sentida, segundo as pessoas do accuweather, estão apenas 3.
Que bonito. É ver o pessoal todo em Portugal de T-shirts, tops, calções e sais, e eu sem saber se visto uns collants mais grossos ou menos grossos.

quarta-feira, maio 27, 2015

Oi?! Não estou entendendo!

Sobre a notícia de uma rádio dinamarquesa que matou um coelho para provar um ponto de vista e seguintes comentários nas redes sociais que dizem que se devia haver uma maior preocupação em relação a todas desgraças humanas que acontecem no mundo e não tanto com os direitos dos animais: o que uma coisa tem a ver com a outra? Expliquem-me, como se eu fosse muito burra.
É que lá por eu e tantas outras pessoas se preocuparem com os direitos dos animais não invalida que não nos preocupemos e não sejamos sensíveis com tantas outras causas. Mais: o facto de ter decidido não comer carne, não usar peles nem produtos testados tem animais, não faz com que já não tenha forças nas canelas ara lutar por outras causas. Então eu que estou sempre pronta para reclamar contra as injustiças deste mundo.

terça-feira, maio 26, 2015

Andorinhas

Não sei muito bem porquê mas sempre gostei de andorinhas. Talvez por ser um pássaro a que associo à primavera. Talvez por ser bonitinho. Não sei, mas sempre gostei. E, recentemente, soube que a andorinha representa a ligação à família, amor e afecto, uma vez que, independentemente para onde emigre, longe ou perto, regressa sempre a casa.
E é assim que me sinto: uma andorinha que anda por fora numa aventura mas a sua ligação para com a sua família, para com a sua casa, para com as suas raizes é demasiado forte para alguma vez se esquecer do caminho de volta.

E foi assim que decidi a minha próxima tatuagem (desculpa mãezinha, mas esta tem mesmo de ser). Uma andorinha e uma palavrinha (palavra essa já decidida há muitoooo tempo, mas a ser revelada só noutra altura).

 






quinta-feira, maio 21, 2015

Conversa de doidos

Ele, para mim: olha, [aquele edifício] está todo verdinho...
Eu: o que é que está verde?
Ele: está verde.
Eu: mas o quê?
Ele: está verde!
Eu: que está verde já eu percebi, mas o que é que está verde?
Ele: o edifício está verde! Era o que eu estava a dizer, que o edfício está verde!
Eu: bolas, há meia hora a perguntar o quê e tu nada. Eu tinha percebido à primeira que estava verde, só não tinha percebido o quê.
Ele: pois... tu nunca me compreendes...

Homens...

terça-feira, maio 19, 2015

Algo estranho se passa...

No mundo da música quando, numa entrega de prémios, os nomeados para melhor artista são tais como One Direction, Ariana Grande e Taylor Swift.
Nem digo que todas as músicas destes sejam todas más (apesar de não nutrir gosto nenhum por nenhuma das músicas que conheço destes artistas) mas daí a serem Artistas do Ano... acho um pouco exagerado. 

Bem, vou continuar a ouvir Muse.

Soninho para que te quero


Eu não sou pessoa que, por norma, precise de dormir muito. Raramente durmo oito horas seguidas, ora porque não preciso, ora porque tenho insónias, ora porque tenho o sono a dar para o leve e acordo muito facilmente com barulhos (nem precisam de ser muito altos) e claridade (e aqui não há estores, temos apenas um blackout - uma cortina preta e opaca - mas que para mim não é suficiente) e o processo de voltar a adormecer é demorado - isto quando consigo voltar a adormecer.
Mas, senhores, não imaginam o bem que me soube ter conseguido dormir oito horinhas seguidinhas sem interrupções de sábado para domingo - se bem que, tecnicamente, já era domingo quando fui para a cama. Estava mesmo, mesmo, mesmo a precisar. Estas últimas semanas têm sido bastante preenchidas, com muito trabalho, e o ter conseguido uma noite de puro descanso, fez-me sentir revigorada.
Uma maravilha!

sexta-feira, maio 15, 2015

Pára lá com a brincadeira!

S. Pedro, já te estás a esticar. Já chega, pára lá com a brincadeira! Andam todos contentes com sol e calor, a usar sandalocha e tops bonitos sem mangas e a pôr fotografias por todas as redes sociais e a comentarem o bom que é esse calorzinho, e eu aqui continuo a tremer de frio, a usar casacões e cachecóis e galochas e a rogar pragas quando deixo o gorro em casa.
Na Irlanda também já é Primavera! Acaba lá com essa brincadeira parva e dá lá um calorzinho aqui à ilha, faxavô!

Agradecida.
Karina sem acento

quinta-feira, maio 14, 2015

Cóceguinhas!

Estava eu e a P. a caminhar na rua e a conversar, quando do nada aparece um rapaz alto que estica o braço em direcção à garganta da minha amiga e começa a fazer-lhe cócegas enquanto diz "Tickle, tickle, wiggle, wiggle! Tickle, tickle, wiggle, wiggle!".

E nós, feitas parvas, paralisadas sem reacção durante alguns segundos a pensar que raio era aquilo.

Há com cada um...

segunda-feira, maio 11, 2015

Enquanto foi tudo à praia, eu fui ainda mais para o frio

Fim-de-semana na Irlanda do Norte. Belfast, Carrick-a-Rede (onde, apesar das minhas vertigens, passei a pé numa ponte de rede e madeira que tremedia por todo o lado) e Giants Causeway, uma área com blocos de basalto, resultado de uma erupção vulcância antiga. Apanhei chuva, vento e frio. E em pleno maio bati palminhas quando entrei num pub com a lareira acesa. Mas foi um fim-de-semana bem passado.



O Parlamento da Irlanda do Norte lá ao fuuuuunnnndoooooo
O Parlamento
Câmara de Belfast
A dita ponta
Karaté Gambuzino, em Giants Causeway

Castelo de Dunlace

quinta-feira, maio 07, 2015

Pobres ouvidinhos...


Sr. Gambuzino comprou há uns dias uma playstation. E hoje trouxemos para casa, como não podia deixar de ser, um singstar, dos Queen.
Portanto, tendo em conta que tanto eu como ele somos duas canas rachadas a cantar, podem imaginar o espectáculo (de horrores) que vai por cá. Mesmo assim, tendo as minhas pontuações bem superiores às de Sr. Gambuzino, posso dizer que canto um pouco melhor. Mas longe de ser uma Maria Callas...

Estou só à espera que os nossos vizinhos venham bater à porta de joelhos a implorar que nos calemos. Pobrezinhos, não gostava de estar na pele deles (ou melhor dizendo, ouvidos).

quarta-feira, maio 06, 2015

A mulher mais maravilhosa

A mulher mais maravilhosa que eu conheço - e sei que jamais irei conhecer outra igual - faz hoje anos. Eu posso tentar descreve-la mas não há adjectivos que façam jus à sua pessoa. Justa, amiga, faz tudo pela família e amigos. Calma e espevitada ao mesmo tempo. Ninguém a pára e pensa que é de ferro. Também é teimosa, porque é. Culta e inteligente. Mulher que sabe adaptar-se aos tempos mas com valores intemporais. Carinhosa, caridosa mas também diz o que acha que tem de dizer quando tem de o dizer. Sabe perdoar como ninguém. Com um humor muito especial, irónico e sarcástico. É a primeira a dar o seu casaco a quem estiver com frio, mesmo que seja ela a ficar depois com frio. Mãe galinha. Mãe leoa. Se tenho de agradecer a alguém por tudo, por ser a pessoa que hoje sou, é a esta mulher maravilhosa.
A mulher mais maravilhosa que eu conheço faz hoje anos. Posso não estar com ela fisicamente (é engraçado como funciona esta coisa do destino ou como quiserem chamar, não nos dá nada de borla e há sempre alguma coisa que temos de devolver em retorno, o que neste caso foi, pela primeira vez na vida, não conseguir estar presente no seu aniversário) mas ela está cá comigo sempre no meu pensamento e coração.

Brindemos todos à mulher mais maravilhosa de todo o sempre! Parabéns mãe!

terça-feira, maio 05, 2015

Alô alô!

Bem sei que ando um pouco desaparecida mas estes últimos dias têm sido... emotivos, para ser simpática.
Entre a festa de aniversário do meu pai e de Sr. Gambuzino (que fazem anos com poucos dias de diferença) em Portugal e entre família, e combinar uma festa surpresa para Sr. Gambuzino com os nossos amigos em Dublin para o dia em que regressámos - e só por isto eu deveria escrever um post só de agradecimentos a todos que ajudaram e puderam aparecer - não tenho tido muito tempo para vir aqui.
Mas estou viva. Com um nó na garganta, como já é habitual sempre que volto de Portugal - diziam-me antes que isto melhorava com o tempo mas a verdade é que me parece ser cada vez mais difícil deixar tudo e todos para trás - mas viva.