Assim não há quem resista

11:34

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Assim não dá, só coisinhas bonitas...






Constatação

16:47

Giríssimo de se ver que as redes sociais estão repletas de gente perfeita que nunca se engana, nunca erra, que nunca tem maus dias, e que diz sempre as coisas perfeitas, no sítio certo e à hora certa.


Só assim se explica a facilidade com que esta gente aponta o dedo, chama a atencão e dispara logo com nomes feios e ofensas àqueles sacanas, desgraçados desta vida, que tem a ousadia de se enganar.

Pois, pois que acredito que foi mesmo um lapso de José Rodrigues dos Santos e a explicação dada faz sentido. Se não tiver sido um lapso, que peça desculpa e que para a próxima não se ponha com piadinhas em pleno telejornal. Pronto, sem grandes dramas. 

O drama, o horror, o pânico!

09:32

Basicamente isto é muito simples: desde que fiz 29 anos, no ano passado, tenho vivido em permanente ansiedade por me encontrar tão perto dos trinta. Eu sei, eu sei, já toda a gente me disse que os 30 não são nada de especial, nenhum bicho papão que me vai comer o braço durante a noite, nem nada que se pareça. Mas são 30 anos em cima do lombo. Fazer 18 é fixe, já se pode votar e conduzir. 20 anos também é engraçado, já se sente um ponta de responsabilidade mas com aquela graça adolescente ainda um pouco colada a nós. 25 ainda tem piada, trabalha-se, recebe-se dinheiro, maior autonomia. Agora 30?! Desculpem, ainda não vi a piada de fazer 30 - oxalá daqui uns meses diga que não percebia o porquê deste meu drama, que ter 30 é o máximo, fantástico, e essas coisas todas maravilhosas. Mas por agora, que ainda estou nos 20's, isso parece-me uma hipótese remota.


Pronto, isto para dizer que ontem a minha mãe lembrou-me que daqui um mês já tenho 30. E, se tenho estado o ano inteiro em drama com isto, ontem foi quando a coisa bateu realmente forte. Poxa, daqui um mês já tenho 30. 

Respira, Karina, respira...

Justiça injusta

19:26

Richard Glossip vai hoje ser executado nos Estados Unidos por supostamente ter mandado matar o seu chefe, em 1997, apesar de terem surgido provas que possam comprovar a sua inocência. O tribunal, apesar disto, decidiu avançar com a pena em vez de adiar e investigar tais novas provas.

Sempre fui contra a pena de morte. Não que não haja quem mereça, porque até há, mas sou contra por dois motivos: o primeiro porque considero a morte uma pena demasiado leve, especialmente para aqueles que já não têm grande valor pela vida. Sou mais a favor de trabalhos forçados e, porque não, tortura à lá idade medieval. 
O segundo motivo para ser contra a pena de morte reside no facto de, a não ser que seja em flagrante delito, haver sempre aquela dúvida "será que é mesmo culpado?" mesmo que todas as provas indiquem isso, como já aconteceu anteriormente. E a propósito disto, aconselho verem um filme chamado The life of David Gale, com o Kevin Spacey. 
Sou especialmente contra a pena de morte em países como nos EUA em que, mesmo que haja leves indícios de inocência, não importa desde que o resto das provas sejam suficientemente fortes para condenar a pessoa à morte. Assim é um pouco difícil esperar-se justiça plena.

Lá dizia Voltaire "é melhor correr o risco de salvar um homem culpado que condenar um inocente".

Facto

12:32

Decide-se ir ao Ikea para comprar meia dúzia de coisas. Sai-se de lá com dois carrinhos cheios...

Aquele momento...

10:10

Quando perguntam que idade tens ao entrar num bar (ok, isto é algo que até acontece com alguma frequência) e quando dizes "29", o segurança responde "ohhhh... Sorry... You look like... 12... Sorry!"