terça-feira, fevereiro 16, 2016

2016, o ano de todos os casamentos


Ainda só vamos em Fevereiro e já tenho três  casamentos marcados para este ano. Três. Todos eles pertinhos uns dos outros. Aliás, tecnicamente, até tenho quatro, mas um, o primeiro, vai ser em Las Vegas e por muito que gostasse de ir (tipo, é claro que gostava de ir... casamento em Las Vegas, o que poderia ser mais fixe que ir a um casamento em Las Vegas?! Um casamento em Las Vegas destes nossos amigos!) não vai ser possivel.
Portanto, se por um lado peço aos anjinhos para que mais ninguém se lembre de casar este ano e de me convidar - ainda por cima, tendo em conta que estamos na Irlanda, temos de contar com uma logística um pouco diferente, como marcar viagens, marcar dias de férias, etc, etc - por outro lado fiquei com a lágrima ao canto do olho de tão emocionada que fiquei (e eu que não sou nada destas coisas de lágrimas ao canto do olho) quando soube este fim-de-semana que a minha querida e adorada amiga Kiki - não, não tenho amigas com nomes pomposos e chiques como Kiki, mas é uma brincadeira nossa - se vai casar.
A Kiki é a minha amiga que foi comigo ver vestidos para o meu casamento (e que me chamou de noiva intragrável por eu ter experimentado apenas quatro vestidos e ter escolhido logo um). Ela ajudou-me a cortar e a dobrar os nossos convites. Ela foi comigo à primeira prova do vestido. Ela foi a primeira amiga a quem contei que nos íamos casar. A Kiki estava comigo quando conheci Sr. Gambuzino. A Kiki é a amiga com quem tenho conversas telepáticas. A Kiki tem uma escova de dentes em minha casa. E é uma das amigas que tem estado presente nos bons e menos bons momentos dos últimos doze anos que nos conhecemos. Mesmo estando separadas, ela em Portugal, eu aqui.
A Kiki é uma das minhas pessoas preferidas de todo o mundo e parte-me ocoração  saber que não vou poder estar com ela como ela esteve comigo, a ver vestidos, a cortar convites de casamento, a ajudar em pequenas grandes coisas como ela o fez quando foi do meu casamento. Mas sei que ela está feliz, e no final do dia, isso é o que conta. E cheira-me que vai ser o primeiro casamento a que vou que me vai fazer chorar baba e ranho...

Kiki, Mimi luvs u*

quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Da minha ida aos saldos (a tristeza que é comprar uma blusa branca)


Lá me decido ir aos saldos e a única coisa que realmente me capta a atenção é uma blusa branca. O preço é mais do que simpático e até há várias do meu tamanho.

Todas elas manchadas com base... Sim, que aqui as moças usam mais maquilhagem (especialmente base e auto-bronzeadores) que um empreiteiro usa reboco para as paredes.

Eu sei, eu bem sei, que podia comprar à mesma e lava-la em casa. Masssss não, não me parece. 

terça-feira, fevereiro 09, 2016

E quando eu pensava que ele não podia ser mais geek...

Sr. Gambuzino sai de casa ao final da tarde, passados poucos minutos de termos chegado do trabalho, com um frio que fazia as nádegas baterem castanholas, de propósito para ir comprar cartas Magic.

Geek mais geek, não há.


quinta-feira, fevereiro 04, 2016

Mistério......

Hoje levantei-me uma hora mais cedo. Sr. Gambuzino tinha de ir mais cedo para o trabalho e eu decidi fazer o mesmo, até me dava jeito ir adiantando umas coisas. Portanto, meti os pés fora da cama uma hora mais cedo. Fiz o que faço todas as manhãs. Demorei o mesmo tempo que demoro todos os dias a chegar ao estaminé, entre quinze a vinte minutos a caminhar.
E cheguei apenas 15 minutos mais cedo àquilo que é habitual.
Vá-se lá perceber.

terça-feira, fevereiro 02, 2016

Por esta é que não estava mesmo à espera (surpresa mais que boa)


Sábado ao final da tarde, chego a casa depois de umas voltas que tinha a dar, e Sr. Gambuzino diz-me para ir ao quarto, que estava lá uma coisa para mim.
Entro e vejo em cima da cama um envelope. Comeco a rir, rir muito. 
Sr. Gambuzino oferece-me sempre um postal pelo meu aniversário e neste ultimo, nada de postal para mim. Segundo ele, não tinha visto nada que lhe chamasse a atenção, e eu derretida por uns quantos numa papelaria mesmo perto do seu trabalho. Andei, portanto, cerca de três meses a chateá-lo, a perguntar "então, e o meu postal?" Às tantas já o fazia mesmo pelo prazer de o chatear do que outra coisa, confesso. 
Quando vi o postal em cima da cama, pensei que era, finalmente, o meu postal de aniversário.
Mas não, era mais que isso.
A dedicatória estava no envelope, mas o postal era na verdade um voucher da loja de tatuagens, a melhor cá do burgo e onde fiz a última.
Quando vi o que realmente era, tive de me conter para não desatar a chorar, de alegria, claro - que tínhamos amigos em casa e nestes momentos dou numa de macho que cheira a cavalo e não chora à frente de ninguem.
O que vai ser, já há que está mais que decidido e escolhido. Agora só falta marcar o dia.

segunda-feira, fevereiro 01, 2016

Juro que ja estive mais longe...

Estou (outra vez) constipada. Primeiro foram as ami'gdalas, agora ja so estou naquela fase em que pareco um aspirador avariado e com o saco roto. E estou a uma unha negra de marcar uma consulta para dizer ao Senhor Doutor para me arrancar as ami'gdalas o mais depressa possi'vel, nem que seja a' dentada.