quinta-feira, dezembro 31, 2015

Já?

Recapitular 2015? Resoluções para 2016? Primeiro tenho de perceber como é que o ano já está no fim e eu quase nem dei conta!

C'um caneco, isto, este ano, foi a voar!

Bem, feliz 2016 a todos! 


quarta-feira, dezembro 23, 2015

Aquele momento...

Quando, finalmente, acabas de fazer todas as compras de Natal

terça-feira, dezembro 22, 2015

Com Gambuzinos destes...

Estava eu a contar a Sr. Gambuzino que na noite em que ele teve um jantar de natal e eu saí com umas amigas, estávamos nós numa pizzaria perto de casa quando começa a dar All I want for Christmas is you, da Mariah Carey. E eu, confesso, fã desta música, começo a cantar. Nisto, uma rapariga atrás de mim, que eu não conhecia de lado nenhum, vira-se para mim e elogia os meus dotes vocais.
Sr. Gambuzino olha para mim incrédulo e pergunta: "Mas... Quantas bebidas já tinha ela tomado?"



segunda-feira, dezembro 21, 2015

Coisas que não te dizem* quando decides marcar consulta para experimentar pela primeira vez lentes de contacto

O difícil não é pôr (ao contrário daquilo que eu pensava, até me davam uns suores calafrios sempre que imaginava espetar o dedo contra o olho para enfiar a lente). Difícil é tirar!

*pelo menos a mim


quinta-feira, dezembro 17, 2015

Sabes que vives num país frio....

Chuvoso, cinzento e com muito poucas horas de dia durante o Inverno ("5, 7 segundos muito intensos"), quando regressas a Portugal e, ainda no avião olhas pela janela e pensas: "Bolas! Nem me lembrei de trazer os óculos de sol!"


quarta-feira, dezembro 09, 2015

Não sei quanto a vocês...


Mas para mim, já podia ser sexta-feira...


sexta-feira, dezembro 04, 2015

Estar longe de casa, da família, do país é, pelo menos para mim, sentir saudades todos os dias. Apesar de não ser daquelas pessoas fundamentalistas que acha que só em Portugal é que há coisas boas (sim, Portugal tem coisas maravilhosas mas não é detentor absoluto de tudo o que é bom e maravilhoso; e sim, há quem critique por tudo e por nada os países que os acolhem e que dão oportunidades que Portugal não consegue oferecer), a verdade é que tenho saudades. Das coisas pequenas, como aquele pastel de nata com um bom café expresso, a vista do mar do comboio a caminho de Lisboa, o sol, etc, etc, e das coisas realmente importantes. A família. Os amigos. O não ter um mar a separar, e um ecrãn, skype, e telefone a fazer a ponte desse mar.
Contudo, uma pessoa vai aprendendo a gerir essas saudades. Elas, no meu caso, não vão regredindo mas que remédio tive eu de aprender a viver com elas como se de uma sombra se tratasse.
Mas depois há aquelas notícias que, para além de nos fazerem lembrar da nossa insignificância nesta terra e que isto tudo não passa de uma simples e breve passagem, nos fazem temer esta distância e que reforçam o meu maior medo.
Ontem à noite faleceu o pai de um amigo nosso. Coisa repentina, pelos vistos ninguém estava à espera. Para além da dor que sentimos pela perda que o nosso amigo enfrenta, que também é português e vive por cá, sentimos, inevitavelmente, a distância como nunca antes. Felizmente que hoje em dia há aviões que viajam daqui para Portugal todos ou praticamente todos os dias, o que ajuda a encurtar um pouquinho de nada essa distância, mas numa situação destas, parece que a distância, qual ela seja, triplica. Assim como triplica, acredito eu, o sentimento de impotência (apesar de saber que, numa circunstância destas, não há nada a fazer).

Hoje, em especial, só queria um abracinho dos meus pais. 

R.I.P, pai do nosso amigo