Impossível estar com os headphones nos ouvidos num espaço público e não fazer lip sync. É no ginásio, é na rua, é no trabalho, é em todo lado. E é uma sorte quando não me ponho a cantar baixinho... "baixinho"...
Chefes de todo o lado, de varias empresas, mandam o pessoal embora mais cedo porque... esta bom tempo!
Sr. Gambuzino, logo após a vitória de Portugal, diz: "Karina, se hoje fizessemos um filho, chamar-se-ia... Éder!"
Que as nossas vitórias de ontem tanto no futebol como no atletismo mostrem que somos pequenos mas enormes e capazes. Que sirva de motivação e confiança. Que a união que ontem se viu e viveu, se mantenha. Que tenhamos mais compaixão para com nós próprios como tivemos ontem quando Cristiano Ronaldo se lesionou (o lesionaram). Que a inveja se transforme em cooperação. Que o patriotismo vá bem além do futebol. Que se responde ao "tudo bem?" não com um "vai-se andando..." mas sim com um "faz-se por isso!"
Não andar a ver imagens de comida, daquelas que uma pessoa quase consegue sentir o seu cheiro de tão apetitosa que parece, quando trouxeste apenas sopa para o almoço.
A ideia era ir à Islândia. Ando há anos a dizer que quero lá ir e lá nos decidimos aproveitar o feriado que há cá no final de Outubro. Mas quando fomos para comprar as passagens de avião vimos que ficava demasiado caro para irmos só por quatro dias. Tudo por causa do feriado...
Na fila do supermercado para pagar as minhas compras, com umas três ou quatro pessoas à minha frente, a menina da caixa olha para mim e diz, com um ar muito cândido "Há caixas prioritárias, pode ir para que é logo atendida!"
E eu, que até ao momento estava muito embrenhada nos meus pensamentos, olho para ela sem ter a certeza que tinha ouvido bem. Arregalo os olhos e pergunto apenas com a minha expressão facial, subindo apenas uma das sobrancelhas.
A menina apercebe-se que eu poderei não estar grávida e responde ao meu subir de sobrancelha "não... não está grávida...?"
"Não...", respondo eu, meio a sorrir meio a pensar seriamente na minha vida e que estes três/quatro quilos que eu tenho a mais têm de desaparecer o mais depressa possível.
Chegada a minha vez, a menina desmancha-se em pedidos de desculpa e diz que eu não estou gorda, simplesmente "tem ar de mamã" (o que é isso de ar de mamã?!) e que "como estava debruçada em cima do carrinho de compras, pensei que poderia estar a sentir-se mal...". Não, não estou grávida nem me estava a sentir mal, estava só a apanhar a seca que é normal apanhar-se numa fila de supermercado, respondo eu, a rir-me.
E pronto, apesar da menina ter dito uma data de vezes que "está muito bem! não foi mesmo por achar que estava gorda ou com barriga, nem nada, aiiii, peço imensas desculpas!" e por eu ter dado a entender (espero eu) que não tinha ficado ofendida com esta história, estes três/quatro quilos a mais têm mesmo de ir à sua vidinha. Até setembro, já agora, pela altura do próximo casamento. Nada pior que uma data de pessoas emocionadas e inspiradas com o casamento, virem perguntar quando é que nasce a criança quando a única criança que há é um pneu a mais.
*desta vez, só para variar, é um empurrão metafórico








