terça-feira, janeiro 26, 2016

Ser emigrante num país em que não se fala português é:

Querer dizer palavras em português e só vir à mente aquilo que se quer dizer na língua do país em que se está a viver (no meu caso, em inglês). "Caraças... Aubergine*! Como se diz aubergine em português?!"


Ir a Portugal e, nos primeiros dias, quase estranhar ouvir as pessoas todas na rua falarem só em Português.


Lembrarmo-nos de todas as vezes, durantes anos e anos, em que se gozou com os françugueses Jean Pierres que em Agosto iam para a terra mostrar os seus Mercedes-Benz, fios de ouro em peitos peludos e os seus mocassins de marca e calções de nylon para a praia enquanto davam a entender o seu vasto vocabulário francês ("Anda, ma fille, anda ver os lions") e (de certa forma) até compreendê-los.


*Beringela

segunda-feira, janeiro 25, 2016

The Revenant

#LeoForTheOscar

!!!

terça-feira, janeiro 19, 2016

sexta-feira, janeiro 15, 2016

Always...


R.I.P. Alan Rickman

quinta-feira, janeiro 14, 2016

Havera dor maior?


Eu sou, modestia a parte, ate bastante resistente a dor. Lembro-me de estar de estar deitada na cadeira do dentista, com um dente da frente partido apos ter ido contra a parede do corredor enquanto bocejava (duhh) e do dentista me estar a dizer que devia estar com bastantes dores. Nao, disse eu, nem por isso. Apenas uma dorzinha psicologica, nada mais. E' impossivel, diz-me ele, tens o nervo exposto, isto tem de te estar a doer. Mas nao, a verdade e que nao me doia grande coisa. Como este, tive outros tantos episodios semelhantes.
Mas nao ha dor como o corte de papel nos dedos. Que puta de dor. Ate sinto as entranhas a quererem sair pela pequena mas feroz ranhura que se instala no dedo depois de o cortar com uma folha de papel.

quarta-feira, janeiro 13, 2016

Aquele momento...

Quando estao todos a comer waffles e panquecas e tu, para nao estragar a dieta, a comer gelatina de ananas

sexta-feira, janeiro 08, 2016

Acabou-se a paparoca doce

Literalmente. Acabaram-se os doces, docinhos, folhados e folhadinhos. Volta-se a rotina, ao acordar cedo, cedo, volta-se ao trabalho. Volta-se (glup!) ao ginasio. Volta-se, espero eu, ao peso pre-ferias.
Volta-se a este frio e a roupa super hiper mega quentinha para nao se congelar (e viva as camisolas termicas)!
Volta-se a esta vida irlandesa.
Ficam as memorias de umas ferias maravilhosas.