sábado, agosto 29, 2015

From Edinburgh with love

Este fim-de-semana viemos passear a Edinburgh. Eu tinha uma vaga ideia de que era uma cidade engraçada mas a verdade é que, até agora, todas as expectativas foram mais que superadas, tanto que dou por mim várias vezes especada a olhar para as coisas de boca aberta. Cheers!

sexta-feira, agosto 28, 2015

Cinco anos


Faz hoje cinco anos que nos casámos. Já cinco, pá. E muita coisa já aconteceu nestes cinco anos. Viajámos, mudámos de país, temos tido desafios professionais, temos aprendido muita coisa, conhecemos outras pessoas, umas assim-assim outras bem fixes, fizemos mais amizades, finalmente começaste a gostar de Placebo (aleluia, irmão!), começaste a aprender a tocar guitarra - apesar da tua selecção musical deixar-me com os nervos em franja (já não aguento ouvir mais o Dunas, nem as músicas dos Resistência), mas pronto - e mais uma data de coisas. Sempre juntos, mesmo quando não estamos um ao lado do outro.

Venham lá mais cinco ziliões de anos sempre assim, juntos, meio parvinhos e alegres.

quarta-feira, agosto 26, 2015

Por aqui ouve-se ♥

Nao sou a maior das fas de Madonna. Reconheco que a senhora e uma autentica camalea, um animal de palco, e uma artista na verdadeira acepcao da palavra. Dai a achar que ela tem uma grande voz ou a gostar de todas as suas musicas, vai um grande passo. Na verdade, nao me lembro de gostar de alguma musica dela dos ultimos anos. No fundo, acho que ela tem uma grande capacidade de se adaptar aos tempos (para o bom e para o mau) e deve ser, provavelmente, das melhores marketeers de sempre.

Mas o album Ray of Light, a meu ver e ouvir, e das melhores coisinhas que ja foi feito. Lembro-me de ter comprado o cd, na altura em que saiu, e passar a vida a ouvi-lo no carro - o que vale e que a minha mae tambem gostava de grande parte das suas musicas. E, passados mais de quinze anos, continuo a conseguir ouvi-lo do principio ao fim com gosto.


(teclado ingles... nao ha acentos p'ra ninguem...)

segunda-feira, agosto 24, 2015

Karina sem acento aventura-se nas caminhadas

Primeiro vi o filme, Wild. Depois li o livro. Um pouco o inverso daquilo que costumo fazer, mas desta vez foi assim.
Se já tinha gostado do filme, devorei cada palavrinha do livro. É uma história incrível, inspiradora. Tão inspiradora que, juntamente com o gosto que sempre tive em subir calhaus, montes e montinhos, fez-me comprar umas botas de caminhada e todo um conjunto de apetrechos para me aventurar nos trilhos.
Sábado andámos num trilho com cerca de 7Km - coisa pouca eu sei, mas hoje estou toda partidinha. Preparados com água, bananas e bolachas, um canivete - que até deu jeito para cortar uns raminhos de lavanda - casaco, poncho impermeável, e um walking pole - que deve ter sido das minhas últimas melhores compras, dá mesmo um jeitaço do camandro - mais umas quantas coisas necessárias, vestidos a rigor e com uma motivação muito em alta lá fomos nós. E hoje posso dizer que cheira-me que isto foi só o início de um novo hobby.

sexta-feira, agosto 14, 2015

Gordinha mas feliz

Vim para Dublin mais gordinha, que é como quem diz, virei uma pequenina lontra. Não me privei de nada enquanto estive em Portugal de férias: desde ao pastel de nata, aos bons bocados, à bola de berlim, aos gelados, folhados de queijo fresco, marisco - e o engraçado é que muito do marisco à venda em Portugal vem da Irlanda mas aqui praticamente não encontramos à venda, visto exportarem grande parte -, sumos da compal e tudo e tudo e tudo que mais saudades tinha de comer. Isto já não para falar na melhor comida do mundo, da minha mãezinha que, apesar de saudável, é tão boa que uma pessoa não consegue parar de comer.
Portanto, vim gordinha mas feliz, de barriga cheia.

Agora há que voltar à linha. Doces de lado, sumos de parte, água e vegetais p'ró bucho. Há que ganhar espaço para as iguarias do Natal.

terça-feira, agosto 11, 2015

Vai o corpo, fica a alma

Quem disse que uma pessoa se habitua à distância e às despedidas e que com o tempo tudo melhora, não sabia claramente do que falava. 
Custa hoje tanto ou mais como da primeira vez. Dizer adeus é sempre insuportável, é sempre um murro no estômago. A única diferença é na chegada: a cidade já é conhecida, os hábitos de lá não são tão estranhos, já temos um núcleo de amigos, e já se sabe como as coisas funcionam. O período de adaptação já lá vai. Mas a ida... A ida é sempre a mesma coisa. Vai o corpo, fica a alma.